Quinta-feira, 19 de Outubro, 2017
Media

Um novo feminismo conquista espaço na cultura digital

A cultura digital está a conferir “armas muito poderosas às mulheres, o que propicia a emergência de um novo feminismo”. A agenda das Nações Unidas para o Dia Internacional da Mulher propõe um planeta 50-50 no mundo laboral, em 2030, mas já hoje, em 2017, “as mulheres estão em clara maioria na cultura digital; a revolução digital e tecnológica está a exercer um papel decisivo no ‘empoderamento’ das mulheres”. Esta reflexão é de Miguel Ormaetxea, editor de Media-tics, a propósito da celebração do 8 de Março.

“As mulheres estão a conquistar a Internet”  -  afirma Ormaetxea. “Na maior rede social do mundo, o Facebook, há mais 11% de mulheres do que homens. Há três vezes mais mulheres do que homens noutra rede social, a Pinterest. As mulheres também são uma maioria esmagadora no Instagram. Os blogs escritos por mulheres estão em maioria absoluta na rede. As mulheres estão a tomar a liderança digital e isto supõe uma mudança cultural de grande transcendência.”  (...) 

Segundo o autor, “ao feminismo do tipo Simone de Beauvoir seguem-se novas heroínas como Sheryl Sandberg, número dois no Facebook”. 

“Este novo feminismo não pretende bater-se contra os homens, nem como eles. São os novos modelos de uma geração que está a dar nova visibilidade ao feminismo no espaço público. Caracteriza-se pela ausência de directrizes hegemónicas, havendo antes uma interessante multiplicidade de vozes.”  (...) 

Muitos destes novos sites “não têm possibilidade de comentários, como se as mulheres quisessem proteger-se dos numerosos trolls machistas que inundam a Internet. Também emerge uma crítica cultural feminista, que pretende manifestar um ponto de vista feminino em muitos sectores maioritariamente dominados por homens”.

 

 

Mais informação no artigo original, em Media-tics

Connosco
Relatório assinala em Espanha quebra do consumo de TV por assinatura Ver galeria

O consumo doméstico de televisão por assinatura em Espanha, no ano de 2016, foi de 14,5 euros por mês, por habitação, o que significa quase 21% do seu gasto total em tecnologias de informação e comunicação. Esta quantia é 6,5% inferior à de 2015, que se situava numa média de 15,4%. Os dados são do relatório La sociedad en red 2016, elaborado pelo Observatorio Nacional de las Tecnologías de la Sociedad de la Información (ONTSI).

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O Clube

Está formado o Júri que vai apreciar os trabalhos concorrentes ao Prémio de Jornalismo da Lusofonia, instituído pelo Clube Português de Imprensa (CPI) e pelo Jornal Tribuna de Macau (JTM),  com o apoio da Fundação Jorge Álvares.

O Júri será presidido por Dinis de Abreu, em representação do CPI, e integrado pelos jornalistas José Rocha Diniz, fundador e administrador do Jornal Tribuna de Macau, José Carlos de Vasconcelos, director do JL – Jornal de Letras, Artes e Ideias, Carlos Magno, pela Fundação Jorge Álvares e por José António Silva Pires, também do CPI.


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