Segunda-feira, 10 de Dezembro, 2018

  

Agência Lusa renova e moderniza o seu logótipo

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A Agência Lusa apresentou o seu novo logótipo, que mantém as cores verde e vermelha do anterior, bem como o símbolo do globo terrestre, mas “com uma imagem mais moderna e mais dinâmica”. Segundo Nicolau Santos, presidente do conselho de administração da empresa, “não é uma ruptura com o que existia antes, é uma continuidade”:

“Há uma modernização do símbolo, mas o essencial é manter os valores de isenção, de credibilidade, de fiabilidade da agência”  -  afirmou.

Governo húngaro concentra 500 Media numa Fundação

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Meio milhar de meios de comunicação húngaros, incluindo jornais e revistas, sites e estações de rádio e televisão, todos abertamente favoráveis ao Governo, foram transferidos, pelos seus proprietários, para uma Fundação dirigida por Gabor Liskay, empresário no sector dos media e velho aliado do primeiro-ministro Viktor Orban. Este assinou, seguidamente, um decreto que classifica a referida Fundação como “uma importante estratégia nacional no interesse do público”  - o que bloqueia qualquer possibilidade de meios concorrentes, ou dirigentes do sector, se oporem.
Segundo a agência Lusa, que aqui citamos do Jornal de Negócios, a “Fundação da Comunicação Social e dos Meios da Europa Central” (CEPMF, na sigla em Húngaro), tem por objectivo “a preservação dos valores nacionais”.

Aumentam leitores de jornais somando digital e papel

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Pelo terceiro ano consecutivo, é possível registar um aumento dos leitores da Imprensa em Espanha, que em 2018 ultrapassam os 17,5 milhões  - ou seja, 1,7% acima dos do ano passado. Somando os leitores exclusivos das edições digitais aos que combinam o impresso e o digital, chega-se a 66% do total  - uma subida de quase 6% em relação a 2017. E a audiência digital dos meios de informação situa-se agora nos 331 milhões de utentes únicos em todas as plataformas, o que significa mais 54% do que há três anos.

Estes dados  - que parecem contradizer os que que se referem aos números de circulação -  pertencem ao relatório Claves de la Información 2018, divulgado em Madrid por Javier Moll, presidente da AMI - Asociación de Medios de Información, durante a respectiva Conferência Anual, sob o título de “Conteúdos de qualidade, Jornalismo de verdade”.

ERC aceita nova Direcção de Informação da RTP com críticas

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A nomeação de Cândida Pinto, Helena Garrido e Hugo Gilberto Sousa como novos directores-adjuntos da Direcção de Informação da RTP foi finalmente aceite pela ERC  - Entidade Reguladora para a Comunicação Social, mas com declarações de voto que criticam a forma como o processo de nomeação foi conduzido. Segundo a nota agora divulgada, a ERC dá, consequentemente, parecer favorável à destituição dos anteriores directores-adjuntos, Vítor Gonçalves e João Fernando Ramos.

O processo de renovação da Direcção de Informação da RTP, após a nomeação de Maria Flor Pedroso para o lugar que fora de Paulo Dentinho, tinha ficado suspenso depois de a ERC se ter recusado a dar parecer favorável à nomeação dos novos directores-adjuntos, por considerar que “careciam de adequada fundamentação” os motivos invocados para a destituição dos directores-adjuntos então em funções.

Reuters vai cortar 3.200 postos de trabalho até 2020

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A empresa Thompson Reuters, que detém a agência de notícias Reuters, anunciou que vai reduzir a sua força de trabalho em 12% até 2020, eliminando 3.200 postos de trabalho. Estes cortes fazem parte do plano para “melhorar a eficiência operacional”, que foi apresentado aos investidores em Toronto.

Contactada pelo Jornal de Negócios, que aqui citamos, fonte oficial da empresa explicou que não revela números por mercados. E relembrou que, tal como foi sublinhado na apresentação, “a maioria dos trabalhadores já foi notificada”.

Media privados criticam "distorção da concorrência"

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No seguimento das recentes declarações do Presidente da República sobre a “situação de emergência” em que se encontram os meios de comunicação, a Plataforma dos Medios Privados publicou um comunicado em que chama a atenção para “um conjunto de preocupações que as empresas de comunicação social vêm reiteradamente transmitindo aos responsáveis governativos e à opinião pública”.

O texto pede “a eliminação das condições de distorção da concorrência” e de desigualdade de tratamento fiscal entre empresas portuguesas e operadores internacionais, bem como entre os meios de financiamento dos media privados e o operador público RTP”.

Integram a referida Plataforma seis empresas de comunicação social: Cofina, Global Media Group, Impresa, Media Capital, Público e Renascença Multimédia.

