null, 23 de Setembro, 2018
Media

“The New York Times” aumenta em 41,8% os assinantes “online”

No espaço de um ano, The New York Times teve uma subida de 41,8% dos assinantes exclusivos da sua edição digital, que são neste momento 2,64 milhões de leitores. O seu volume de negócios anual é agora composto, em 60%, pelas assinaturas, contra um terço apenas da publicidade. A relação entre ambas tinha sido alterada em 2012, ano em que as receitas publicitárias desceram do patamar dos 50% do volume total.

“Parece que o nosso modelo económico, fundado principalmente sobre as assinaturas, é um modo eficaz de sustentar as nossas ambições jornalísticas”  -  afirma em comunicado o presidente executivo, Mark Thompson. 

Segundo Le Monde, que aqui citamos, “depois de ter conhecido um abrandamento aquando da investidura de Donald Trump, o diário acelera de novo e ganhou agora 157 mil assinantes no quarto trimestre de 2017, mais do que nos dois precedentes (154 mil e 114 mil)”. 

“Em apenas três anos, The New York Times triplicou o número dos seus assinantes exclusivos da edição online. Já não publica os números relativos aos assinantes da edição impressa.” (...) 

O jornal prevê, para 2018, um aumento da receita dos assinantes entre 5% e 9% no primeiro trimestre, conjugada com uma descida semelhante da receita da publicidade, também entre os 5% e os 9%. 

 

Mais informação em Le Monde e no próprio NYT

Connosco
CPI e "Tribuna de Macau" instituem Prémios de Ensaio e de Jornalismo da Lusofonia Ver galeria

O Prémio de Jornalismo da Lusofonia, instituído há um ano por iniciativa do jornal Tribuna de Macau, em parceria com o Clube Português de Imprensa, com o patrocínio da Fundação Jorge Álvares e o apoio do JL – Jornal de Artes, Letras e Ideias, reparte-se, nesta sua segunda edição, por dois: um aberto a textos originais, que passa a designar-se o Prémio Ensaio da Lusofonia, e outro que mantém o título de Prémio de Jornalismo da Lusofonia, destinado a textos já publicados, em suporte papel ou digital.

Mantém-se o espírito original de distinguir trabalhos “no quadro do desejado aprofundamento de todos os aspectos ligados à Língua Portuguesa, com relevo para a singularidade do posicionamento de Macau no seu papel de plataforma de ligação entre países de Língua Oficial Portuguesa”.

O Regulamento do Prémio de Lusofonia vem incluído na segunda imagem que acompanha este texto.

O efeito da revolução digital sobre a arquitectura das redacções Ver galeria

A transformação, no jornalismo, é tão rápida que até os novos termos ficam desactualizados sem que demos conta disso. Pior ainda, sem que os tenhamos sequer assimilado correctamente. É o caso da “convergência redaccional”, ou integração dos vários elementos da redacção no seu espaço reajustado. Esta reflexão é desenvolvida por Félix Bahón, jornalista, docente e investigador do Instituto para la Innovación Periodística, e foi publicada no nº 22 de Cuadernos de Periodistas, da Asociación de la Prensa de Madrid, com a qual mantemos um acordo de parceria.

O Clube

Lançado em Novembro de 2015, este site do Clube Português de Imprensa tem desenvolvido, desde então, um trabalho de acompanhamento das tendências dominantes, quer no mercado de Imprensa, quer nos media audiovisuais em geral e na Internet em particular.

Interessa-nos, também, debater o jornalismo e o modo como é exercido, em Portugal e fora de fronteiras,  cumprindo um objectivo que está na génese desta Associação.


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Opinião
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Trump contra o jornalismo
Francisco Sarsfield Cabral
Numa iniciativa inédita, mais de 300 órgãos de comunicação dos EUA manifestaram na quinta-feira repúdio contra os violentos ataques de Trump ao jornalismo.  Como jornalista com muitos anos de profissão, tenho pena de reconhecer que a qualidade do produto jornalístico baixou ao longo das últimas décadas. Mas importa perceber porquê. No século XIX o jornalismo resumia-se a… jornais impressos....
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