Quinta-feira, 19 de Abril, 2018
Estudo

Franceses recuperam a confiança nos Media tradicionais

Os meios tradicionais de informação têm vindo, nos últimos três anos, a recuperar a confiança do público francês. O mais alto nível de credibilidade é atribuído à rádio, que subiu quatro pontos, para os 56%, seguida pela Imprensa, com 52%, e pela televisão, com 48%, tendo ambas subido sete pontos em relação à medida do período anterior. Por contraste, a Internet baixou um ponto, para os 25%. Estes números são do Barómetro anual da confiança nos media, realizado pela Kantar Sofres para o diário francês La Croix, na base de um inquérito realizado entre 4 e 8 de Janeiro de 2018 junto de uma amostra, representativa da população francesa, de mil adultos, maiores de 18 anos.

Segundo este estudo, embora os sites ou aplicações ligadas a jornais continem a ser as fontes online preferidas pelos franceses, já as redes sociais parecem experimentar uma ligeira baixa e não são agora escolhidas senão por 18% dos leitores, quando se trata de buscar informação na Internet.

 

No entanto, embora a credibilidade dos media esteja em recuperação, a falta de interesse pela actualidade está a bater no seu ponto mais baixo: apenas 62% dos franceses admitem seguir com interesse as notícias, enquanto há três anos eram 76%.

 

Esta quebra de interesse aplica-se principalmente à faixa etária dos 18 aos 24 anos: só 49% dizem seguir as notícias publicadas nos meios de comunicação. São também eles que se distanciam dessa recuperação de confiança nos media tradicionais: 56% afirmam não confiar nos jornais e 49% não consideram a rádio um meio fiável.

 

Mais informação em La Croix e o estudo na Kantar Sofres, cuja imagem também incluímos

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Quando os repórteres são os heróis que nos fazem falta Ver galeria

Parece excessivo declarar que os repórteres são os heróis do nosso tempo, como vem no título do texto que aqui citamos. Quem o diz não é um jornalista, mas um historiador. E explica porquê, e de que repórteres está a falar. Trata-se daqueles que assumem riscos e perdem a vida para investigar a verdade do que sucede à nossa volta  - e esse tipo de reportagem de investigação “é um pedacinho microscópico dessa coisa a que chamamos media”.

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O jornalismo com mais “clics” pode não ser o mais lido Ver galeria

Pode acontecer que o melhor jornalismo nem seja o que é mais lido. Não gostamos de ouvir esta notícia, mas foi disto e de outras coisas parecidas que se falou no XXI Laboratorio de Periodismo da APM, o debate periódico sobre temas de actualidade que, na sua edição de Abril de 2017, teve por tema “O que lêem e o que não lêem os leitores”. O encontro decorreu na sede da Asociación de la Prensa de Madrid  - com a qual mantemos um acordo de parceria -  e foi moderado por Nemésio Rodríguez, vice-presidente da APM e actual presidente da FAPE – Federación de las Asociaciones de Periodistas de España.

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site do Clube Português de Imprensa nasceu  em Novembro de 2015. Poderia ter sido lançado, como outros congéneres, apenas com o objectivo de ser um espaço informativo sobre as actividades prosseguidas pelo Clube e uma memória permanente do seu histórico  de quase meio século . Mas foi mais ambicioso.

Nestes dois anos decorridos quisemos ser, também, um espaço de reflexão sobre as questões mais prementes que se colocam hoje aos jornalistas e às empresas jornalísticas, perante a mudança de paradigma, com efeitos dramáticos em não poucos casos.

Os trabalhos inseridos e arquivados neste site constituem já um acervo invulgar , até pela estranha desatenção com que os media generalistas  seguem o fenómeno, que está a afectá-los gravemente e do qual  serão, afinal, as primeiras vítimas.

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24
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Social Media Week New York 2018
09:00 @ Sheraton Times Square, Nova Iorque
24
Abr
Social Media Strategies Summit Chicago 2018
22:00 @ Union League Club, Chicago
25
Abr
8º Congresso Nacional de "Periodismo Autónomo y Freelance: ‘La revolución audiovisual’"
09:00 @ Sala de Conferências da Faculdade de Ciências de Informação, Universidade de Madrid
28
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Google Analytics para Jornalistas
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