Faz cinco anos que começámos este site, desenhado por Nuno Palma, webdesigner e docente universitário, que desde então colabora connosco.
O projecto foi lançado com uma modéstia de recursos que não mudou entretanto, porque escasseiam os mecenas e os poucos que se nos juntaram também se defrontaram com orçamentos penalizados, seja pela conjuntura económica, seja, mais recentemente, pela crise sanitária.
Neste contexto, a sobrevivência é um desafio diário, e um lustre de existência deste site é uma profissão de fé e uma teimosia.
O site constitui a respiração do CPI, fora de portas, e a nível global. Os primeiros passos foram dados sem qualquer publicidade. Aparecemos online e por aqui ficámos, procurando habilitar diariamente quem nos visita com a melhor informação sobre as actividades do Clube e o pulsar dos media e do jornalismo, sem restrições de credo, nem obediências de capela. Com rigor e independência.
Fomos recompensados. Só no último ano, de acordo com medições de audiência da Google Analytics, crescemos mais de 50% em sessões efectuadas e mais de 60% em utilizadores regulares. É algo de que nos orgulhamos.
Este site está a completar mais um ano de existência, primeiro como porta-voz das actividades do CPI , e, depois, como um dos espaços de referência para quem procura esclarecer-se sobre os temas mais relevantes relacionados com os media e o jornalismo.
A realidade do seu crescimento constante, desde o lançamento, em termos de visitantes e de sessões realizadas, encoraja-nos a não abrandar, apesar das dificuldades que o sector enfrenta, bem espelhadas em despedimentos colectivos praticados por grupos editoriais que já respiraram saúde e nas movimentações de compra e venda de activos.
Nestas condições, manter em carteira projectos com as características que animam o Clube Português de Imprensa é um desafio que precisamos de vencer todos os dias.
O CPI assinala, em breve, o seu 40 º aniversário. É uma efeméride importante para o Clube, fundado por um conjunto invulgar de jornalistas, que o impulsionaram e que fazem parte integrante da História que nos é contemporânea da Imprensa portuguesa.
Voltaremos ao assunto com o relevo que merece.
Este site não será actualizado amanhã, dia 3 de Novembro, e poderão ocorrer também algumas dificuldades de acesso, devido a uma intervenção técnica de migração de alojamento.
Contamos que o site esteja normalizado a partir de Quarta-Feira. Esta migração foi considerada útil, atendendo à experiência adquirida na gestão do site desde o seu lançamento.
Entretanto, tem sido muito encorajador o crescimento constante da audiência deste espaço do CPI, criado com o único objectivo de ser um porta-voz das actividades do Clube e fórum de divulgação e de debate de tudo o que de mais relevante vai acontecendo no campo mediático, tanto no plano interno como internacional.
Contamos com todos – jornalistas, gestores de empresas editoriais, estudantes das ciências de comunicação ou outros estudiosos do jornalismo.
Terminada a pausa de Agosto, este site do CPI retoma a sua actividade e as actualizações diárias, num contacto regular que faz parte da rotina de consulta dos nossos associados e parceiros, e que tem vindo a atrair um confortável e crescente número de visitantes em Portugal e um pouco por todo o mundo, com relevo para os países lusófonos.
Sem prejuízo de algumas alterações de estrutura funcional , o site continuará acompanhar, a par e passo, as iniciativas do Clube, bem como o que de mais relevante ocorrer no País e fora dele em matéria de jornalismo, jornalistas e de liberdade de expressão.
Os media enfrentam uma situação complexa e, para muitos, não se adivinha um desfecho airoso.
O futuro dos media independentes está tingido de sombras. E o das associações independentes de jornalistas – como é o caso do Clube Português de Imprensa – não se antevê, também, isento de dificuldades, que saberemos vencer, como vencemos outras ao longo de quase quatro décadas de história, que se completam este ano.
Desde a sua fundação, em 1980, o CPI viveu exclusivamente com o apoio dos sócios, e de alguns mecenas que quiseram acompanhar os esforços do Clube, identificado com uma sólida profissão de fé em defesa do jornalismo e dos jornalistas.
À medida que prossegue o desconfinamento, apesar da persistência de sinais que não nos libertam do sobressalto, a vida tem retomado a normalidade possível – ou a nova normalidade.
Este site tem-se mantido activo, com actualizações diárias mesmo durante o período da emergência e da calamidade, recorrendo ao teletrabalho dos colaboradores do Clube.
A recompensa, como já mencionámos, foi um expressivo crescimento de contactos, na ordem dos 63,2% de utilizadores regulares, com mais 50,5% de sessões , comparativamente com o ano anterior, medidos pela Google Analytics.
Com este conforto, e a diminuição habitual da actividade em Agosto, é a altura do CPI e deste site fazerem uma pausa de férias, com reencontro marcado, para o próximo dia 31, com os seus associados, parceiros, mecenas e outros frequentadores regulares.
Cá estaremos para continuar a dar conta das iniciativas do Clube e de tudo o que de mais relevante se passar, em Portugal e no mundo, relacionado connosco, em matéria de “media”, jornalismo e jornalistas.
Atravessamos um período particularmente complexo e cheio de incertezas. Mais uma razão para falarmos de nós e dos problemas que se colocam às redacções, cada vez mais condicionadas pelas vulnerabilidades das empresas editoras e pelos seus compromissos de sobrevivência que, não raramente, agravam a sua dependência.
