null, 23 de Setembro, 2018
Media

Estudo confirma jornais menos lidos mas mais confiáveis

A boa notícia é que os jornais impressos continuam a ter prestígio; a má é que, apesar disso, são o meio de comunicação menos lido. É a conclusão que propõe o comentário de apresentação de um inquérito muito recente, realizado no Reino Unido, sobre os hábitos de consumo de notícias e o seu grau de fiabilidade e de preferência reconhecida pelos leitores.

Segundo este texto, que citamos de Media-tics, à pergunta de como se mantêm actualizados do ponto de vista das notícias, 31% dos entrevistados respondem que é pela televisão, seguida a alguma distância pelos diários online com as suas aplicações (24%) e ainda  a maior distância pelas redes sociais (18%). 

Os jornais impressos e os noticiários radiofónicos são escolhidos, em ambos os casos, por 7%.

Mas a situação dá uma grande volta quando se trata de escolher o meio que tem mais probabilidade de proporcionar uma informação fidedigna e validada pelos factos. Neste ponto, 61% dos entrevistados nomeiam os jornais de grande formato e 52% as emissoras nacionais. Os conteúdos que se partilham nas redes sociais, e que são seguidos por muitos, só recolhem a confiança de cerca de 4%. 

Mas o sentido das respostas também depende muito do modo como se faz a pergunta. É neste ponto que a profissão do jornalismo leva um “balde de água fria”, quando a questão formulada é sobre “em quem confiaria mais, para lhe transmitir uma reportagem fiável, e factualmente verificada”, só 30% mencionam um jornalista, enquanto 45% preferem “um membro do público presente na cena”... 

O estudo foi realizado pela Morar Researsch para a agência de vídeo Newsflare, sobre duas mil entrevistas. 

 

Mais informação em Media-Tics, que cita a PressGazette

Connosco
CPI e "Tribuna de Macau" instituem Prémios de Ensaio e de Jornalismo da Lusofonia Ver galeria

O Prémio de Jornalismo da Lusofonia, instituído há um ano por iniciativa do jornal Tribuna de Macau, em parceria com o Clube Português de Imprensa, com o patrocínio da Fundação Jorge Álvares e o apoio do JL – Jornal de Artes, Letras e Ideias, reparte-se, nesta sua segunda edição, por dois: um aberto a textos originais, que passa a designar-se o Prémio Ensaio da Lusofonia, e outro que mantém o título de Prémio de Jornalismo da Lusofonia, destinado a textos já publicados, em suporte papel ou digital.

Mantém-se o espírito original de distinguir trabalhos “no quadro do desejado aprofundamento de todos os aspectos ligados à Língua Portuguesa, com relevo para a singularidade do posicionamento de Macau no seu papel de plataforma de ligação entre países de Língua Oficial Portuguesa”.

O Regulamento do Prémio de Lusofonia vem incluído na segunda imagem que acompanha este texto.

O efeito da revolução digital sobre a arquitectura das redacções Ver galeria

A transformação, no jornalismo, é tão rápida que até os novos termos ficam desactualizados sem que demos conta disso. Pior ainda, sem que os tenhamos sequer assimilado correctamente. É o caso da “convergência redaccional”, ou integração dos vários elementos da redacção no seu espaço reajustado. Esta reflexão é desenvolvida por Félix Bahón, jornalista, docente e investigador do Instituto para la Innovación Periodística, e foi publicada no nº 22 de Cuadernos de Periodistas, da Asociación de la Prensa de Madrid, com a qual mantemos um acordo de parceria.

O Clube

Lançado em Novembro de 2015, este site do Clube Português de Imprensa tem desenvolvido, desde então, um trabalho de acompanhamento das tendências dominantes, quer no mercado de Imprensa, quer nos media audiovisuais em geral e na Internet em particular.

Interessa-nos, também, debater o jornalismo e o modo como é exercido, em Portugal e fora de fronteiras,  cumprindo um objectivo que está na génese desta Associação.


ver mais >
Opinião
Costuma dizer-se que “no melhor pano cai a nódoa”. E assim aconteceu com o prestigiado jornal americano “The New New York Times” ao decidir publicar, como opinião, um artigo não assinado com o sugestivo titulo “I Am Part of the Resistance Inside the Trump Administration”, que dispensa tradução. Depois do saudável movimento, que congregou, recentemente, 350 jornais americanos, em resposta ao apelo do The Boston Globe,...
Trump contra o jornalismo
Francisco Sarsfield Cabral
Numa iniciativa inédita, mais de 300 órgãos de comunicação dos EUA manifestaram na quinta-feira repúdio contra os violentos ataques de Trump ao jornalismo.  Como jornalista com muitos anos de profissão, tenho pena de reconhecer que a qualidade do produto jornalístico baixou ao longo das últimas décadas. Mas importa perceber porquê. No século XIX o jornalismo resumia-se a… jornais impressos....
Em meados do séc. XVIII, os parisienses que quisessem manter-se “au courant” àcerca do andamento da Guerra dos Sete Anos (iniciada em 1756) não tinham muitas escolhas. Se fizessem parte, dentre os 600 mil habitantes da capital francesa, da minoria que sabia ler – menos de metade dos homens e uma quarta parte das mulheres – e também estivessem entre os poucos privilegiados que podiam dar-se ao luxo de comprar um jornal, tinham três...
Agenda
24
Set
Ateliê de Jornalismo Televisivo
09:00 @ Cenjor, Lisboa
24
Set
25
Set
The Radio Show
09:00 @ Orlando, Florida, USA