Terça-feira, 23 de Outubro, 2018
Prémio

CPI e "Tribuna de Macau" instituem Prémios de Ensaio e de Jornalismo da Lusofonia

O Prémio de Jornalismo da Lusofonia, instituído há um ano por iniciativa do jornal Tribuna de Macau, em parceria com o Clube Português de Imprensa, com o patrocínio da Fundação Jorge Álvares e o apoio do JL – Jornal de Artes, Letras e Ideias, reparte-se, nesta sua segunda edição, por dois: um aberto a textos originais, que passa a designar-se o Prémio Ensaio da Lusofonia, e outro que mantém o título de Prémio de Jornalismo da Lusofonia, destinado a textos já publicados, em suporte papel ou digital.

Mantém-se o espírito original de distinguir trabalhos “no quadro do desejado aprofundamento de todos os aspectos ligados à Língua Portuguesa, com relevo para a singularidade do posicionamento de Macau no seu papel de plataforma de ligação entre países de Língua Oficial Portuguesa”.

O Regulamento do Prémio de Lusofonia vem incluído na segunda imagem que acompanha este texto.

As condições de candidatura são conforme publicado no Tribuna de Macau, que aqui citamos:

O Prémio Ensaio da Lusofonia é aberto a todos os candidatos com trabalhos originais, em língua Portuguesa, versando obrigatoriamente Macau e o seu enquadramento no espaço lusófono, em suporte papel ou digital.

O Prémio de Jornalismo da Lusofonia destina-se a jornalistas e à Imprensa de Língua Portuguesa de todo o Mundo, também em suporte papel ou digital, devendo igualmente respeitar a Macau como tema principal.

Os trabalhos concorrentes deverão ser enviados, preferentemente por email ou, em alternativa, por correio convencional, com a indicação “Prémio Ensaio da Lusofonia” e “Prémio de Jornalismo da Lusofonia”, para o endereço electrónico do CPI - clube.portugues.imprensa@cnc.pt,  para o endereço electrónico do JTM - jtmpremiojornalismolusofonia@yahoo.com  ou, ainda, para a sede do CPI – Rua António Maria Cardoso, 68, 1249 – 101 Lisboa – Portugal.

Os Prémios, com o valor unitário de 5 mil euros, serão atribuídos por um Júri constituído por representantes do Clube Português de Imprensa, do Jornal Tribuna de Macau, do JL – Jornal de Letras, Artes e Ideias (que também se associou a esta iniciativa) e da Fundação Jorge Álvares, sem embargo de, para ele, serem também convidadas personalidades de reconhecido mérito na área do jornalismo e do ensaísmo  ou que se tenham distinguido na defesa, divulgação ou ensino da Língua Portuguesa no Mundo.

Aos potenciais concorrentes  recomenda-se a leitura atenta do Regulamento que o CPI e o JTM publicam nos seus sites e na edição em papel da Tribuna de Macau.

 



Mais informação na Tribuna de Macau e notícia do Prémio de 2017

 

Connosco
Jornalista e historiador de Macau vencem Prémios de Jornalismo e Ensaio da Lusofonia Ver galeria

O Júri dos Prémios de Jornalismo e Ensaio da Lusofonia, instituídos pelo Jornal Tribuna de Macau, em parceria com o Clube Português de Imprensa, escolheu, por unanimidade, na primeira categoria, o trabalho "Ler sem limites", da jornalista Catarina Brites Soares, publicado no semanário Plataforma, em Macau.

Na categoria Ensaio, atribuída este ano pela primeira vez, foi distinguido o original do historiador António Aresta, de Macau, intitulado "Miguel Torga: um poeta português em Macau".
A Acta do Júri destaca, no primeiro caso, que Catarina Brito Soares  consegue desenhar com o seu texto “uma panorâmica das leituras mais frequentes em Macau, com um levantamento de livros e autores que circulam livremente no território, incluindo alguns que, por diferentes razões, têm limites de acesso fora da RAEM”.
O semanário Plataforma Macau é publicado em Macau, em português e chinês. 

Na categoria Ensaio, o Júri deliberou, também por unanimidade, atribuir o Prémio ao trabalho de António Aresta, considerando tratar-se de “uma narrativa consequente sobre a visita histórica do grande poeta a Macau, com passagem por Cantão e Hong Kong”.

Universidades apoiam e investem no jornalismo de investigação Ver galeria

A sociedade necessita de um jornalismo de investigação que fica caro, e esta necessidade “chega num momento de grande tensão financeira para uma indústria maciçamente perturbada pelas novas tecnologias e alterações económicas”.

“Acreditamos que este tipo de jornalismo, em defesa do povo americano, é mais importante do que nunca na presente cacofonia de informação confusa, contraditória e enganadora, já para não falar de cepticismo  - ou por vezes rejeição absoluta -  dos factos.”

Esta reflexão é assinada por Christopher Callahan e Leonard Downie Jr., docentes na Universidade Estatal do Arizona, sobre a criação de dois centros de ensino de jornalismo de investigação, um na Universidade referida, outro na de Maryland. Tendo em conta a “proliferação de centros de reportagem de investigação independentes, sem objectivo de lucro, em grande parte financiados por [mecenato] filantrópico”, as universidades “estão prontas a assumir funções de liderança neste novo ecossistema de jornalismo de investigação”  - afirmam no seu texto.

O Clube

Bettany Hughes, inglesa, historiadora, autora e também editora e apresentadora de programas de televisão e de rádio, é a vencedora do Prémio Europeu Helena Vaz da Silva para a Divulgação do Património Cultural 2018.

O Prémio pretende homenagear a personalidade excecional de Hughes, demonstrada repetidamente na sua maneira de comunicar o passado de forma popular e entusiasmante.

A cerimónia de atribuição do prémio terá lugar no dia 15 de novembro 2018 na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa.


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