Segunda-feira, 24 de Fevereiro, 2020

  

Jornalistas haitianos vítimas de protestos

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No Haiti, os jornalistas nunca foram vistos como profissionais neutros, que informam e educam, mas a percepção tem vindo a deteriorar-se, ainda mais, desde que os protestos nacionais começaram em 2018.

Muitos dos profissionais que cobrem as manifestações relataram já terem sido vítimas de difamação, violência física e, até, de ameaças de morte. Os autores dos protestos acusam os “media” de ligações ao governo.

Apesar dos riscos e do receio de perseguições, os jornalistas continuam a cobrir os eventos, mas, alguns, sentiram necessidade de alterar a rotina e o “modus operandi” para garantirem a própria segurança.

Este panorama levou a que a percepção pública do jornalismo se deteriorasse. Os manifestantes acusam os repórteres de apoiarem o governo e as forças policiais não respeitam o trabalho dos profissionais.


NBCUniversal lança “streaming” com opção gratuita

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Com o mercado mediático  a apostar cada vez mais em serviços de  “streaming”, chegou a vez da NBCUniversal lançar a própria plataforma, que, para alguns assinantes, é totalmente gratuita. A Peacock Free tem programação limitada, mas conta com mais de 7.500 horas de programas, que incluem filmes internacionais e temporadas actualizadas de séries como a Saturday Night Live

As duas outras opções da NBCUniversal estão disponíveis a partir de 5 e 10 dólares por mês, com acesso ilimitado à programação, e com conteúdos exclusivos. A segunda modalidade não recorre a publicidade.


Atentado no Chile contra jornal conservador

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Os ataques contra a imprensa chilena continuam. A 13 de janeiro, um grupo de homens encapuçados invadiu a sede do jornal  “El Mercurio” , danificou vários departamentos, roubou equipamentos da redacção e ateou fogo em partes do edifício.

Durante o atentado, cerca de 20 colaboradores tiveram que se proteger e tentar apagar os fogos, segundo relatos da imprensa. O ataque durou cerca de 15 minutos.

O director do jornal, Carlos Rodríguez, acredita que o atentado foi planeado e os jornalistas teme que seja a linha editorial cobnservadora que estará na origem da violência. Com quase 193 anos, “El Mercurio” é o jornal mais antigo e um dos mais importantes do Chile. O diário assume uma linha política de direita tradicional.


Protestos no Líbano visam também jornalistas

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Os jornalistas libaneses que cobrem os protestos civis em Beirute estão a ser alvo de violência física e verbal. As manifestações começaram, em Outubro do ano passado, contra o lento crescimento económico e contra a alegada corrupção política. 

Os jornalistas são rotulados como “facciosos” - tanto por manifestantes como pela polícia - e estão a ser pressionados a deixar os postos de trabalho, devido a divergências sobre a cobertura mediática.

O Líbano ficou conhecido por ser um dos poucos países do Médio Oriente que favorecia a liberdade de expressão, mas o trabalho dos repórteres está a ser posto em causa, agora que os profissionais são também molestados nos confrontos entre a polícia e os manifestantes.  Os “media” que, alegadamente, apoiam os protestos são aqueles que mais repercussões sofrem, como é o caso da MTV. 


Turquia entre os países que mais ameaçam os jornalistas

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O governo turco é um dos que mais persegue e prende jornalistas. Para além de correrem o risco de serem detidos, os jornalistas lidam com interferências diárias das forças policiais, que os impedem de cobrir determinados eventos e lhes confiscam o material de reportagem.

As detenções são realizadas, normalmente, na sequência da publicação de trabalhos e aos jornalistas não é apresentada nenhuma razão ou justificação.  Os profissionais são acusados, não poucas vezes, de fazerem propaganda para organizações ilegais ou terroristas. 

O CPJ - Comité Para Protecção dos Jornalistas -, falou com seis jornalistas turcos que relataram as suas experiências e confirmaram que são alvo de constantes intimações e actos violentos. 


Fundo de protecção de vítimas do 11 de Setembro divide jornalistas

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A segurança pessoal esteve no fim da lista de prioridades dos jornalistas que cobriram os acontecimentos durante o ataque do 11 de setembro de 2001. Os repórteres ficaram, no entanto, expostos ao ar contaminado pela combustão de 91 mil litros de combustível de avião e 10 milhões de toneladas de materiais de construção. 

Na sequência do atentado, foi revelado que o local esteve exposto a toxinas cancerígenas. Adicionalmente, quem esteve no local acusou sintomas de rinossinusite crónica, doença de refluxo gastroesofágico, asma, além de cancro.

