Concretizou-se, assim, um movimento que considerava que sem os diários digitais a AEDE estaria coxa.

Recorde-se que a Prisa, detentora do El Pais e accionista maioritária da TVI, foi quem se opôs mais à entrada dos meios digitais e gratuitos na associação.

Esta posição resultava do facto de a imprensa tradicional sentir que o seu negócio está em perigo, com as vendas em banca e a publicidade em declínio.

Esta mudança conceptual na AEDE significa um desafio à capacidade das empresas jornalísticas se adaptarem às novas realidades de mercado.