Quarta-feira, 18 de Julho, 2018
Media

Lucros da Cofina recuam no primeiro trimestre do ano

Os lucros da Cofina, que engloba o Correio da Manhã e o canal CMTV, recuaram no primeiro trimestre, fixando-se em 648 mil euros, o que que equivale a uma perda percentual de 35,4%.

No período homólogo de 2016 o Grupo tinha atingido o milhão de euros de resultados. Em comunicado enviado à CMVM, a Cofina informa que o período em análise foi “caracterizado por um decréscimo das receitas totais”.

De acordo com o site electrónico “Meios & Publicidade, ao analisar as receitas do Grupo, nota-se que “a maior descida em volume foi a das receitas de circulação, que passaram de 12,6 milhões de euros para 11,1 milhões, enquanto a descida das receitas de produtos de marketing alternativo representa uma redução de cerca de 400 mil euros ao passar dos 3,5 milhões de euros para aproximadamente 3,1 milhões. A descida das receitas publicitárias foi pouco significativa, fixando-se em 6,38 milhões de euros que comparam com 6,41 milhões no primeiro trimestre de 2016”.

Por   segmentos, verifica-se que “o mais castigado continua a ser o das revistas, que vê agravado o EBITDA negativo de -373 mil euros registado no primeiro trimestre de 2016 para -538 mil euros, uma quebra na ordem dos 44,2%. Situação que se deve a uma queda de 21,9% nas receitas operacionais, de 4,1 milhões de euros para 3,2 milhões, a que nem um corte de 16,4% nos custos operacionais, que passam de 4,5 milhões de euros para 3,8 milhões, conseguiu fazer face”.

No comunicado enviado à CMVM, a Cofina sublinha que “no âmbito do processo de reorganização foi encerrada a edição impressa da revista semanal Flash (mantendo-se a edição online apenas), o que implicou custos não recorrentes e menos receitas comparativamente com o período homólogo do ano anterior”.

Embora menos afectado, o segmento de jornais também não apresenta resultados animadores. O EBITDA fixou-se nos 2,9 milhões de euros, uma descida de 11,7% face aos 3,3 milhões registados em igual período do ano anterior. (…) O único sinal positivo vem das receitas publicitárias, que cresceram 2% para se fixarem nos 15,2 milhões de euros, que se comparam com 14,5 milhões nos primeiros três meses de 2016.

Sublinhe-se, entretanto, que os resultados do segmento de jornais incluem os resultados do canal CMTV.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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