API pede benefícios fiscais para apoio à Imprensa

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A API – Associação Portuguesa de Imprensa entregou aos partidos políticos com representação parlamentar uma série de propostas a serem incluídas no Orçamento de Estado para 2019, no sentido de incentivar a aquisição de jornais e revistas, bem como da respectiva publicidade. Segundo declarações do presidente da API, João Palmeiro, à agência Lusa, todos os deputados contactados “compreenderam e apreciaram as propostas, comprometendo-se a levá-las a discussão nos respectivos grupos para serem avalizadas”.

“As nossas propostas têm como principal objectivo incentivar a aquisição de jornais e revistas em qualquer suporte, incentivar a aquisição de publicidade por pequenos anunciantes e responder de forma eficaz ao apelo da Comissão Europeia na luta contra a desinformação e a manipulação jornalística com acções de literacia e de curadoria”, disse João Palmeiro.

Empresa do Diário de Notícias assume "dificuldades de tesouraria"

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Na sequência de notícias relacionadas com a situação financeira do Global Media Group, e após informação aos trabalhadores sobre o adiamento do subsídio de Natal, uma delegação do Sindicato dos Jornalistas reuniu-se com o administrador do Grupo, Vítor Ribeiro, e o director-geral de conteúdos, Afonso Camões. O administrador confirmou as dificuldades de tesouraria, mas garantiu que o subsídio de Natal será pago até 7 de Dezembro. Afirmou que as referidas dificuldades “decorrem da conjuntura do mercado dos media, em Portugal e no mundo, afectado pela diminuição da circulação paga, pelo aumento do custo do papel e pela perda de receitas publicitárias”  - esta agravada pela absorção de receitas pelos gigantes tecnológicos Google e Facebook.

Segundo o comunicado do SJ, uma das apostas do novo investidor no GMG [o empresário de Macau Kevin Ho] foi a reformulação do Diário de Notícias, que passou de jornal diário a semanário. Vítor Ribeiro disse que os números de vendas não estão a corresponder às expectativas e às estimativas, mas garantiu que o DN “vai ter sempre de existir em papel, mas tem de crescer no digital”.

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O Clube

Foi em Novembro de 2015 que o Clube Português de Imprensa criou este site, consagrado à informação das suas actividades e à divulgação da actualidade relacionada com o que está a acontecer, em Portugal e no mundo, ao jornalismo e aos   jornalistas.

Temos dedicado , também, um espaço significativo às grandes questões em debate sobre a evolução do espaço mediático, designadamente,  em termos éticos e deontológicos,  a par da  transformação das redes sociais em fontes primárias de informação, sobretudo  por parte das camadas mais jovens.


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Opinião
O Presidente Marcelo é um dos poucos políticos portugueses com legitimidade para colocar a questão dos apoios do estado à produção jornalística porque ele é produtor e produto do sistema mediático.A sua biografia confunde-se com a liberdade de imprensa e a pergunta que Marcelo faz é, para ele, uma questão de consciência presidencial.Dito isto, pergunto:O que diríamos nós se fosse Donald Trump a...
Perante a bem conhecida e infelizmente bem real crise da comunicação social o Presidente da República questionou, há dias, se o Estado não tem a obrigação de intervir. Para Marcelo Rebelo de Sousa há uma "situação de emergência", que já constitui um problema democrático e de regime. A crise está longe de ser apenas portuguesa: é mundial. E tem sobretudo a ver com o facto de cada vez mais...
Há, na ideia de uma comunicação social estatizada ou ajudada pelo governo, uma contradição incontornável: como pode a imprensa depender da entidade que mais se queixa da imprensa? Uma parte da comunicação social portuguesa – televisão, rádio, imprensa escrita — é deficitária, está endividada e admite “problemas de tesouraria”. Mas acima desse, há outro problema, mais grave:...
O jornalismo estará a render-se à subjetividade, rainha e senhora de certas redes sociais. As ‘fake news’ e o futuro dos media foram dos temas mais falados na edição de 2018, da Web Summit. Usadas como arma de arremesso político e de intoxicação, as notícias falsas são uma praga. Invadem o espaço público, distorcem os factos, desviam a atenção, comprometem a reflexão. E pelo caminho...
1.Segundo um estudo da Marktest sobre a utilização que os portugueses fazem das redes sociais 65.9% dos inquiridos referem o Facebook, 16.4% indicam o Instagram, 8.3% oWhatsApp, 4% o Youtube e 5.4% outras redes. O estudo sublinha que esta predominância do Facebook não é transversal a toda a população: “Entre os jovens utilizadores de redes sociais, os resultados de 2018 mostram uma inversão das redes visitadas com mais...