O primeiro Prémio de Jornalismo da Lusofonia, instituído em parceria pelo Clube Português de Imprensa e Jornal Tribuna de Macau, é entregue, a 1 de Novembro, em cerimónia solene marcada para o Clube Militar em Macau.
O Prémio, no valor de 10 mil euros, foi atribuído por unanimidade do júri à jornalista Sílvia Gonçalves, do jornal macaense em língua portuguesa Ponto Final, pelo seu trabalho intitulado “Floriram por Pessanha as rosas bravas, 150 anos depois”, conforme se refere noutro espaço deste site.
Há um processo referendário em curso, promovido pelo Conselho Deontológico do Sindicato dos Jornalistas, e que tem como universo eleitoral todos os jornalistas com Carteira Profissional, contando com a colaboração “oficiosa” da Comissão da Carteira, que montou uma plataforma digital, destinada a assegurar a votação eletrónica.
A iniciativa resulta de uma moção aprovada no último Congresso de Jornalistas, organizado pelo Sindicato com o apoio da Casa da Imprensa e do Clube de Jornalistas, entidades que se juntam novamente, agora designadas na qualidade de fiscalizadoras do referendo.
Recorde-se que o Clube Português de Imprensa, uma das mais antigas associações profissionais do sector, não foi convidado para o Congresso, juntamente com o CNID, que congrega jornalistas da Imprensa desportiva.
O cineasta alemão Wim Wenders foi distinguido com o Prémio Europeu Helena Vaz da Silva para a Divulgação do Património Cultural, pelo seu contributo para a história multicultural da Europa e dos ideais europeus. Ao ser informado da decisão, Wim Wenders declarou que “a Europa é uma utopia em curso, construída, mais do que por qualquer outra coisa, pelo seu legado cultural”. A cerimónia de entrega do Prémio - instituído em 2013 pelo Centro Nacional de Cultura, em cooperação com a “Europa Nostra” e o Clube Português de Imprensa - terá lugar em 24 de Outubro de 2017, na Fundação Calouste Gulbenkian.
Está formado o Júri que vai apreciar os trabalhos concorrentes ao Prémio de Jornalismo da Lusofonia, instituído pelo Clube Português de Imprensa (CPI) e pelo Jornal Tribuna de Macau (JTM), com o apoio da Fundação Jorge Álvares.
O Júri será presidido por Dinis de Abreu, em representação do CPI, e integrado pelos jornalistas José Rocha Diniz, fundador e administrador do Jornal Tribuna de Macau, José Carlos de Vasconcelos, director do JL – Jornal de Letras, Artes e Ideias, Carlos Magno, pela Fundação Jorge Álvares e por José António Silva Pires, também do CPI.
Terminou o prazo de candidaturas ao Prémio de Jornalismo da Lusofonia , instituído por uma parceria do Clube Português de Imprensa (CPI) com o Jornal Tribuna de Macau (JTM), no quadro das comorações que assinalam o 35º aniversário daquele diário de língua portuguesa em Macau.
Com o valor de 10 mil euros e periodicidade anual, o Prémio será atribuído por um Júri constituído por representantes do CPI, do JTM e por personalidades de reconhecido mérito na área do jornalismo ou que se tenham distinguido na defesa, divulgação ou ensino da Língua Portuguesa no Mundo.
A composição do Júri será em breve anunciada pelas duas entidades promotoras.
O Prémio de Jornalismo da Lusofonia é a nova iniciativa promovida pelo Clube Português de Imprensa (CPI) em parceria com o Jornal Tribuna de Macau (JTM), no quadro das comorações que assinalam o 35º aniversário daquele diário de língua portuguesa em Macau.
Com o valor de 10 mil euros e periodicidade anual, o Prémio será atribuído por um Júri constituído por representantes do CPI, do JTM e por personalidades de reconhecido mérito na área do jornalismo ou que se tenham distinguido na defesa, divulgação ou ensino da Língua Portuguesa no Mundo.
Trata-se, pois, de um novo Prémio que, de acordo com o respectivo Regulamento (que inserimos noutro espaço deste site) se destina “a jornalistas e à Imprensa de Língua Portuguesa de todo o Mundo, em suporte papel ou digital”.
O Clube Português de Imprensa fecha em Agosto para férias. E este site também. A partir de 31 de Julho e até 27 de Agosto não serão feitas as habituais actualizações diárias.
Em vésperas de fazermos esta pausa, e à semelhança do que já aconteceu no Verão passado, queremos agradecer aos jornalistas (e aos não jornalistas) pela sua preferência e que têm contribuído com as suas visitas regulares para alargar a audiência deste espaço, lançado há menos de dois anos, com objectivo de constituir uma alternativa de informação e de reflexão sobre os jornalismo e os jornalistas, sem receio de problematizar as questões que hoje se colocam, de uma forma cada vez mais aguda, tanto às empresas editoriais como aos profissionais do sector.
São esses os conteúdos que privilegiamos, a par da cobertura das actividades do Clube, desde os ciclos de jantares-debate, em parceria com o CNC-Centro Nacional de Cultura e o Grémio Literário, ao Prémio de Jornalismo da Lusofonia, em parceria com o Jornal Tribuna de Macau; e ao Prémio Europeu Helena Vaz da Silva, instituído pelo CNC, em conjunto com o CPI e a Europa Nostra .
No regresso prometemos mais novidades no Clube e no site. Boas Férias!
Passou um ano. O site do CPI – Clube Português de Imprensa completou o primeiro ciclo de vida, com um registo muito gratificante de visitantes, sempre em crescendo.
Quando começamos, inexperientes mas determinados, moveu-nos a convicção de que fazia falta na paisagem digital um projecto como o desta Associação, animado pelo propósito de ser um fórum de debate das questões emergentes na sociedade da informação e no jornalismo.
A par da divulgação das actividades desenvolvidas no CPI, designadamente, os ciclos temáticos de jantares-debate, procuramos, também, dar eco atempado de iniciativas oriundas de associações congéneres, bem como de estruturas relacionadas com a profissão, como sejam o Sindicato de Jornalistas e a Casa da Imprensa.
Nesse sentido pudemos ainda intensificar o intercâmbio com a AIEP – Associação de Imprensa Estrangeira em Portugal, contando com a colaboração de alguns dos seus membros, e ainda com a API - Associação Portuguesa de Imprensa, que colaborou igualmente connosco.
Faz cinco anos que começámos este site, desenhado por Nuno Palma, webdesigner e docente universitário, que desde então colabora connosco.
O projecto foi lançado com uma modéstia de recursos que não mudou entretanto, porque escasseiam os mecenas e os poucos que se nos juntaram também se defrontaram com orçamentos penalizados, seja pela conjuntura económica, seja, mais recentemente, pela crise sanitária.
Neste contexto, a sobrevivência é um desafio diário, e um lustre de existência deste site é uma profissão de fé e uma teimosia.
O site constitui a respiração do CPI, fora de portas, e a nível global. Os primeiros passos foram dados sem qualquer publicidade. Aparecemos online e por aqui ficámos, procurando habilitar diariamente quem nos visita com a melhor informação sobre as actividades do Clube e o pulsar dos media e do jornalismo, sem restrições de credo, nem obediências de capela. Com rigor e independência.
Fomos recompensados. Só no último ano, de acordo com medições de audiência da Google Analytics, crescemos mais de 50% em sessões efectuadas e mais de 60% em utilizadores regulares. É algo de que nos orgulhamos.