Quinta-feira, 19 de Outubro, 2017
Media

Jornalistas exigem segurança nos estádios

A Direcção do Sindicato de Jornalistas voltou a apresentar, na Comissão de Cultura, Comunicação, Juventude e Desporto da Assembleia da República, o pedido para que sejam criadas condições de trabalho em segurança, para os jornalistas, nos estádios e recintos desportivos.

O Sindicato rejeitou ainda a utilização de coletes com publicidade pelos profissionais da comunicação social.

No site do Sindicato de Jornalistas (SJ) pode ler-se que “quanto à proposta para que as ofensas à integridade física dos jornalistas passem a ser crime público, o SJ disse aos deputados que, não concordando com esta pretensão, vai levar o debate às redacções e aos jornalistas através dos Conselhos de Redacção, contribuindo deste modo para um debate global e participado”.

“Conforme foi transmitido na Comissão, na opinião do SJ o que deve ser feito, de imediato, é equiparar no Código Penal o jornalista a outras profissões ou funções de interesse público com o intuito de que o crime cometido passe a ser submetido a especial grau de censura, podendo, por esta via, ser qualificado ou ter a pena agravada, “menciona ainda a mesma notícia.

Pode também ler-se no mesmo artigo, que  durante a audição foi abordado o tema relacionado com a “ reunião que vai ser pedida aos comandos da PSP e da GNR, no sentido de serem partilhadas várias preocupações e, por outro lado, para que se possa criar um clima de compreensão, por parte das forças de segurança, em relação ao trabalho específico e essencial dos jornalistas no terreno “ bem como ” a atribuição de credenciais de acesso ao relvado a pessoas sem a carteira profissional e a confusão entre comentário desportivo e jornalismo de informação, algo que, em certas situações, pode levar a que profissionais no terreno sejam alvo de agressões foram também discutidos no encontro”.

Connosco
“Floriram por Pessanha as rosas bravas, 150 anos depois” - a reportagem vencedora do Prémio de Jornalismo da Lusofonia Ver galeria

Um trabalho sobre Camilo Pessanha, no âmbito das comemorações  dos 150 anos do nascimento do poeta, assinado pela jornalista Sílvia Gonçalves ,  no jornal “Ponto Final” , foi distinguido com o Prémio de Jornalismo da Lusofonia, instituído em parceria pelo Clube Português de Imprensa e pelo Jornal Tribuna de Macau.

Trata-se de uma reportagem com o título “Floriram por Pessanha  as rosas bravas, 150 anos depois”  que o júri, escolheu por unanimidade, realçando “a originalidade da abordagem e a forma como foi construída a narrativa” , reconhecendo que o texto “não se limitou a ser evocativo dos 150 anos de Camilo Pessanha,  contribuindo para o conhecimento do poeta e da sua relação estreita com a lusofonia”.

Isabel Mota abre em Outubro novo ciclo de jantares-debate Ver galeria

O novo ciclo de jantares-debate,  promovido pelo Clube Português de Imprensa, em parceria com o Centro Nacional de Cultura e o  Grémio Literário, vai subordinar-se ao tema genérico “O estado do Estado;  Estado, Sociedade, Opções” e arranca no próximo dia 23 de Outubro, tendo Isabel Mota, presidente da Fundação Calouste Gulbenkian, como oradora convidada.

Isabel Maria de Lucena Vasconcelos Cruz de Almeida Mota, de seu nome completo, nasceu em Lisboa, teve uma educação tradicional, uma adolescência pacata e  passou dois anos em Moçambique,  onde o pai foi colocado em missão.

Licenciou-se em Economia e Finanças, foi assistente no Instituto Superior de Ciências Económicas e Financeiras da Universidade Técnica de Lisboa e  conselheira na Representação Permanente de Portugal junto da União Europeia, em Bruxelas, tendo representado  Portugal em várias organizações multilaterais.

O Clube

O cineasta alemão Wim Wenders foi distinguido com o Prémio Europeu Helena Vaz da Silva para a Divulgação do Património Cultural, pelo seu contributo para a história multicultural da Europa e dos ideais europeus. Ao ser informado da decisão, Wim Wenders declarou que “a Europa é uma utopia em curso, construída, mais do que por qualquer outra coisa, pelo seu legado cultural”. A cerimónia de entrega do Prémio  - instituído em 2013 pelo Centro Nacional de Cultura, em cooperação com a “Europa Nostra” e o Clube Português de Imprensa -  terá lugar em 24 de Outubro de 2017, na Fundação Calouste Gulbenkian.


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Opinião
A comunicação social e a Catalunha
Francisco Sarsfield Cabral
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