Quarta-feira, 28 de Outubro, 2020
Media

Jornal digital económico ECO já está online

Já está online o novo jornal digital de natureza económica, ECO, liderado por António Costa e Paulo Padrão. Tal como fora referido neste site, e de acordo com António Costa, o publisher da marca, o novo jornal tem como objectivos matriciais “informar, inovar e orientar” e promete ser “um projecto com um posicionamento diferenciado em relação aos restantes jornais de informação económica, o que será visível tanto nos conteúdos como na forma como estes serão apresentados.”

Na altura, os responsáveis afirmaram ainda que “50% das notícias terão gráficos ou infografias e que haverá uma forte aposta no vídeo”, encarando a tecnologia/plataforma e os conteúdos como “factores críticos para o sucesso”.

 

Segundo o director-executivo, Pedro Sousa Carvalho, “o que vai mesmo fazer a diferença é a qualidade do jornalismo. E achamos que, pelo menos em algumas áreas nucleares, nomeadamente Macro-Economia, Tecnologias, Mercados Financeiros, Segurança Social, Mercado de Trabalho e Empreendedorismo, fomos buscar ao mercado dos melhores jornalistas que existem”.

 

A uma semana da entrada online, António Costa dizia à M&P:

 

“Quando formos para o ar vamos identificar as nossas fragilidades, as nossas necessidades, as prioridades que queremos ter. Até ao final do ano é possível que entrem mais um ou dois seniores, em função dessa identificação. Mas depois temos uma segunda linha, com pessoas até cinco, sete anos de experiência e mais três ou quatro estagiários ou pessoas que têm até um ano de experiência. Queremos criar uma cultura nova e isso também explica porque é que fomos buscar pessoas com perfis diferentes e com matrizes diferentes.”

 

No seu primeiro editorial, António Costa fala da CaixaBank e do registo da OPA sobre o BPI. A primeira edição do ECO aborda a actualidade da política e da economia nacional e internacional. Faz ainda uma análise dos mercados e publica informação sobre a situação social. Fazem também parte desta primeira edição secções como finanças pessoais, tecnologia, automóveis e lifestyle.


Mais informação na revista M&P  e o site de ECO - Economia Online

Connosco
A cobertura noticiosa nas eleições americanas vistas em países com censura Ver galeria

As campanhas eleitorais norte-americanas têm sido acompanhada um pouco por todo o mundo, já que os cidadãos estão interessados em conhecer as possíveis consequências destas eleições presidenciais.

Perante este quadro, o “Nieman Lab” tentou descobrir quais são as premissas que dominam os “media” mundiais, de forma a apurarem qual o discernimento dos cidadãos, perante os candidatos democrata e republicano.

Após um mês de análise, com recurso a inteligência artificial, o “Nieman Lab” concluiu que a cobertura noticiosa das eleições tem sido, particularmente, intensa no Irão, na Rússia e na China, onde os “media” criticam as acções de Donald Trump.

Os principais temas abordados, pela comunicação social destes países, são os debates presidenciais, a gestão do novo coronavírus e as  políticas de imigração.

Depois do primeiro debate presidencial, a imprensa chinesa questionou a utilidade deste evento para o eleitorado, e criticou a conduta do actual Presidente.

Jornal britânico quer provar que imprensa não tem os dias contados... Ver galeria

Dez anos após o lançamento do jornal britânico “i”, o editor-executivo Oliver Duff diz ter provas suficientes para afirmar que o “formato impresso” vai “prosperar durante muito mais tempo do que a maioria dos especialistas defende”.

Em declarações à “Press Gazette”, Duff afirmou que os jornais impressos têm-se mostrado “resilientes” e inovadores”. 

Além disso, aquele responsável considera que os leitores valorizam este formato por ser “táctil”, ter “curadoria”, e conter muitos “elementos surpresa”, que contribuem para a formação de uma comunidade de cidadãos com valores semelhantes.

Segundo recordou Duff, nos primeiros meses de circulação, o “i” não foi bem recebido pela maioria dos críticos dos “media”, mas conquistou uma base de leitores fiéis, que foram dando “feedback” sobre aquilo que pretendiam consumir.

O “i” tornou-se assim um jornal reconhecido pela sua objectividade factual e isenção política. 

De forma a conquistarem o interesse dos leitores, os colaboradores fazem análises profundas de situações disruptivas e tentam criticar, apenas, “aquilo que tem de ser criticado”.


O Clube


Terminada a pausa de Agosto, este site do CPI  retoma a sua actividade e as  actualizações diárias, num contacto regular que faz parte da rotina de consulta dos nossos associados e parceiros, e que  tem vindo a atrair um confortável e crescente número de visitantes em Portugal e um pouco por todo o mundo, com relevo para os países lusófonos.

Sem prejuízo de  algumas alterações de estrutura funcional , o site continuará  acompanhar, a par e passo,  as iniciativas do Clube, bem como o  que de mais relevante  ocorrer no País e fora dele em matéria de jornalismo,  jornalistas e de liberdade de expressão.

Os media enfrentam uma situação complexa e, para muitos,  não se adivinha um desfecho airoso. 

O futuro dos media independentes está tingido de sombras.  E o das associações independentes de jornalistas – como é o caso do Clube Português de Imprensa – não se antevê, também, isento de dificuldades, que saberemos vencer, como vencemos outras ao longo de quase quatro décadas de história, que se completam este ano.

Desde a sua fundação, em 1980, o CPI viveu exclusivamente  com o apoio dos sócios, e de alguns mecenas que quiseram acompanhar os esforços do Clube,  identificado com uma sólida  profissão de fé em defesa do jornalismo e dos jornalistas.



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Opinião
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Dinis de Abreu
O que nos aconteceu? Interrogava-se o cardeal D. José Tolentino de Mendonça, há menos de um mês, na conferência inaugural das jornadas nacionais de comunicação social da Igreja Católica.  Na génese da pergunta, a pandemia e “um novo pacto de comunicação“ que sugeriu como  “reflexão sobre o sentido da vida”, num tempo incerto em que os media sofreram, como reconheceu,...
No final de 2016 a Newspaper Association Of America, que representava cerca de 2000 publicações nos Estados Unidos e no Canadá, anunciou a sua transformação em News Media Alliance, reflectindo a evolução do sector e passando a incorporar as diversas plataformas em que os grupos produtores de informação qualificada se desdobraram ao longo dos últimos anos, coexistindo o papel com os formatos digitais, mas também video,...
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Acordaram para o incumprimento reiterado de alguns órgãos de informação em matéria deontológica? Só perceberam agora. Não deram pela cobertura dos casos Sócrates e companhia, não assistiram à novela Rosa Grilo? Perceberam finalmente que se pratica em Portugal, às vezes e em alguns casos senão mau, pelo menos péssimo jornalismo? Não estamos todos no mesmo saco. Não somos todos iguais....
Agenda
10
Nov
Digital Media Europe 2020
10:00 @ Áustria - Viena
11
Nov
O valor e o futuro dos "media" públicos
13:00 @ Sessões "online" Reuters Institute
24
Nov
Congresso de Jornalismo para Dispositivos Móveis
10:00 @ Universidade da Beira Interior