Com uma crise sanitária e económica de contornos invulgares, que este Agosto sirva de reflexão nas férias possíveis. E até ao nosso regresso.
A pandemia trouxe dificuldades acrescidas aos media e as associações do sector não passaram incólumes, forçadas a fechar a porta e a manter o contacto com os seus associados através de meios virtuais, como é o caso deste “site” do Clube.
Ao longo da fase mais aguda do coronavírus e da quarentena imposta em defesa da saúde pública, continuámos, como prometemos, em regime de teletrabalho, mantendo a actualização regular do “site”, por considerarmos importante para os jornalistas ter à sua disposição um espaço, desenhado a rigor, com o retrato diário dos factos e tendências mais relevantes que foram acontecendo no mundo mediático durante a crise.
É um trabalho sempre incompleto, até porque a crise, com origem no vírus, veio aprofundar e agravar a outra crise estrutural já existente, em particular, na Imprensa.
Mas o Clube foi recompensado por não ter desistido, com o aumento significativo da projecção deste “site”, na ordem dos 63,2% de utilizadores regulares, comparativamente com o ano anterior, medidos pela Google Analytics.
Note–se que se verificou este crescimento não obstante o “site” ter sido vítima, por duas vezes, de ataques informáticos, que nos bloquearam durante vários dias.
É uma excelente “performance” que nos apraz partilhar com os associados e outros frequentadores interessados em conhecer, a par e passo, os problemas que estão dominar os media, sem esquecer a inovação e a criatividade, factores indispensáveis para salvar muitos projectos.
Concluímos hoje como o fizemos há meses, quando precisámos de mudar de rotinas, perante o vírus instalado entre nós: Contem com o Clube como o Clube deseja contar convosco.
A pandemia provocada pelo coronavírus está a provocar um natural alarme em todo o mundo e a obrigar a comunidade internacional a adoptar planos de contingência, inéditos em tempo de paz, designadamente, obrigando a quarentenas e a restrições, cada vez mais gravosas, para tentar controlar o contágio.
A par da Saúde e do dispositivo de segurança, são os “media” que estão na primeira linha para informar e esclarecer as populações, alguns já com as suas redacções a trabalhar em regime de teletrabalho.
Este “site” do Clube Português de Imprensa , também em teletrabalho, procurará manter as suas actualizações regulares, para que os nossos Associados e visitantes em geral disponham de mais uma fonte de consulta confiável, acompanhando o que se passa com os “media”, em diferentes pontos do globo, e em comunhão estreita perante uma crise de Saúde com contornos singulares.
O jornalismo e os jornalistas têm especiais responsabilidades, bem como as associações do sector. Se os transportes, a Banca, e o abastecimento de farmácias e de bens essenciais são vitais para assegurar o funcionamento do País, com a maior parte das portas fechadas, a informação atempada e rigorosa não o é menos.
Contem com o Clube como o Clube deseja contar convosco.
Este site esteve inacessível durante alguns dias, vítima de um ataque cibernético. Quem procurasse visitar-nos era advertido para o risco de aceder às nossas páginas, com a indicação de que se tratava de um “site malicioso”, enquanto os antivírus faziam o seu trabalho de filtragem, bloqueando o contacto.
Os autores do ataque tiveram a sua recompensa. O número de visitantes do site registou uma quebra que chegou, no seu pico, a ser superior a 90%, de acordo com os dados disponíveis.
A situação está normalizada, tendo sido adoptados os procedimentos adequados para evitar a repetição de ocorrências semelhantes.
Apesar deste site tratar exclusivamente das questões relacionadas com jornalismo e jornalistas e dos grandes temas que se colocam à reflexão sobre o papel dos media, o episodio que nos atingiu é indiciador de que nos tornámos incómodos.
Não será por isso que o Clube Português de Imprensa abdicará de prosseguir na divulgação no seu site de tudo aquilo que achar relevante dar a conhecer sobre os caminhos e os desafios com que hoje se confrontam os media e os seus profissionais.
Aos nossos associados e demais visitantes que nos acompanham com regularidade, prometemos continuar a tratar e a aprofundar temas “incómodos”, na mesma linha de defesa intransigente da liberdade de Imprensa e da independência do jornalismo.
Faz cinco anos que começámos este site, desenhado por Nuno Palma, webdesigner e docente universitário, que desde então colabora connosco.
O projecto foi lançado com uma modéstia de recursos que não mudou entretanto, porque escasseiam os mecenas e os poucos que se nos juntaram também se defrontaram com orçamentos penalizados, seja pela conjuntura económica, seja, mais recentemente, pela crise sanitária.
Neste contexto, a sobrevivência é um desafio diário, e um lustre de existência deste site é uma profissão de fé e uma teimosia.
O site constitui a respiração do CPI, fora de portas, e a nível global. Os primeiros passos foram dados sem qualquer publicidade. Aparecemos online e por aqui ficámos, procurando habilitar diariamente quem nos visita com a melhor informação sobre as actividades do Clube e o pulsar dos media e do jornalismo, sem restrições de credo, nem obediências de capela. Com rigor e independência.
Fomos recompensados. Só no último ano, de acordo com medições de audiência da Google Analytics, crescemos mais de 50% em sessões efectuadas e mais de 60% em utilizadores regulares. É algo de que nos orgulhamos.