Segunda-feira, 24 de Fevereiro, 2020

  

Faleceu Miguel de Araújo antigo director de programas da RTP

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Faleceu o antigo director de programas da RTP, Miguel de Araújo, que foi um quadro de referência daquele operador público. Estava em funções aquando do 25 de abril de 1974, tendo sido saneado no decurso do PREC e posteriormente reintegrado em 1978, regressando, entretanto, à direcção do canal.

“Era uma personalidade culta e marcante. Tinha uma grande tertúlia e transversal que ia desde Batista Bastos e Vitorino de Almeida a Alexandre O’Neill, até à direita, da qual mais se aproximava. Era monárquico”, como refere uma nota da RTP.

“Journalismfund” bate recordes

Breves

Para o Journalismfund.eu, o ano de 2019 provou ser de consolidação e de crescimento , ao apoiar 119 projectos, integrados por 262 jornalistas, em toda a Europa. 

Um montante total de 920.651 euros foi distribuído entre as três iniciativas que apoia: as subvenções transfronteiriças europeias, o Fundo Pascal Decroos e o Money Trail.

O número de candidaturas bateu, igualmente, o recorde, com um total de 547 candidatos, que apresentaram 269 propostas para um dos três actuais programas de bolsas.


“Wall Street Journal” cresce nas assinaturas digitais

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A instalação de “paywalls” está a revelar-se lucrativa em alguns dos jornais norte-americanos mais conceituados. Depois de o “New York Times” ter anunciado o marco de 3,5  milhões de subscrições “online”, chegou a vez do “Wall Street Journal”, que sem ter alcançado a “performance” do seu concorrente, melhorou, contudo os seus resultados.

Assim, o número total de subscrições digitais do Grupo News Corp -- no qual se incluem outros títulos económicos-- subiu 17% no último trimestre, registando o “Wall Street Journal”  um crescimento de 13% nas assinaturas.


Os parabéns aos jornais centenários açorianos

O Clube


Três jornais açorianos celebram este ano aniversários redondos. O Diário dos Açores completa século e meio de existência , o que é marcante. O Jornal dos Açores perfaz cem anos, outra vitória sobre o tempo. E o Açoriano Oriental , chega aos 185 anos , uma longevidade qualificada , que o coloca entre os diários mais antigos em publicação. A todos o Clube Português de Imprensa felicita , pela resistência e pelo mérito , numa época em que floresce a falta de memória nas redações. E associa-se neste site às respectivas efemérides.
Houve tempo em que os jornais se felicitavam com júbilo, e parabenizavam os concorrentes aniversariantes. Tempos idos. Agora , ignoram-se como se houvesse um deserto à volta de cada um.
Ser diário centenário num arquipélago de pouca gente, de onde tantos emigraram, e sobreviver em confronto com a agressividade da Internet e dos audiovisuais , é proeza de vulto.
São uma lição que merece relevo, cheia de ensinamentos para outros que desistiram antes de tempo.

Incerteza política na Venezuela força jornalistas a emigrar

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Os jornalistas venezuelanos são, constantemente, alvo de perseguição e de ameaças e têm dificuldade em encontrar emprego na área da comunicação. Para garantir a própria segurança e subsistência, muitos profissionais abandonam o país, e seguem carreira em países vizinhos. 

Dados do IPYSVe -- Instituto de Imprensa e Sociedade da Venezuela, mostram  que, entre 2014 e 2018, “se intensificou o êxodo daqueles que viviam do trabalho mediático no país: 18% dos jornalistas registados  no banco de dados do IPYSVe, ou seja 477, migraram, da Venezuela para 24 outros países”. De todos, cerca de metade emigrou para outros países da América Latina. Os Estados Unidos e Espanha são, também, destinos populares. 

Silvina Acosta realizou uma reportagem de duas partes sobre jornalistas que deixaram o país, para “Knight Center for Journalism in the Americas”. A primeira parte, aqui adaptada, relata “deslocamentos forçados”.A maioria dos jornalistas imigrantes venezuelanos fogem da crise económica e das restrições impostas aos “media”, que deterioraram os salários, o poder de compra, as condições de segurança para o exercício jornalístico e a qualidade de vida em geral. Os repórteres são, ainda,  forçados a solicitar asilo noutros países por perseguição, intimidação e ameaças do regime ditatorial. Nos últimos três anos, 34 jornalistas fugiram da sua região ou país, porque foram perseguidos por seu trabalho, entre eles, quatro jornalistas premiados.


Crise dos "media" ameaça liberdade de expressão no Líbano

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Desde a instauração da independência, há quase 80 anos, que o Líbano tem sido um paraíso para os “media”, com liberdades impensáveis noutros países do Médio Oriente.

