Quarta-feira, 19 de Junho, 2019
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O Clube


Lançado em Novembro de 2015, este site tem vindo a conquistar uma audiência crescente, traduzida no número de visitantes e de sessões e do tempo médio despendido. É reconfortante e  encorajador, para um projecto concebido para ser um espaço de informação e de reflexão sobre os problemas que se colocam, de uma forma cada vez mais aguda, ao jornalismo e aos  media.

Observa-se , aliás, ressalvadas as excepções , que a problemática dos media , desde a precariedade  dos seus quadros às incertezas do futuro -  quer no plano tecnológico  quer no editorial - , raramente  constitui  tema de debate  nas páginas dos jornais, e menos ainda nas  suas versões  online ou nos audiovisuais. É um assunto quase tabú.


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Opinião
Sejam de direita ou de esquerda, há uma verdadeira inflação de políticos no activo - ou supostamente retirados - ,  “vestidos” de comentadores residentes nas televisões, com farto proveito. Alguns deles acumulam mesmo os “plateaux” com os microfones  da rádio ou as colunas de jornais, demonstrando  uma invejável capacidade de desdobramento. O objectivo comum a todos é, naturalmente,  pastorearem...
Ao longo do último ano os jornais britânicos The Times e The Sunday Times têm desenvolvido esforços consideráveis para conseguir manter os assinantes digitais que foram angariando ao longo do tempo. A renovação das assinaturas digitais é uma das crónicas dores de cabeça que os editores de publicações enfrentam, tanto mais que estudos recentes comprovam que uma sólida base de assinantes e leitores...
“Fake news”, ontem e hoje
Francisco Sarsfield Cabral
Lançar notícias falsas sobre adversários políticos ou outros existe há séculos. Mas a internet deu às mentiras uma capacidade de difusão nunca antes vista.  Divulgar no espaço público notícias falsas (“fake news”) é hoje um problema que, com razão, preocupa muita gente. Mas não se pode considerar que este seja um problema novo. Claro que a internet e as redes sociais proporcionam...
Breves
SIC lança obrigações

A SIC vai fazer uma emissão obrigacionista de 30 milhões de euros destinada a investidores de retalho, propondo pagar um juro de 4,5 por cento por títulos de dívida com maturidade a três anos. Ao todo serão emitidas um milhão de obrigações, com valor nominal de 30 euros. A subscrição termina a 4 de Julho. Os investidores terão de comprar um mínimo de 50 obrigações, o que implica um investimento base de 1.500 euros. Segundo a SIC o objectivo desta operação é “diversificar as fontes de financiamento e alargar a maturidade média da dívida” da empresa.
O rosto da operação será a apresentadora Cristina Ferreira.

Dignus nova revista sobre geriatria

Uma nova revista dedicada à geriatria e gerontologia, vai ser lançada em breve pela Comunicação e Imprensa Especializada (Grupo Publindústria). A Dignus será distribuída em papel e e-mail para os assinantes e empresas da área. A revistadirige-se a “todos os interlocutores na área da geriatria e gerontologia, sejam eles os cuidadores, idosos, pessoal médico, técnicos, psicólogos, instituições e empresas”. A revista terá tem um preço de capa de 9,50 euros.

Google factura à custa dos jornais

Um estudo independente concluiu que a Google obteve receitas de 4,7 mil milhões de dólares, em 2018, com conteúdos produzidos pela comunicação social. A publicidade que é mostrada em pesquisas de notícias no Google ou nos artigos noticiosos que a empresa apresenta no serviço Google News, é o grande responsável por estas receitas, de acordo com artigo do ECO. Este estudo, noticiado pelo The New York Times, em regime de  acesso pago, foi feito pela News Media Alliance.

Lemon Mag já está nas bancas

Já está nas bancas a primeira edição da Lemon Mag, uma revista trimestral dedicada ao segmento de moda infantil e “inspirada no movimento modern motherwood.” A publicação “representa a maternidade imperfeita, disruptiva, atrevida e cheia de estilo” nas palavras de Bárbara Pinto, fundadora da publicação desenvolvida em parceria com a Media Camp. “O segmento da moda infantil tem vindo a ganhar importância e relevância em Portugal, sendo que temos assistido ao nascimento, crescimento e consolidação internacional de um conjunto de marcas nacionais”, refere Nuno Santiago, CEO da Media Camp e publisher da Lemon Mag. “Sentimos que era o momento de apostar neste segmento, encontrámos a parceira certa para este negócio, e decidimos incluir a Lemon Mag no nosso portfólio editorial”, conclui o responsável. A publicação, com periodicidade trimestral, tem um preço de capa de 7 euros.

"Newsletter" do JDD

O Journal Du Dimanche lançou recentemente uma newsletter, que vai antecipar a actualidade. Divulgado através de meios digitais, a nova edição do  “Journal De Demain”, é enviada por email todas as tardes, de segunda a sábado, às 18h30. Com esta inovação, o JDD , criou um meio suplementar para enfrentar a crise de difusão da imprensa em papel, constituíndo uma comunidade de leitores que têm em comum gostar de estar informados antes dos outros.

