Segunda-feira, 24 de Fevereiro, 2020

  

Jornalismo de investigação e inteligência artificial

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A inteligência artificial pode ser a melhor aposta para a sobrevivência do jornalismo de investigação, de acordo com o painel de especialistas da Conferência Global de Jornalismo Investigativo, o maior encontro mundial entre repórteres da especialidade. 

 

Na mais recente edição da conferência, que se realizou em Hamburgo, a importância da colaboração entre jornalistas foi outro dos pontos em destaque. Drew Sullivan, um dos convidados e fundador de um projecto de reportagens sobre corrupção, destacou alguns sistemas que permitem o acesso à informação sobre milhões de entidades, redes criminosas, políticos e estruturas corporativas. 


Diário “The Sun” muda de direcção

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Victoria Newton foi indigitada directora do “The Sun”, numa altura em que o tablóide está a ter dificuldades em manter a liderança das vendas dos jornais britânicos.

Newton exercia, desde há seis anos, funções como directora do suplemento de domingo do “The Sun”, e irá, agora, supervisionar a tiragem diária, bem como o formato digital do título. A jornalista, formada em Cambridge, começou sua carreira no “Daily Express” e mudou-se para o “The Sun” como repórter do “showbiz”, tendo, também, trabalhado como correspondente em Los Angeles.

Indústria de videojogos “beneficiária” do coronavírus ...

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A epidemia do coronavírus, que causou já mais de 500 mortes, tem vindo a prejudicar a economia chinesa, mas um sector parece estar a beneficiar com a expansão da doença. Segundo dados da Niko Partners, o instituto especializado na indústria electrónica, o mercado dos jogos para “smartphone” cresceu, fortemente, na última semana de janeiro.

Só no sistema operativo iOS "os downloads de jogos subiram 27,5%, relativamente aos período homólogo, e os gastos aumentaram 12,1%", indica um relatório da empresa. "Atribuímos a maior parte deste crescimento ao coronavírus, que obrigou muitas pessoas a ficarem em casa, em vez de viajarem ou de participarem em actividades ao ar livre, o que libertou mais tempo para o jogo". 


O TC espanhol e o direito à informação dos detidos

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O Tribunal Constitucional de Espanha reconheceu o direito à informação e à liberdade de expressão dos detidos, o que foi considerado como uma sentença sem precedentes. Segundo aquele Tribunal Superior, a directiva agora adoptada corresponde ao “ direito à liberdade de expressão das pessoas presas, ao direito à liberdade de informação dos profissionais e da população a ser informada de assuntos de interesse público”. 

A introdução dessa emenda surgiu na sequência de um recurso apresentado pelaAssociação de Direitos Humanos da Andaluzia, que, em Fevereiro de 2018, contestou a recusa da prisão de Córdoba em autorizar uma entrevista ao jornal “eldiaro.es” de um dos reclusos, alegando não haver garantias da manutenção da segurança no estabelecimento. 

O Tribunal Constitucional reprovou as tentativas de silenciar as críticas sobre a situação nas prisões e considerou a recusa como uma "reacção por ter sido exercida a liberdade de expressão de uma forma que não foi do agrado da administração”.


Banco espanhol interessado na Cofina

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 O banco espanhol Abanca prepara-se para vender a posição de 5% que detém na Media Capital, com vista à participação no aumento de capital da Cofina, no âmbito da aquisição da TVI. 

 O investimento do Abanca  poderá rondar os 10 milhões de euros, uma vez que a Cofina propõe na oferta pública de aquisição (OPA) o  pagamento de 2,3336 euros por acção da Media Capital, valor que ainda poderá ser alvo de revisão. A confirmar-se o compromisso assumido pelo banco espanhol, a mesma verba será depois reinvestida no aumento de capital.

 A informação é adiantada pelo “Expresso”, que participou numa conferência de imprensa do Banco, em Santiago de Compostela. “Vamos manter a nossa participação original. Não há um incremento adicional”, informou Juan Carlos Escotet, presidente da administração.

 

 

Julgamento à porta fechada de jornalista no Irão

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O governo iraniano voltou a usar leis sobre a difamação na tentativa de coartar a liberdade de imprensa. O Tribunal de Comunicações de Teerão declarou culpados três editores por disseminação de notícias falsas, depois de terem publicado reportagens sobre a companhia de gás iraniano, empresa controlada pelo Ministério do Petróleo. 