Os  jornais fixavam agendas, os canais de televisão testavam limites, e os directores dos Grupos mediáticos desafiavam tanto a guerra quanto a recessão, com narrativas disruptivas.

Depois da bonança veio, contudo, a tempestade. Nos últimos três meses, um colapso financeiro afectou as receitas que garantiam a sobrevivência da maioria dos “media” libaneses. Desde então, as estações de rádio populares fecharam, os jornais deixaram de pagar aos colaboradores, ou cortaram os salários, e as televisões estão, agora, à procura de patrocinadores estrangeiros.


Os jornalistas mais expostos aos riscos nas epidemias...

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Um vírus representa uma ameaça para todos os cidadãos mas, particularmente, para os jornalistas especializados em saúde. Não há nenhuma carteira de jornalista que a bactéria poupe, bem nenhum cartão de visita que impressione um vírus o suficiente para ficar longe. Por vezes, uma reportagem pode ser fatal.

Para realizar uma reportagem é importante estar no terreno, no epicentro da epidemia, à medida que as notícias vão aparecendo e a doença se vai alastrando. Basta um pouco de entusiasmo excessivo e o jornalista pode acabar numa situação indesejável.

Na fase inicial de uma epidemia, quando ainda se sabe pouco sobre a doença, é possível que um repórter tenha um maior risco de contágio do que a população em geral, ao procurar informações junto de pessoas infectadas, ou dos seus familiares.


Britânicos pouco interessados em notícias eleitorais

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As camadas mais jovens da sociedade estão a perder o interesse na informação, particularmente em notícias sobre política. Um estudo do Reuters Institute analisou a interacção dos britânicos com os “media” e concluiu que os cidadãos entre os 18 e os 34 anos, passaram, apenas, oito minutos por semana a consultar notícias sobre a mais recente eleitoral do Reino Unido, e mostraram pouca inclinação para frequentar os meios tradicionais.

Em contraste, os mais velhos (35-65) leram quase três vezes mais notícias “online” (22 minutos por semana) e incluíram mais televisão, rádio e jornais na sua “dieta mediática”. Apesar da importância crítica da eleição na definição do resultado do “Brexit”, o interesse caiu ao longo da campanha e as visitas aos “websites” dos jornais representaram apenas 3% de todo o tempo passado na internet.

Apesar das críticas às suas reportagens políticas, a BBC News foi, de longe, a fonte mais utilizada para notícias eleitorais: o “site” foi consultado por 44% dos consumidores e somou mais de um quarto de todo o tempo gasto na leitura de notícias.


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Três jornais açorianos celebram este ano aniversários redondos. O Diário dos Açores completa século e meio de existência , o que é marcante. O Jornal dos Açores perfaz cem anos, outra vitória sobre o tempo. E o Açoriano Oriental , chega aos 185 anos , uma longevidade qualificada , que o coloca entre os diários mais antigos em publicação. A todos o Clube Português de Imprensa felicita , pela resistência e pelo mérito , numa época em que floresce a falta de memória nas redações. E associa-se neste site às respectivas efemérides.
Houve tempo em que os jornais se felicitavam com júbilo, e parabenizavam os concorrentes aniversariantes. Tempos idos. Agora , ignoram-se como se houvesse um deserto à volta de cada um.
Ser diário centenário num arquipélago de pouca gente, de onde tantos emigraram, e sobreviver em confronto com a agressividade da Internet e dos audiovisuais , é proeza de vulto.
São uma lição que merece relevo, cheia de ensinamentos para outros que desistiram antes de tempo.

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Opinião
Neste primeiro semestre, três jornais açorianos comemoram uma longevidade assinalável. Conforme se regista noutros espaços deste site, o Diário dos Açores acabou de completar século e meio de existência;  em Abril, será a vez do Açoriano Oriental,  o mais antigo, soprar 185 velas; e, finalmente em Maio, o Correio dos Açores alcança o seu primeiro centenário. Em tempo de crise na Imprensa,...
O volume de investimento publicitário na imprensa tem estado em queda, mas vários estudos indicam que os leitores de jornais e revistas continuam a ser influenciados pela publicidade que encontram nas páginas das publicações que consomem regularmente. Por outro lado a análise dos dados do mais recente estudo Bareme Impresa, da Marktest, revela que os indivíduos da classe alta têm níveis de audiência de imprensa 40% acima dos...
Graves ameaças à BBC News
Francisco Sarsfield Cabral
A BBC é, provavelmente, a referência mundial mais importante do jornalismo. Foi uma rádio muito ouvida em Portugal no tempo da ditadura, para conhecer notícias que a censura não deixava publicar. E mesmo depois do 25 de Abril, durante o chamado PREC (processo revolucionário em curso) também o recurso à BBC News por vezes dava jeito para obter uma informação não distorcida por ideologias políticas.Ora a BBC News...