Sexta-feira, 17 de Janeiro, 2020

  

Turquia entre os países que mais ameaçam os jornalistas

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O governo turco é um dos que mais persegue e prende jornalistas. Para além de correrem o risco de serem detidos, os jornalistas lidam com interferências diárias das forças policiais, que os impedem de cobrir determinados eventos e lhes confiscam o material de reportagem.

As detenções são realizadas, normalmente, na sequência da publicação de trabalhos e aos jornalistas não é apresentada nenhuma razão ou justificação.  Os profissionais são acusados, não poucas vezes, de fazerem propaganda para organizações ilegais ou terroristas. 

O CPJ - Comité Para Protecção dos Jornalistas -, falou com seis jornalistas turcos que relataram as suas experiências e confirmaram que são alvo de constantes intimações e actos violentos. 


Fundo de protecção de vítimas do 11 de Setembro divide jornalistas

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A segurança pessoal esteve no fim da lista de prioridades dos jornalistas que cobriram os acontecimentos durante o ataque do 11 de setembro de 2001. Os repórteres ficaram, no entanto, expostos ao ar contaminado pela combustão de 91 mil litros de combustível de avião e 10 milhões de toneladas de materiais de construção. 

Na sequência do atentado, foi revelado que o local esteve exposto a toxinas cancerígenas. Adicionalmente, quem esteve no local acusou sintomas de rinossinusite crónica, doença de refluxo gastroesofágico, asma, além de cancro.

Em Julho do ano passado, foi criado o Fundo de Indemnização de Vítimas. Esse fundo visa apoiar aqueles que enfrentam problemas de saúde devido a essa exposição.

O advogado Michael Barach representa 55 jornalistas vítimas de doenças relacionadas com o 11 de Setembro. Em entrevista ao CPJ - Comité para a Protecção de Jornalistas -, declarou que estes profissionais têm, porém, alguma relutância em aceitar tratamentos e dinheiro.


“Podcasts”como alternativa para jornalismo desportivo

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Os “podcasts” estão a atrair audiências cada vez maiores. Estes programas abordam uma enorme variedade de temas e podem ser consumidos em qualquer altura e em qualquer lugar, o que os torna particularmente atraentes para uma geração que se encontra em constante movimento.  

Este formato surge como uma alternativa independente aos consagrados programas de debate desportivo e serve de rampa de lançamento para novos profissionais. É fácil de gravar e os custos reduzidos da produção são particularmente aliciantes para os jovens que querem vingar no jornalismo desportivo. 

A plataforma de “podcasts” brasileira Central 3 é um bom exemplo de sucesso. O projecto, que começou com apenas dois programas, produz, actualmente, 25  “podcasts” que se destacam pela variedade de assuntos que abordam. Os programas primam, principalmente, pela inovação da cobertura desportiva, tentando fugir ao formato de debate que, normalmente, se vê em televisão.

“The New York Times” bate recorde de assinaturas

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O “New York Times” atingiu os 5 milhões de assinantes. Este número agrega os assinantes digitais e em papel. Assim, 900 mil pessoas recebem em casa a versão impressa do  “New York Times” e 4,3 milhões de leitores optaram por uma das ofertas do jornal . O director do jornal, Mark Thompson, observa que a publicação “conquistou”  um milhão de assinantes só em 2019. No ano passado, as actividades digitais do título renderam 800 miilhões de dólares.

As palavras cruzadas do “New York Times”, só por si, são pagas por 600 mil pessoas, tornando o produto o quinto mais popular da imprensa paga dos Estados Unidos.


"LeLive" nova plataforma para jovens

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O Grupo Webedia anunciou a criação de uma nova plataforma de "streaming", o “LeLive”, que abraça uma nova geração de talentos, criadores e animadores, seguida pelos mais novos.

Segundo a empresa, o "LeLive" pretende corresponder às expectativas de entretenimento dos jovens entre os 15 e os 35 anos que consomem, predominantemente, conteúdos mediáticos digitais. Para o efeito, a plataforma desenvolveu três pontos-chave: multi-acessibilidade de conteúdo, uma “grelha” de agendamento,  e uma forte dimensão comunitária. 


O jornalismo continua a ser uma profissão perigosa

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A prática do jornalismo continua a ser, em muitas partes do mundo, uma actividade de risco. A Síria é o país mais perigoso para jornalistas, seguida do México, mas existem muitos outros governos que condicionam a liberdade de expressão e que colocam em risco as vidas de quem informa.

O Comité Para a Protecção dos Jornalistas (CPJ) denuncia, em permanência, casos de violência contra repórteres e, em 2019, registou a morte de 25 destes profissionais. A reportagem política foi considerada a mais perigosa.

África é o continente com mais ocorrências e, já este ano, foram lá reportados dois casos de restrição e violência contra a actividade jornalística: uma no Malawi e outra na Serra Leoa. 


“L’Express” adopta fórmula do “The Economist”

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A nova fórmula do “L’Express” foi revelada. Alain Weill, principal accionista da revista, determinou que a publicação se vai basear, já neste mês, no “The Economist”. O redesenho da revista não deixa dúvidas quanto à fonte de inspiração: com uma capa ilustrada, um logotipo em fundo vermelho e quatro títulos de artigos, a composição das primeiras páginas é semelhante à da revista britânica.

Weill considera que o mundo mudou e que é “o momento certo” para relançar o título. “Hoje, as pessoas estão prontas a pagar por factos de qualidade, estão a habituar-se a pagar pelo seu conteúdo", disse.

Segundo aquele accionista, a nova versão do semanário promete “mover linhas”, com conteúdo exigente e de alto valor informativo. A equipa contará com cerca de 100 jornalistas e como "uma equipa editorial extremamente sólida”. O accionista garante ainda que “L’Express” “visa todos os francófonos do mundo, pois pretende recrutar assinantes fora de França.


O “Quibi” como nova plataforma de "streaming"

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O mercado de "streaming" já tem múltiplas plataformas com a Netflix, HBO, Amazon Prime Video, Disney+, StarzPlay, AppleTV+, Rakuten TV a figurarem em primeiro plano. Os investidores, contudo, parecem não considerar o negócio saturado e promoveram o aparecimento de uma nova aplicação de televisão paga, o "Quibi".

O "Quibi"  promete ser a combinação perfeita entre Hollywood e tecnologia. O conteúdo da  plataforma não excede os 10 minutos e contará com produções de realizadores como Guillermo del Toro e Steven Spielberg. Prevista uma série de terror que só pode ser vista a partir do pôr-do-sol, com a particularidade da  aplicação ir mesmo verificar o fuso horário em que o utilizador se encontra. 


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O Clube

Ao retomar a regularidade de actualização deste site, no inicio de outra década, achámos oportuno proceder ao  balanço do vasto material arquivado, designadamente, em textos de reflexão sobre a forma como está a ser exercido o jornalismo,  no contexto de um período extremamente exigente  para os novos e velhos  “media”.

O resultado dessa pesquisa retrospectiva foi muito estimulante, a ponto de termos sentido  ser um imperativo partilhá-la, no essencial,  com quem nos acompanha mais de perto, sendo, no entanto,  recém-chegados. 


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Opinião
Apoiar a comunicação social
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