Em comunicado posterior a esta audiência, o Sindicato afirma:

“Actualmente, a Agência Lusa está refém de uma tutela bicéfala (Cultura e Finanças), que se traduz em cativações burocráticas e numa persistente falta de resposta a pedidos de contratações e investimentos e resulta, em última instância, no incumprimento do contrato de serviço público.” 

“O SJ teme que a substituição da actual administração da empresa prolongue ainda mais o atraso na resposta da tutela às necessidades da agência e espera que essa mudança não se traduza em qualquer impacto sobre o esperado descongelamento das carreiras, devendo este decorrer em moldes idênticos ao de qualquer outra empresa pública, garantindo os mesmos direitos.” (...) 

Segundo o Observador, que aqui citamos, “a assembleia-geral de accionistas da Lusa, no qual o Estado tem uma participação de 50,14%, seguido pelo Global Media Group (23,36%) e pela Impresa (22,35%), deverá ocorrer no final de Fevereiro, onde Nicolau Santos será nomeado. Teresa Marques chegou à presidência da Lusa em 2015, terminando o mandato em 31 de Dezembro”. 

O Sindicato dos Jornalistas quer ainda reunir-se com o PS, o BE, o PEV e o PAN.

 

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