Os ataques contra a imprensa chilena continuam. A 13 de janeiro, um grupo de homens encapuçados invadiu a sede do jornal “El Mercurio” , danificou vários departamentos, roubou equipamentos da redacção e ateou fogo em partes do edifício.
Durante o atentado, cerca de 20 colaboradores tiveram que se proteger e tentar apagar os fogos, segundo relatos da imprensa. O ataque durou cerca de 15 minutos.
O director do jornal, Carlos Rodríguez, acredita que o atentado foi planeado e os jornalistas teme que seja a linha editorial cobnservadora que estará na origem da violência. Com quase 193 anos, “El Mercurio” é o jornal mais antigo e um dos mais importantes do Chile. O diário assume uma linha política de direita tradicional.
Janeiro 20
Este é o terceiro ataque ao jornal em menos de três meses. A 19 de Outubro de 2019 o edifício de “El Mercurio de Valparaíso” foi incendiado .No mês seguinte, os escritórios de outro jornal do grupo, “El Líder”, foram vandalizados.
Numa declaração oficial, a Associação Nacional de Imprensa do Chile condenou os ataques que diz terem sido “claramente organizados” e que procuram “silenciar a imprensa”.
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