Sexta-feira, 10 de Julho, 2020
Media

“The Guardian” divulga património histórico desde que apareceu "online”

Guardian divulgou o seu património histórico, desde o início da sua presença na internet, até aos novos media.

Embora a presença online do jornal possa ser datada de 1994, os primeiros registos disponíveis no arquivo datam de 1995 e cobrem o trabalho do Guardian's New Media Lab (NML), uma equipa criada para desenvolver a presença online do jornal. 

O arquivo Guardian News & Media (GNM) preserva e promove as histórias dos jornais Guardian Observer, reunindo e permitindo o acesso de todos os conteúdos, incluindo do theguardian.com

O arquivo GNM catalogou recentemente uma grande colecção de registos relacionados com o desenvolvimento do Guardian online, desde meados dos anos 90, até 2009.  

Os registos NML conservados pelo arquivo incluem documentos de discussão, datados de 1995, sobre o potencial da publicação electrónica do Guardian, documentos de planeamento, pesquisa e vários sites e desenhos específicos para uma página inicial e páginas de notícias.

Os registos, que cobrem produção, design e marketing, fornecem uma visão única sobre os desenvolvimentos feitos pelo jornal na publicação online durante esse período.

O arquivo GNM faz parte da Fundação Guardian e procura, também, adquirir outros conteúdos e registar as memórias dos que trabalharam no Guardian, incluindo registos corporativos, correspondência, diários, cadernos, desenhos animados originais e fotografias criadas por pessoas que trabalharam para ambos os jornais.

 

O arquivo não contém cópias dos jornais, mas sim informações sobre como aceder a artigos antigos. O material de arquivo é disponibilizado para fins de pesquisa e as descrições estão disponíveis no catálogo de arquivo online

 

Mais informação em The Guardian e GNM.

Connosco
Quando há códigos éticos associados ao jornalismo Ver galeria

O jornalismo está em constante mudança e, como tal, os códigos éticos associados à profissão deve ser actualizados, em permanência.


Há, contudo, alguns elementos que se vão mantendo, mais ou menos, constantes, como as ideologias associadas aos jornais.

Confrontado com este cenário, Pedro Pablo Bermúdez, um estudante colombiano de jornalismo, decidiu questionar os colaboradores da Fundación Gabo quanto à sua opinião sobre os posicionamentos políticos da imprensa e dos jornalistas.

Feita a consulta, alguns jornalistas da Fundação exprimiram os seus pontos de vista.

Assim, para a jornalista Mónica González, a isenção da imprensa é uma utopia. Assim, os jornais devem tentar ser o mais transparentes possível sobre a sua posição ideológica, para que os leitores consigam distinguir uma notícia de uma falácia construída em detrimento da oposição.

Da mesma forma, as empresas mediáticas deverão revelar quais as suas fontes de financiamento e o nome dos seus investidores.


Agradecer a assinatura como forma de sensibilizar leitores Ver galeria

O modelo de negócio dos “media” está a mudar e cada vez mais títulos estão a optar pela implementação de um plano de subscrição.

Como tal, os editores procuram, naturalmente, conquistar um número crescente de leitores, que pagam, regularmente, pelo consumo dos seus conteúdos.

Ora, um estudo da Citizens and Technology Lab sugere que a forma ideal de alcançar esse objectivo passa, simplesmente, por agradecer aos subscritores pela sua contribuição.

Os responsáveis por este estudo analisaram as interacções no “site” Wikipedia, que depende de uma comunidade internacional, disposta a manter a plataforma actualizada, a custo zero. 


O Clube


A pandemia trouxe dificuldades acrescidas aos
media e as associações do sector não passaram incólumes, forçadas a fechar a porta e a manter o contacto com os seus associados através de meios virtuais, como é o caso deste “site” do Clube.

Ao longo da fase mais aguda do coronavírus e da quarentena imposta em defesa da saúde pública, continuámos, como prometemos, em regime de teletrabalho,  mantendo a actualização regular  do “site”, por considerarmos importante  para os jornalistas  ter à sua disposição um espaço, desenhado a  rigor,  com o retrato diário  dos factos e tendências  mais relevantes que foram acontecendo no mundo mediático durante a crise.

É um trabalho sempre  incompleto, até porque a crise, com origem no vírus, veio aprofundar e agravar a outra crise estrutural já existente, em particular, na Imprensa.    

Mas o Clube foi recompensado por não ter desistido,  com o aumento significativo  da projecção  deste “site”, na ordem dos  63,2% de utilizadores regulares, comparativamente com o ano anterior, medidos pela Google Analytics.

Note–se que se verificou este  crescimento não obstante o “site” ter sido vítima, por duas vezes, de ataques informáticos, que nos bloquearam durante vários dias.  

É uma excelente “performance” que nos apraz partilhar com os associados e outros frequentadores interessados em conhecer, a par e passo,  os problemas que estão dominar os media, sem esquecer a inovação e a criatividade, factores  indispensáveis para salvar muitos  projectos.

Concluímos hoje  como o fizemos há meses, quando precisámos de mudar de rotinas, perante o vírus instalado entre nós: Contem com o Clube como o Clube deseja contar convosco.


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Opinião
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A internet e a liberdade de expressão
Francisco Sarsfield Cabral
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Agenda
27
Jul
Jornalismo ético como garantia de democracia
09:30 @ Universidade de Madrid
14
Set
15
Out
Conferência sobre a história do jornalismo em Portugal
10:00 @ Universidade Nova de Lisboa -- Faculdade de Ciências Sociais e Humanas
18
Out
Conferência World Press Freedom
10:00 @ Países Baixos -- Hague