Quinta-feira, 17 de Outubro, 2019

Eventos

O Clube Português de Imprensa tem desenvolvido diversos eventos dos quais destacamos, os ciclos de jantares – debate, uma iniciativa conjunta realizada pelo Centro Nacional de Cultura, pelo Grémio Literário e pelo Clube Português de Imprensa. O prémio Helena Vaz da Silva é outra das actividades que o Clube Português de Imprensa desenvolve, em parceria com o centro Nacional de Cultura.

Jantares-debate

Os ciclos de jantares – debate são uma iniciativa conjunta do Clube Português de Imprensa, Centro Nacional de Cultura e Grémio Literário, organizados desde 2011 e subordinados a diferentes temas, com o contributo de algumas das mais destacadas personalidades da vida portuguesa.
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Prémio Europeu Helena Vaz da Silva

O Prémio Helena Vaz da Silva será atribuído anualmente a um cidadão europeu que, ao longo da sua carreira, se tenha distinguido pela sua actividade de divulgação, defesa e promoção do Património Cultural Europeu
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Connosco
Ser jornalista no México é tornar-se “correspondente de guerra sem sair da sua terra” Ver galeria

Marcela Turati foi reconhecida com o Prémio Maria Moors Cabot 2019, atribuído pela Escola de Jornalismo da Universidade de Columbia, pela sua excelência profissional e por promover, com as suas reportagens, um melhor entendimento interamericano.

É fundadora, com outros jornalistas, da rede Periodistas de a Pie e do portal de investigação Quinto Elemento Lab, colectivos que procuram defender a liberdade de expressão e apoiar o exercício do jornalismo em regiões pobres e perigosas.

A jornalista deu uma entrevista ao Knight Center, na qual falou do seu percurso profissional e das dificuldades enfrentadas no México para o exercício da profissão.
Para Turati, ser jornalista no país é um “desafio constante” e uma responsabilidade, equivalente a tornar-se “correspondente de guerra sem sair da sua terra”.

Desde 2008, que cobre casos de vítimas de violência, lidando regularmente com pessoas que têm familiares desaparecidos, testemunhas de massacres, entre outros. Como profissional, procura cobrir a violência a partir de uma abordagem de direitos humanos e o seu objectivo é continuar a contar estas histórias sem as normalizar.

O Observatório da Imprensa do Brasil, com o qual o CPI tem um acordo de parceria, publicou a entrevista com a jornalista no seu site.

Jornalistas deverão estar prevenidos para identificar e corrigir notícias falsas... Ver galeria

Existem várias lacunas na pesquisa de desinformação política e os debates contínuos sobre o que constitui as fake news e a sua classificação acabam por ser uma distracção, desviando as atenções das “questões críticas” relacionadas com o problema.

É importante reconhecer que as fake news existem, que estamos expostos a essas falsas informações, mas, se quisermos combatê-las, é indispensável procurar a sua origem, a sua forma de disseminação e analisar as consequências sociais e políticas.

É, ainda, imprescindível que os jornalistas estejam preparados e informados para não colaborarem na propagação deste tipo de informação.

Por vezes, o objectivo que se esconde em algumas fake news é que os media acabem por disseminá-las, acelerando a sua difusão. Por esse motivo, foi identificado o chamado “ponto de inflexão”, que representa o momento em que a história deixa de ser partilhada exclusivamente em “nichos” e acaba por atingir uma dimensão maior, alcançando várias comunidades. 

A jornalista Laura Hazard Owen abordou o tema num texto publicado no NiemanLab, no qual também faz referências à melhor forma de reconhecer os de conteúdos manipulados.

Agenda
28
Out
Fotojornalismo e Direitos de Autor
09:00 @ Cenjor, Lisboa
01
Nov
1º Congresso Internacional de Rádios Lusófonas
14:30 @ Angra do Heroísmo, Açores
19
Nov
Connections Europe
09:00 @ Marriott Hotel, Amsterdão
21
Nov