Mais importante “do que ter uma edição pronta a mostrar no dia 29 de dezembro, é assegurar que as edições que se seguem têm a qualidade suficiente para justificar esse regresso diário do ‘Diário de Notícias’ às bancas e para capitalizar a natural expectativa criada no mercado, caso contrário corre o risco de ser apenas mais um acto falhado, e isso não pode voltar a acontecer”, conclui o comunicado.