Segunda-feira, 16 de Setembro, 2019

  

Rádio Nova do Porto festejou 30 anos

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Com vocação para ser uma “antena urbana” do Porto, a Rádio Nova festejou 30 anos de actividade, focada na componente musical de qualidade e apostada, também, na informação hora a hora e nas informações de trânsito, recusando, segundo o Publico, o mainstream.

Considerada por muitos como uma escola de jornalismo do Porto, a Rádio Nova deu os primeiros passos na frequência 98,9, aí continuando.

Ao longo do tempo, esta emissora foi substituindo a componente informativa pela rádio cada vez mais musical.

Empresas de "clipping" perdem em tribunal ...

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Três empresas de clipping, a Cision Portugal, a Manchete e a Clipping, foram condenadas no tribunal de Propriedade Intelectual, no âmbito de uma acção interposta em 2013 pela Visapress, que gere os direitos de autor da generalidade da imprensa em Portugal, dando assim razão a uma reivindicação antiga do sector da imprensa portuguesa.
As empresas que digitalizam e vendem a clientes conteúdos de jornais e revistas, foram condenadas em tribunal, a pagar às publicações de onde copiam os conteúdos, o equivalente a 4,5% da facturação que obtiveram desde Dezembro de 2010 com a actividade de clipping das publicações representadas pela Visapress.

... e BBC condenada a pagar mais dois milhões a Cliff Richard

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Pela segunda vez, a BBC, foi condenada a indemnizar o cantor britânico, Cliff Richard, agora em cerca de 2,2 milhões de euros. O caso relaciona-se com a emissão em directo de imagens de buscas policiais à casa do cantor. A verba destina-se a pagar custas do processo contra a emissora.  

Este caso, é um dos mais caros e embaraçosos da história do operador  público inglês e arrasta-se desde 2014, quando a BBC usou um helicóptero para transmitir imagens da ida da polícia à casa do cantor. Ao mesmo tempo,  informou os telespectadores queo cantor  estava a ser investigado, por agressão sexual a um rapaz de 16 anos em 1980. As suspeitas nunca foram provadas. 

Aumenta pressão sobre accionistas do "Le Monde"

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Um ano depois da entrada surpreendente do checo Daniel Kretinsky no capital do Le Monde, aumenta a pressão,  com o “pólo Independência”, detentor de 25% do grupo de imprensa e representante dos empregados ,  executivos, jornalistas e leitores,  a enviar  aos dois principais accionistas, Matthieu Pigasse e Xavier Niel , uma versão final de um "memorando de entendimento" .

O documento inclui uma disposição que impede Le Monde de ser gerido por um único acionista,  sem a aprovação do “pólo de Independência”. Sem esse parecer favorável, Xavier Niel não poderia continuar  sozinho à frente do Grupo.

Quem vai assinar o memorando de entendimento com o “pólo Independência”?  Matthieu Pigasse não respondeu e  Xavier Niel disse necessitar de alguns dias para examiná-lo.

Marcelo defende Incentivos do Estado aos ‘media’

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Para Marcelo Rebelo de Sousa, são necessários incentivos do Estado para os media para este fazerem face á crise do sector. E observou: “sem uma comunicação social forte não há democracia”. O Presidente notou ainda que “devemos seguir o exemplo de outros países no apoio à leitura de jornais por jovens nas escolas, no financiamento de assinaturas ou nos desagravamentos fiscais”.(…) “As soluções têm de ser isentas, imparciais, sem contaminação política ou económico-financeira, consensuais, adotadas pelo parlamento consensualmente e não podem ser decisão de um Governo”.

TDT muda para novos canais em Janeiro

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A faixa de frequências actualmente utilizada pelo serviço de TDT tem de ficar disponível para o 5G. A migração será gradual, começará no sul do país e durará até Junho de 2020.

O calendário foi definido pela Anacom para libertar a faixa de frequências dos 700 Megahertz (MHz) que, é actualmente utilizada pela televisão digital terrestre (TDT).

Tempo de mudança para a televisão francesa

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As mudanças na temporada audiovisual sublinham os desafios dos canais, perante redução do tempo médio gasto, na visualização da televisão tradicional.

Os números apontam para um futuro difícil, com o número de telespectadores a diminuir  .  Assistimos a uma quebra superior a  nove minutos no primeiro semestre, em relação às três horas e trinta minutos em média por dia, de acordo com um estudo da Publicis Media,  citado em julho por Les Echos.

Imprensa generalista em queda e digital não compensa

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Os títulos de informação generalista, de circulação impressa paga, continuam a seguir uma tendência descendente, com o balanço do primeiro semestre do ano a confirmar a evolução negativa.

A circulação digital paga mantem uma tendência de crescimento em várias publicações. No entanto, continua insuficiente para compensar as quebras na circulação impressa. Entre os generalistas, o Público é a única excepção que apresenta um crescimento digital compensatório da quebra registada na circulação impressa.

O Público, mantém um saldo positivo com o crescimento de 15% na circulação digital paga. Passou de 11.950, nos meses de Janeiro a Junho de 2018, para 13.744 nos primeiros seis meses de 2019 e superou a quebra de 0,5% na circulação impressa paga. O saldo é de uma circulação total paga de 30.890, o que equivale a um crescimento de 5,9% relativamente aos 29.183 registados no primeiro semestre de 2018.

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O Clube


Retomamos este site do Clube num ambiente depressivo para os media portugueses. Os dados da APCT  que inserimos noutro espaço, relativos ao primeiro semestre do ano, confirmam uma tendência decrescente da circulação impressa, afectando a quase totalidade dos jornais.

Pior: na maior parte dos casos a subscrição digital está longe de compensar essas perdas, havendo ainda situações em vias de um desfecho crítico.


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Opinião
O chamado “jornalismo de causas “  voltou a estar na moda. E sobram os temas:  a “emergência climática”,   assumida por António Guterres enquanto secretário geral da ONU,  numa capa caricata da “Time”;  o “feito” de uma adolescente nórdica,   que atravessou o Atlântico num veleiro de luxo -  a pretexto de assim  reduzir o impacto ambiental -, para participar...
As limitações do nosso jornalismo
Francisco Sarsfield Cabral
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Uma das coisas em que a informação sobre o mercado publicitário português peca é na análise das contas que são ganhas pelas agências de meios aqui em Portugal. Volta e meia vejo notícias do género a marca X decidiu atribuir a sua conta de publicidade em Portugal à agência Y. Quando se vai a ver, o que aconteceu é que a marca internacional X decidiu num qualquer escritório em Londres, Paris ou Berlim,...