O julgamento foi realizado à porta fechada, pelo foi impossível apurar as consequências para os repórteres detidos. O CPJ – Comité para a Protecção dos Jornalistas, apelou à reabertura do caso visto que o Irão tem já um vasto historial de “falta de credibilidade” judicial.

O governo iraniano é, segundo os RSF -- Repórteres sem Fronteiras, um dos maiores “predadores” contra a liberdade de imprensa. As autoridades  prendem jornalistas, bloqueiam “websites” e mantêm um clima de medo, inclusive, junto das famílias dos jornalistas. 


Agravam-se restrições oficiais aos jornalistas no Egipto

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O Parlamento egípcio aprovou a proposta de alteração de Lei contra entidades terroristas, que amplia o escopo das entidades que podem ser consideradas ameaças à segurança nacional, no qual se incluem “canais de televisão, jornais, emissoras de rádios e redes sociais”. A porta-voz dos RSF – Repórteres Sem Fronteiras, Sabrina Bennouni, considerou a emenda “extremamente preocupante”, visto que as ameaças das autoridades egípcias contra os “media” serão, agora, “consagradas na lei”. De acordo com as informações obtidas pelos RSF, a emenda será adoptada assim que aprovada pela Câmara dos Deputados.

Um quarto dos portugueses ouve rádio na internet

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Cerca de 1,9 milhões de portugueses afirmam ter o hábito de ouvir rádio através da internet, segundo os resultados globais de um estudo da Marktest.

De acordo com a vaga anual do estudo, relativa a 2019, um milhão e 938 mil residentes no Continente, com 15 e mais anos, dizem ter ouvido rádio “online”.  Os valores são, particularmente, altos nas faixas etárias mais jovens, com 39,3% dos portugueses, entre os 25 e os 34 anos, a afirmarem ter o hábito de ouvir rádio “online”. “Os valores baixam, acentuadamente, com o subir da idade, para um mínimo de 3.7% junto dos indivíduos com mais de 64 anos”, refere o estudo.

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O Clube


Três jornais açorianos celebram este ano aniversários redondos. O Diário dos Açores completa século e meio de existência , o que é marcante. O Jornal dos Açores perfaz cem anos, outra vitória sobre o tempo. E o Açoriano Oriental , chega aos 185 anos , uma longevidade qualificada , que o coloca entre os diários mais antigos em publicação. A todos o Clube Português de Imprensa felicita , pela resistência e pelo mérito , numa época em que floresce a falta de memória nas redações. E associa-se neste site às respectivas efemérides.
Houve tempo em que os jornais se felicitavam com júbilo, e parabenizavam os concorrentes aniversariantes. Tempos idos. Agora , ignoram-se como se houvesse um deserto à volta de cada um.
Ser diário centenário num arquipélago de pouca gente, de onde tantos emigraram, e sobreviver em confronto com a agressividade da Internet e dos audiovisuais , é proeza de vulto.
São uma lição que merece relevo, cheia de ensinamentos para outros que desistiram antes de tempo.

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Opinião
Neste primeiro semestre, três jornais açorianos comemoram uma longevidade assinalável. Conforme se regista noutros espaços deste site, o Diário dos Açores acabou de completar século e meio de existência;  em Abril, será a vez do Açoriano Oriental,  o mais antigo, soprar 185 velas; e, finalmente em Maio, o Correio dos Açores alcança o seu primeiro centenário. Em tempo de crise na Imprensa,...
O volume de investimento publicitário na imprensa tem estado em queda, mas vários estudos indicam que os leitores de jornais e revistas continuam a ser influenciados pela publicidade que encontram nas páginas das publicações que consomem regularmente. Por outro lado a análise dos dados do mais recente estudo Bareme Impresa, da Marktest, revela que os indivíduos da classe alta têm níveis de audiência de imprensa 40% acima dos...
Graves ameaças à BBC News
Francisco Sarsfield Cabral
A BBC é, provavelmente, a referência mundial mais importante do jornalismo. Foi uma rádio muito ouvida em Portugal no tempo da ditadura, para conhecer notícias que a censura não deixava publicar. E mesmo depois do 25 de Abril, durante o chamado PREC (processo revolucionário em curso) também o recurso à BBC News por vezes dava jeito para obter uma informação não distorcida por ideologias políticas.Ora a BBC News...