Agenda
21
Jun
Social Media Day: Halifax
09:00 @ Halifax, Nova Escócia, Canadá
22
Jun
Google Analytics para Jornalistas
09:00 @ Cenjor, Lisboa
25
Jun
Big Day of Data
09:00 @ Savoy Place, Londres
02
Jul
The Children’s Media Conference
16:00 @ Sheffield,Reino Unido
Connosco
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O País “que vai a votos” não está bem, segundo António Carrapatoso, e a sua comunicação social também não está.
Nosso mais recente convidado, o gestor e empresário António Carrapatoso afirmou que o País “não está bem” porque a forma como a sociedade está organizada e funciona “não permite aproveitar e desenvolver as capacidades dos portugueses”.

Quanto à comunicação social que temos, definiu-a como “uma instituição fraca, que não cumpre suficientemente o seu papel do ponto de vista do interesse do cidadão” , por não ser suficentemente independente, inovadora e diversificada.
“A sua qualidade, acutilância, capacidade de investigação, de escrutínio e explicativa, estão aquém do desejável”  - disse.

Sobre as causas desta situação, a seguir à reduzida dimensão do mercado, apontou a “concorrência distorcida”, as deficiências da regulação e legislação e motivos de outra ordem:

Em sua opinião, não se faz mais para mudar porque “muitos partidos e líderes políticos estão contentes com a situação actual, não querem uma comunicação social verdadeiramente independente, investigadora, escrutinadora e qualificada”;  e ainda porque os próprios cidadãos “não ligam assim tanto à importância da comunicação social”  - motivo porque também "não fazem subscrições que poderiam fazer".
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Na sua grande maioria, quase a chegar aos 90%, os cidadãos dos Estados Unidos vêem televisão com as mãos ocupadas a fazer pesquisa na Internet, ou a consultar as suas redes favoritas, ou outra coisa qualquer. Muitas vezes é para identificarem melhor aquilo de que se trata no programa, outras é mesmo para “partilhar” imediatamente com alguém...

Já estávamos habituados a ver as pessoas fazerem isto à mesa, ao lado da família ou dos amigos reais (não os do Facebook). Os olhos e ouvidos estão sempre noutra “janela”. Agora, os dados colhidos pelo grupo Nielsen, especializado em medidas de audiência, revelam a extensão desta espécie de dupla presença simultânea.

O estudo original, intitulado “Internet e tendências digitais para 2019”, é da especialista em capital de risco Mary Meeker.

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O jornalista espanhol Javier Chicote, do diário ABC, foi distinguido com o Prémio APM do Melhor Jornalista do Ano em 2018, “pelos seus trabalhos de investigação, tanto no campo da economia como da política ou do desporto”. Entrevistado pela Asociación de la Prensa de Madrid, reconhece que “escolher um jornalista de investigação como Jornalista do Ano é um incentivo a este tipo de jornalismo, uma disciplina que se pratica pouco e na qual os media deviam apostar mais”; o problema é que “é caro, difícil e cria muitos inimigos”.

Apesar de tudo, como afirma, Espanha “é um país onde se pode exercê-lo com alguma tranquilidade”:

“Há muitos casos de jornalistas de investigação no México que investigam sobre o narcotráfico e levam dois tiros. Neste aspecto, temos sorte. Na Rússia, Anna Politkovskaya incomodou Putin com a Chechénia e um dia deram-lhe dois tiros no elevador do prédio onde morava.”

Em Espanha, diz Javier Chicote, este jornalismo traz processos e pressões:

“Já me puseram muitos processos e, felizmente, ganhei-os todos. E há muitas pressões: atacam-nos, dizem mal de nós, e outros media falam de nós. De cada vez que publicamos alguma coisa, arranjamos mais um inimigo. É verdade que é uma grande pressão, mas a prazo compensa muito.”

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O território do Sahara Ocidental tornou-se um “autêntico buraco negro informativo”, e o jornalismo “é uma das muitas vítimas deste conflito abandonado pelo foco mediático”, segundo um relatório da secção espanhola dos Repórteres sem Fronteiras, agora divulgado.

“É útil e necessário que em Espanha se fomentem trabalhos como este, porque é uma pequena forma, embora valiosa, de pagarmos parte da nossa imensa dívida “ para com o Sahara Ocidental  - sublinhou Victoria Prego, presidente da APM, na sessão de apresentação do relatório.  A Espanha “nunca encarou de frente o compromisso político, histórico e moral” que tinha para com o povo sahrauí  - afirmou ainda.

Criticou também o controlo “muito abusivo e manipulador” que Marrocos exerce sobre a população, bem como o tratamento dado aos jornalistas, que são “perseguidos, massacrados, desautorizados e silenciados”.

