Sexta-feira, 18 de Janeiro, 2019
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Estudo sobre “Jornalismo Inovador na América Latina” já disponível em português

Todos os artigos da série “Jornalismo Inovador na América Latina”, publicados entre Dezembro de 2016 e Abril de 2017 no blog do Centro Knight, foram agora reunidos num livro em formato digital, que está disponível no respectivo site. Para esta série, o Centro Knight cobriu projectos de 47 meios de comunicação ou sites de 11 países da América Latina e dos Estados Unidos.

O livro foi publicado originalmente em espanhol, mas já estão prontas as versões em inglês e em português. O Brasil está presente em vários textos: 

Num artigo sobre realidade virtual e vídeos 360, representado pela TV Globo. Numa reportagem sobre o repórter e colunista político Fernando Rodrigues, de Brasília, que, depois de ser demitido, lançou uma startup que hoje emprega mais de 20 jornalistas, o Poder 360. Na história do novo site noticioso Nexo, que se define como fazendo um “jornalismo de contexto e multidisciplinar”. Na reportagem sobre as experiências de fact-checking na América Latina, e noutros estudos incluídos nesta recolha. 

Teresa Mioli, coordenadora de conteúdo do Centro Knight, e Ismael Nafría, jornalista em residência durante o ano lectivo 2016-2017, foram co-editores do blog e do livro digital “Jornalismo Inovador na América Latina”. O Centro Knight também publicou recentemente o livro de Nafría “A reinvenção do New York Times”. 


Um dos trabalhos incluídos está também presente noutro local deste site e pode ser consultado procurando na janela de "pesquisar", sob o título "O contributo da banda desenhada para o jornalismo de investigação".

Os cinco guias com conselhos práticos, no final do livro, são dedicados aos seguintes temas: a construção de uma equipa de jornalismo de dados; como os media e os jornalistas podem ampliar o seu público; a produção e distribuição de vídeos na Internet; como lançar um podcast; e como melhorar a segurança digital para jornalistas e meios de comunicação. 

 

O texto de apresentação de “Jornalismo Inovador na América Latina”, que contém o link para o acesso ao mesmo, em pdf

Connosco
António Martins da Cruz em Janeiro no ciclo de jantares-debate “Portugal: que País vai a votos?” Ver galeria

O próximo orador-convidado do novo ciclo de jantares-debate subordinado ao tema “Portugal: que País vai a votos?” é o embaixador António Martins da Cruz, um observador atento, persistente e ouvido da realidade portuguesa, que aceitou estar connosco.

A conferência está marcada para o próximo dia 24 de Janeiro na Sala da Biblioteca do Grémio Literário, dando continuidade à iniciativa lançada há cinco anos pelo CPI -  Clube Português de Imprensa, em parceria com o CNC – Centro Nacional de Cultura e o próprio Grémio.

Político e diplomata, António Manuel de Mendonça Martins da Cruz nasceu a 28 de Dezembro de 1946, em Lisboa. Licenciado em Direito pela Universidade de Lisboa, fez ainda estudos de pós-graduação na Universidade de Genebra, na Suíça.

Edição especial de "Charlie Hebdo" no aniversário do atentado Ver galeria

A revista satírica francesa Charlie Hebdo recordou o atentado de 7 de Janeiro de 2015, contra a sua redacção, publicando uma edição especial com a capa acima reproduzida, mostrando a imagem de um cardeal católico e um imã muçulmano soprando a chama de uma vela. Partindo desta imagem, o jornalista Rui Martins sugere que “ambos desejam a mesma coisa, em nome de Jesus ou Maomé: o advento do obscurantismo, para se apagar, enfim, o Iluminismo e mergulharmos novamente num novo período de trevas”.

Segundo afirma, “esse número especial não quer apenas relembrar a chacina, Charlie Hebdo vai mais longe”:
“Esse novo milénio, profetizado pelo francês André Malraux como religioso, será mais que isso. Será fundamentalista, fanático, intolerante e irá pouco a pouco asfixiar os livres pensadores até acabar por completo com o exercício da livre expressão.”

No Observatório da Imprensa do Brasil, com o qual mantemos um acordo de parceria.

O Clube

O Novo Ano não se antevê fácil para os media e para o jornalismo.

Sobram os indicadores pessimistas, nos jornais, com a queda acentuada de  vendas,  e nas televisões, temáticas ou generalistas, com audiências degradadas e uma tendência em ambos os casos para a tabloidização, como forma  já desesperada de fidelização de  leitores e espectadores, atraídos por outras fontes de informação e de entretenimento.


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Opinião
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