Sexta-feira, 22 de Fevereiro, 2019
Media

Jornalistas exigem segurança nos estádios

A Direcção do Sindicato de Jornalistas voltou a apresentar, na Comissão de Cultura, Comunicação, Juventude e Desporto da Assembleia da República, o pedido para que sejam criadas condições de trabalho em segurança, para os jornalistas, nos estádios e recintos desportivos.

O Sindicato rejeitou ainda a utilização de coletes com publicidade pelos profissionais da comunicação social.

No site do Sindicato de Jornalistas (SJ) pode ler-se que “quanto à proposta para que as ofensas à integridade física dos jornalistas passem a ser crime público, o SJ disse aos deputados que, não concordando com esta pretensão, vai levar o debate às redacções e aos jornalistas através dos Conselhos de Redacção, contribuindo deste modo para um debate global e participado”.

“Conforme foi transmitido na Comissão, na opinião do SJ o que deve ser feito, de imediato, é equiparar no Código Penal o jornalista a outras profissões ou funções de interesse público com o intuito de que o crime cometido passe a ser submetido a especial grau de censura, podendo, por esta via, ser qualificado ou ter a pena agravada, “menciona ainda a mesma notícia.

Pode também ler-se no mesmo artigo, que  durante a audição foi abordado o tema relacionado com a “ reunião que vai ser pedida aos comandos da PSP e da GNR, no sentido de serem partilhadas várias preocupações e, por outro lado, para que se possa criar um clima de compreensão, por parte das forças de segurança, em relação ao trabalho específico e essencial dos jornalistas no terreno “ bem como ” a atribuição de credenciais de acesso ao relvado a pessoas sem a carteira profissional e a confusão entre comentário desportivo e jornalismo de informação, algo que, em certas situações, pode levar a que profissionais no terreno sejam alvo de agressões foram também discutidos no encontro”.

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“Esperamos respostas tão breve quanto possível, porque ainda há muitas questões”  - afirmou.
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Um fotojornalista português, Mário Cruz, da Agência Lusa, figura entre os nomeados para o World Press Photo 2019, o mais prestigiado prémio de fotojornalismo do mundo, cuja identidade e trabalhos a concurso foram agora conhecidos. A Fundação organizadora introduziu também uma nova categoria a ser premiada, a História do Ano, destinada a “fotógrafos cuja criatividade e habilidades visuais produziram uma história com excelente edição e sequenciamento, que captura ou representa um evento ou assunto de grande importância jornalística”.

A imagem de Mário Cruz, intitulada “Viver entre o que foi deixado para trás”, mostra uma criança recolhendo material reciclável, deitada num colchão cercado por lixo, enquanto flutua no rio Pasig, em Manila, nas Filipinas.

Os vencedores do concurso serão conhecidos na cerimónia marcada para 11 de Abril, em Amesterdão, na Holanda.

O Clube


Lançado em Novembro de 2015, este site tem vindo a conquistar uma audiência crescente, traduzida no número de visitantes e de sessões e do tempo médio despendido. É reconfortante e  encorajador, para um projecto concebido para ser um espaço de informação e de reflexão sobre os problemas que se colocam, de uma forma cada vez mais aguda, ao jornalismo e aos  media.

Observa-se , aliás, ressalvadas as excepções , que a problemática dos media , desde a precariedade  dos seus quadros às incertezas do futuro -  quer no plano tecnológico  quer no editorial - , raramente  constitui  tema de debate  nas páginas dos jornais, e menos ainda nas  suas versões  online ou nos audiovisuais. É um assunto quase tabú.


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