Segunda-feira, 16 de Setembro, 2019

  

Prémio de Jornalismo da Lusofonia já tem júri formado

O Clube

Está formado o Júri que vai apreciar os trabalhos concorrentes ao Prémio de Jornalismo da Lusofonia, instituído pelo Clube Português de Imprensa (CPI) e pelo Jornal Tribuna de Macau (JTM),  com o apoio da Fundação Jorge Álvares.

O Júri será presidido por Dinis de Abreu, em representação do CPI, e integrado pelos jornalistas José Rocha Diniz, fundador e administrador do Jornal Tribuna de Macau, José Carlos de Vasconcelos, director do JL – Jornal de Letras, Artes e Ideias, Carlos Magno, pela Fundação Jorge Álvares e por José António Silva Pires, também do CPI.

Prémio de Jornalismo da Lusofonia registou significativa afluência de concorrentes

O Clube

Terminou o prazo de candidaturas ao Prémio de Jornalismo da Lusofonia , instituído por uma  parceria do  Clube Português de Imprensa (CPI)  com o Jornal Tribuna de Macau (JTM), no quadro das comorações que assinalam o 35º aniversário daquele diário de língua portuguesa em Macau.

Com o valor de 10 mil euros e periodicidade anual, o Prémio será atribuído por um Júri constituído por representantes do CPI, do JTM e por personalidades de reconhecido mérito na área do jornalismo ou que se tenham distinguido na defesa, divulgação ou ensino da Língua Portuguesa no Mundo.

A composição  do Júri será em breve anunciada  pelas duas entidades promotoras.  

Candidaturas ao Prémio de Jornalismo da Lusofonia até 15 de Setembro

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O Prémio de Jornalismo da Lusofonia é a nova iniciativa promovida pelo Clube Português de Imprensa (CPI) em parceria com o Jornal Tribuna de Macau (JTM), no quadro das comorações que assinalam o 35º aniversário daquele diário de língua portuguesa em Macau.

Com o valor de 10 mil euros e periodicidade anual, o Prémio será atribuído por um Júri constituído por representantes do CPI, do JTM e por personalidades de reconhecido mérito na área do jornalismo ou que se tenham distinguido na defesa, divulgação ou ensino da Língua Portuguesa no Mundo.

Trata-se, pois, de um novo Prémio que, de acordo com o respectivo Regulamento (que inserimos noutro espaço deste site) se destina “a jornalistas e à Imprensa de Língua Portuguesa de todo o Mundo, em suporte papel ou digital”. 

O Site vai de férias

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O Clube Português de Imprensa fecha em Agosto para férias. E este site também. A partir de 31 de Julho e até 27 de Agosto não serão feitas as habituais actualizações diárias.

Em vésperas de fazermos esta pausa, e à semelhança do que já aconteceu no Verão passado, queremos agradecer aos jornalistas (e aos não jornalistas) pela sua preferência e que têm contribuído com as suas visitas regulares para alargar a audiência deste espaço, lançado há  menos de dois anos, com objectivo de constituir uma alternativa de informação e de reflexão sobre os jornalismo e os jornalistas, sem receio de problematizar as questões que hoje se colocam, de uma forma cada vez mais aguda, tanto  às empresas editoriais como aos profissionais do sector.

São esses os conteúdos que privilegiamos, a par da cobertura das actividades do Clube, desde os ciclos de jantares-debate, em parceria com o CNC-Centro Nacional de Cultura e o Grémio Literário, ao Prémio de Jornalismo da Lusofonia, em parceria com o Jornal Tribuna de Macau; e ao Prémio Europeu Helena Vaz da Silva, instituído pelo CNC, em conjunto com o CPI e a Europa Nostra .

No regresso prometemos mais novidades no Clube e no site. Boas Férias!   

O primeiro ano

O Clube


Passou um ano. O site do CPI – Clube Português de Imprensa completou o primeiro ciclo de vida, com um registo muito gratificante de visitantes, sempre em crescendo.

Quando começamos, inexperientes mas determinados, moveu-nos a convicção de que fazia falta na paisagem digital um projecto como o desta Associação, animado pelo propósito de ser um fórum de debate das questões emergentes na sociedade da informação e no jornalismo.

A par da divulgação das actividades desenvolvidas no CPI, designadamente, os ciclos temáticos de jantares-debate, procuramos, também, dar eco atempado de iniciativas oriundas de associações congéneres, bem como de estruturas relacionadas com a profissão, como sejam o Sindicato de Jornalistas e a Casa da Imprensa.

Nesse sentido pudemos ainda intensificar o intercâmbio com a AIEP – Associação de Imprensa Estrangeira em Portugal, contando com a colaboração de alguns dos seus membros, e ainda com a API - Associação Portuguesa de Imprensa, que colaborou igualmente connosco.

Um Prémio partilhado

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Habituei-me muito cedo a admirar em Helena Vaz da Silva um talento raro e multifacetado – no Jornalismo, na Cultura, na Política. Em tudo em que se envolvia, fazia-o com um entusiasmo transbordante, uma energia inesgotável, uma alegria única, num sorriso aberto de quem respirava optimismo e gostava de comunicar e interagir com os outros,   retirando da vida   o melhor que esta pudesse oferecer-lhe .

A sua casa na Calçada do Combro era um estuário – e um porto de abrigo - para onde convergiam intelectuais, artistas, escritores, gente carregada de ideias e de utopias, que a Helena e o Alberto recebiam de porta aberta, como se fossem família. E eram.

Prémio Europeu Helena Vaz da Silva entregue a 10 de Outubro na Fundação Gulbenkian

O Clube

O Prémio Europeu Helena Vaz da Silva para a Divulgação do Património Cultural, atribuído este ano a Eduardo Lourenço e ao  cartoonista Plantu, será entregue no próximo dia 10 de Outubro no decorrer de uma cerimónia solene na Fundação Calouste Gulbenkian presidida por Marcelo Rebelo de Sousa. Este prémio é instituído pelo CNC – Centro Nacional de Cultura em parceria com o Clube Português de Imprensa e em cooperação com a a Europa Nostra, desde  2013.

O Prémio homenageia Eduardo Lourenço, especialista da alma e do imaginário português, memória viva da cultura portuguesa de que é um dos maiores historiadores e um dos seus criadores mais fecundos, e com obra traduzida numa dezena de línguas, e distingue também Plantu pelo seu contributo, através do desenho, da ironia e da emoção, para a promoção dos valores europeus, da tolerância e da paz.

Os desafios do associativismo

O Clube

O associativismo dos jornalistas é fraco. É uma queixa recorrente das instituições que lutam contra essa apatia, que a mudança geracional não alterou. A precariedade do emprego também não contribui para o convívio fora das redacções.

Houve uma significativa substituição de profissionais nas últimas duas décadas, com a saída prematura de muitos. Mas o rejuvenescimento dos quadros editoriais, se trouxe frescura aos media, também os privou de uma memória  fundamental.

Um dos ensinamentos que resistiu até hoje na grande imprensa anglo-saxónica foi a preservação de um mix intergeracional, combinando a experiência com a determinação natural de inovar.

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O Clube


Retomamos este site do Clube num ambiente depressivo para os media portugueses. Os dados da APCT  que inserimos noutro espaço, relativos ao primeiro semestre do ano, confirmam uma tendência decrescente da circulação impressa, afectando a quase totalidade dos jornais.

Pior: na maior parte dos casos a subscrição digital está longe de compensar essas perdas, havendo ainda situações em vias de um desfecho crítico.


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