Em Julho do ano passado, foi criado o Fundo de Indemnização de Vítimas. Esse fundo visa apoiar aqueles que enfrentam problemas de saúde devido a essa exposição.

O advogado Michael Barach representa 55 jornalistas vítimas de doenças relacionadas com o 11 de Setembro. Em entrevista ao CPJ - Comité para a Protecção de Jornalistas -, declarou que estes profissionais têm, porém, alguma relutância em aceitar tratamentos e dinheiro.


“Podcasts”como alternativa para jornalismo desportivo

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Os “podcasts” estão a atrair audiências cada vez maiores. Estes programas abordam uma enorme variedade de temas e podem ser consumidos em qualquer altura e em qualquer lugar, o que os torna particularmente atraentes para uma geração que se encontra em constante movimento.  

Este formato surge como uma alternativa independente aos consagrados programas de debate desportivo e serve de rampa de lançamento para novos profissionais. É fácil de gravar e os custos reduzidos da produção são particularmente aliciantes para os jovens que querem vingar no jornalismo desportivo. 

A plataforma de “podcasts” brasileira Central 3 é um bom exemplo de sucesso. O projecto, que começou com apenas dois programas, produz, actualmente, 25  “podcasts” que se destacam pela variedade de assuntos que abordam. Os programas primam, principalmente, pela inovação da cobertura desportiva, tentando fugir ao formato de debate que, normalmente, se vê em televisão.

“The New York Times” bate recorde de assinaturas

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O “New York Times” atingiu os 5 milhões de assinantes. Este número agrega os assinantes digitais e em papel. Assim, 900 mil pessoas recebem em casa a versão impressa do  “New York Times” e 4,3 milhões de leitores optaram por uma das ofertas do jornal . O director do jornal, Mark Thompson, observa que a publicação “conquistou”  um milhão de assinantes só em 2019. No ano passado, as actividades digitais do título renderam 800 miilhões de dólares.

As palavras cruzadas do “New York Times”, só por si, são pagas por 600 mil pessoas, tornando o produto o quinto mais popular da imprensa paga dos Estados Unidos.


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O Clube


Três jornais açorianos celebram este ano aniversários redondos. O Diário dos Açores completa século e meio de existência , o que é marcante. O Jornal dos Açores perfaz cem anos, outra vitória sobre o tempo. E o Açoriano Oriental , chega aos 185 anos , uma longevidade qualificada , que o coloca entre os diários mais antigos em publicação. A todos o Clube Português de Imprensa felicita , pela resistência e pelo mérito , numa época em que floresce a falta de memória nas redações. E associa-se neste site às respectivas efemérides.
Houve tempo em que os jornais se felicitavam com júbilo, e parabenizavam os concorrentes aniversariantes. Tempos idos. Agora , ignoram-se como se houvesse um deserto à volta de cada um.
Ser diário centenário num arquipélago de pouca gente, de onde tantos emigraram, e sobreviver em confronto com a agressividade da Internet e dos audiovisuais , é proeza de vulto.
São uma lição que merece relevo, cheia de ensinamentos para outros que desistiram antes de tempo.

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Opinião
Neste primeiro semestre, três jornais açorianos comemoram uma longevidade assinalável. Conforme se regista noutros espaços deste site, o Diário dos Açores acabou de completar século e meio de existência;  em Abril, será a vez do Açoriano Oriental,  o mais antigo, soprar 185 velas; e, finalmente em Maio, o Correio dos Açores alcança o seu primeiro centenário. Em tempo de crise na Imprensa,...
O volume de investimento publicitário na imprensa tem estado em queda, mas vários estudos indicam que os leitores de jornais e revistas continuam a ser influenciados pela publicidade que encontram nas páginas das publicações que consomem regularmente. Por outro lado a análise dos dados do mais recente estudo Bareme Impresa, da Marktest, revela que os indivíduos da classe alta têm níveis de audiência de imprensa 40% acima dos...
Graves ameaças à BBC News
Francisco Sarsfield Cabral
A BBC é, provavelmente, a referência mundial mais importante do jornalismo. Foi uma rádio muito ouvida em Portugal no tempo da ditadura, para conhecer notícias que a censura não deixava publicar. E mesmo depois do 25 de Abril, durante o chamado PREC (processo revolucionário em curso) também o recurso à BBC News por vezes dava jeito para obter uma informação não distorcida por ideologias políticas.Ora a BBC News...