null, 20 de Maio, 2018
Media

Marcelo teve o dobro do “tempo de antena” de Cavaco ao fim de um ano de mandato

Completado o primeiro ano de mandato, o Presidente Marcelo Rebelo de Sousa já teve mais de mil horas de presença na TV, quase o dobro do que sucedeu com o seu antecessor, Cavaco Silva, no período homólogo do seu segundo mandato. Também na Imprensa, não houve um dia em que não fosse mencionado; na televisão, só não foi visto em sete dias, e na rádio não foi escutado em 37 dias. Estes números são de um estudo elaborado pela Cision e agora divulgado.

Segundo o referido trabalho, aqui citado da revista Meios & Publicidade, foram editadas durante este período, em Portugal, 118.247 notícias com referências ao actual Chefe do Estado.

Na televisão, meio que conhece bem e onde se sente à vontade, Marcelo Rebelo de Sousa gerou um total de 1.060 horas de emissão entre as várias estações. Na rádio, embora mais baixos, os números não deixam de ser significativos, com 208 horas de programação. 

“Também na Internet a presença de Marcelo Rebelo de Sousa foi uma constante. Só em Portugal, foram publicadas 52.280 peças informativas em que o seu nome foi mencionado. (...) Nos sites noticiosos internacionais monitorizados pela Cision, foram detectados quase 20 mil artigos (19.733, em concreto) com referências ao Chefe do Estado Português.” 

O objecto de análise deste estudo são todas as notícias mencionando Marcelo Rebelo de Sousa, veiculadas no espaço editorial português e internacional. O trabalho incide sobre o período decorrido entre os dias 9 de Março de 2016, data da tomada de posse de Marcelo Rebelo de Sousa como Presidente da República, e 6 Março de 2017.

Em Números:

Imprensa (Portugal)  – 18.342 artigos

TV (Portugal)  – 39.940 artigos

Rádio (Portugal)  – 7.685 artigos

Internet (Portugal)  – 52.280 artigos

Total (Portugal)  – 118.247 artigos

Horas TV (Portugal)  – 1.060 horas (44 dias e 3 horas)

Horas Rádio (Portugal)  – 208 horas (8 dias e 15 horas)

Internacional  – 19.733 artigos

 

Mais informação na Meios & Publicidade

Connosco
Conferência a 22 de Maio com ministro Mário Centeno Ver galeria

Mário Centeno, Ministro das Finanças e Presidente do Eurogrupo, é o nosso orador convidado para o jantar-debate do próximo dia 22 de Maio, promovido pelo Clube Português de Imprensa, em parceria com o Centro Nacional de Cultura e o Grémio Literário, sob o tema que tem presidido a esta série  - “O estado do Estado: Estado, Sociedade, Opções”.

Mário José Gomes de Freitas Centeno nasceu em Olhão, em Dezembro de 1966, e fez o seu percurso académico em Lisboa, para onde veio morar, com os pais e irmãos, quando tinha 15 anos. Obteve no ISEG  - Instituto Superior de Economia e Gestão a sua licenciatura em Economia, em 1990, seguida de um mestrado em Matemática Aplicada na mesma escola superior.


Livro de memórias de Pedro Rolo Duarte sem ser autobiografia Ver galeria

Pedro Rolo Duarte, que nos deixou em Novembro de 2017, deixou também um conjunto de textos agora reunidos e publicados em livro. O título, “Não Respire”, vai direito a um tema incontornável, que o autor assume e é continuado logo abaixo, na mesma capa: “Tudo começou cedo demais (e quando dei por isso era tarde)”.
O Observador, que publica excertos de momentos marcantes da sua vida, explica que “a autobiografia póstuma do jornalista, que a editora Manuscrito acabou de publicar, fala naturalmente da doença, mas não só”. O primeiro desses excertos é “o vício do tabaco”. Mas as 296 páginas “estão repletas de histórias de uma vida cheia. Nelas, Rolo Duarte recordou os melhores tempos de uma carreira com mais de 30 anos (a fundação d’O Independente, do DNA), os amigos, as paixões e os vícios. Sempre com grande saudade mas sem uma ponta de pessimismo.”

O Clube


Este
site do Clube Português de Imprensa nasceu  em Novembro de 2015. Poderia ter sido lançado, como outros congéneres, apenas com o objectivo de ser um espaço informativo sobre as actividades prosseguidas pelo Clube e uma memória permanente do seu histórico  de quase meio século . Mas foi mais ambicioso.

Nestes dois anos decorridos quisemos ser, também, um espaço de reflexão sobre as questões mais prementes que se colocam hoje aos jornalistas e às empresas jornalísticas, perante a mudança de paradigma, com efeitos dramáticos em não poucos casos.

Os trabalhos inseridos e arquivados neste site constituem já um acervo invulgar , até pela estranha desatenção com que os media generalistas  seguem o fenómeno, que está a afectá-los gravemente e do qual  serão, afinal, as primeiras vítimas.

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Opinião
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