Sexta-feira, 22 de Fevereiro, 2019
Prémio

CPI e "Tribuna de Macau" instituem Prémios de Ensaio e de Jornalismo da Lusofonia

O Prémio de Jornalismo da Lusofonia, instituído há um ano por iniciativa do jornal Tribuna de Macau, em parceria com o Clube Português de Imprensa, com o patrocínio da Fundação Jorge Álvares e o apoio do JL – Jornal de Artes, Letras e Ideias, reparte-se, nesta sua segunda edição, por dois: um aberto a textos originais, que passa a designar-se o Prémio Ensaio da Lusofonia, e outro que mantém o título de Prémio de Jornalismo da Lusofonia, destinado a textos já publicados, em suporte papel ou digital.

Mantém-se o espírito original de distinguir trabalhos “no quadro do desejado aprofundamento de todos os aspectos ligados à Língua Portuguesa, com relevo para a singularidade do posicionamento de Macau no seu papel de plataforma de ligação entre países de Língua Oficial Portuguesa”.

O Regulamento do Prémio de Lusofonia vem incluído na segunda imagem que acompanha este texto.

As condições de candidatura são conforme publicado no Tribuna de Macau, que aqui citamos:

O Prémio Ensaio da Lusofonia é aberto a todos os candidatos com trabalhos originais, em língua Portuguesa, versando obrigatoriamente Macau e o seu enquadramento no espaço lusófono, em suporte papel ou digital.

O Prémio de Jornalismo da Lusofonia destina-se a jornalistas e à Imprensa de Língua Portuguesa de todo o Mundo, também em suporte papel ou digital, devendo igualmente respeitar a Macau como tema principal.

Os trabalhos concorrentes deverão ser enviados, preferentemente por email ou, em alternativa, por correio convencional, com a indicação “Prémio Ensaio da Lusofonia” e “Prémio de Jornalismo da Lusofonia”, para o endereço electrónico do CPI - clube.portugues.imprensa@cnc.pt,  para o endereço electrónico do JTM - jtmpremiojornalismolusofonia@yahoo.com  ou, ainda, para a sede do CPI – Rua António Maria Cardoso, 68, 1249 – 101 Lisboa – Portugal.

Os Prémios, com o valor unitário de 5 mil euros, serão atribuídos por um Júri constituído por representantes do Clube Português de Imprensa, do Jornal Tribuna de Macau, do JL – Jornal de Letras, Artes e Ideias (que também se associou a esta iniciativa) e da Fundação Jorge Álvares, sem embargo de, para ele, serem também convidadas personalidades de reconhecido mérito na área do jornalismo e do ensaísmo  ou que se tenham distinguido na defesa, divulgação ou ensino da Língua Portuguesa no Mundo.

Aos potenciais concorrentes  recomenda-se a leitura atenta do Regulamento que o CPI e o JTM publicam nos seus sites e na edição em papel da Tribuna de Macau.

 



Mais informação na Tribuna de Macau e notícia do Prémio de 2017

 

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Um fotojornalista português, Mário Cruz, da Agência Lusa, figura entre os nomeados para o World Press Photo 2019, o mais prestigiado prémio de fotojornalismo do mundo, cuja identidade e trabalhos a concurso foram agora conhecidos. A Fundação organizadora introduziu também uma nova categoria a ser premiada, a História do Ano, destinada a “fotógrafos cuja criatividade e habilidades visuais produziram uma história com excelente edição e sequenciamento, que captura ou representa um evento ou assunto de grande importância jornalística”.

A imagem de Mário Cruz, intitulada “Viver entre o que foi deixado para trás”, mostra uma criança recolhendo material reciclável, deitada num colchão cercado por lixo, enquanto flutua no rio Pasig, em Manila, nas Filipinas.

Os vencedores do concurso serão conhecidos na cerimónia marcada para 11 de Abril, em Amesterdão, na Holanda.

O Clube


Lançado em Novembro de 2015, este site tem vindo a conquistar uma audiência crescente, traduzida no número de visitantes e de sessões e do tempo médio despendido. É reconfortante e  encorajador, para um projecto concebido para ser um espaço de informação e de reflexão sobre os problemas que se colocam, de uma forma cada vez mais aguda, ao jornalismo e aos  media.

Observa-se , aliás, ressalvadas as excepções , que a problemática dos media , desde a precariedade  dos seus quadros às incertezas do futuro -  quer no plano tecnológico  quer no editorial - , raramente  constitui  tema de debate  nas páginas dos jornais, e menos ainda nas  suas versões  online ou nos audiovisuais. É um assunto quase tabú.


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