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O nível de confiança dos portugueses nos media e no jornalismo, de modo geral, baixou, este ano, quatro pontos percentuais, para 58%, “mas ainda deixa Portugal em segundo lugar entre 38 países”  -  abaixo da Finlândia (com 59%) e acima da Dinamarca (com 57%). E o consumo de informação pelo telemóvel ultrapassou, pela primeira vez, o do computador (com 62% contra 57%), continuando os tablets em declínio nesta função. A televisão continua, no entanto, a ser o meio de comunicação preferido, no nosso País, como fonte de notícias, com 81%, ficando a leitura online em segundo, com 79%.

O nível médio de confiança, em todos os países avaliados, desceu dois pontos, para 42%, e menos de metade dos inquiridos (49%) concordam que confiam sobretudo nos meios que eles próprios usam. Este nível caíu onze pontos, em França, ficando em 24%, “à medida que os media estão sob ataque por causa da sua cobertura do movimento dos ‘coletes amarelos’”. A confiança nas notícias obtidas por pesquisa na Internet (33%), ou pelas redes sociais (23%), mantém-se estável, mas baixa, com os valores referidos.

Na tabela do relatório sobre a preocupação quanto ao que é verdadeiro ou falso nas notícias pela Internet, o Brasil vem em primeiro lugar, com 85%, e Portugal em segundo, com 75%.

São estas algumas das conclusões destacadas do Digital News Report 2019, do Instituto Reuters, agora divulgado. O trabalho assenta num inquérito realizado pela empresa de pesquisa de mercado YouGov, junto de 75 mil consumidores de informação online de 38 países, incluindo, pela primeira vez, a África do Sul.
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É verdade que as grandes plataformas tecnológicas têm os seus projectos de apoio ao jornalismo  - mas do que se trata realmente? No caso do Brasil, só o Google “vai despejar milhões de dólares em projetos de fact-checking, fortalecimento de padrões de qualidade, eventos, incubação de novos meios e até educação mediática”, como conta Rogério Christofoletti, docente na Universidade de Santa Catarina e autor de “A crise do jornalismo tem solução?”.

Estas boas notícias foram dadas durante a terceira edição do grande evento da empresa chamado “Google for Brasil”, no dia 6 de Junho, em São Paulo.

Segundo o autor, “gente muito competente e organizações muito reconhecidas  – como Projor, Abraji e ANJ –  são beneficiadas com esses recursos e os seus projectos são muito importantes para o jornalismo e a sociedade, de um modo geral. Não discuto isso, já que os resultados podem ser conferidos em iniciativas como o Comprova e o Credibilidade, por exemplo”.

Mas é mecenato desinteressado? Claro que não:  “Talvez a indústria jornalística nacional não veja Google e Facebook  – que também investe no sector –  como concorrentes, e talvez eles não sejam mesmo. São piores: são predadores.”

No Observatório da Imprensa do Brasil, com o qual mantemos um acordo de parceria.
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Várias entidades representativas das empresas dos media foram recebidas pela comissão das leis anti-trust do Congresso dos Estados Unidos, em nova fase da sua reivindicação por uma partilha mais justa das receitas acumuladas pelas grandes plataformas tecnológicas. O objectivo é, neste momento, o de conseguirem uma excepção às regras do direito de concorrência, que lhes permita negociarem colectivamente, perante a Google e o Facebook, sobre essa partilha, a visibilidade dos seus conteúdos e o controlo dos dados de audiência.

O precedente decorre, em parte, da adopção, a 26 de Março, da nova Directiva Europeia sobre Direitos de Autor. “O poder de nogociação das empresas tecnológicas é de tal grandeza que os editores não se encontram em condições de obter acordos justos”  - afirmou, na CNN, Sally Hubbard, do grupo de reflexão anti-trust  Open Markets Institute.

As condições para este passo são agora mais favoráveis porque o senador Democrata David Cicilline, autor do projecto de lei entregue em 2018, é hoje o presidente da referida comissão na Câmara dos Representantes. Uma lei semelhante foi apresentada, a 3 de Junho, no Senado, havendo desta vez apoio de Democratas e Republicanos a ambos os documentos.

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Gostemos ou não, a divulgação de notícias já não é unidireccional, do jornalista para o público, “como prevêem os manuais de redacção da maior parte da Imprensa”. Na era digital, o jornalismo não se limita ao que se passa dentro das redacções, mas num “ecossistema informativo” em que os profissionais passaram a ser “apenas um dos protagonistas” no grande fluxo de notícias que circulam dentro da comunidade.

Assim, a preocupação central “deixa de ser a prioridade na busca de inovações técnicas no exercício do jornalismo, para ser a forma como ele se insere” nesses fluxos de informação. É esta a reflexão inicial de um texto de Carlos Castilho, no Observatório da Imprensa do Brasil, com o qual mantemos um acordo de parceria.

Se esta notícia é boa ou é má, vamos ver  - talvez dependa da atitude de cada um. O autor não põe a questão nestes termos, mas descreve o que se passa à nossa volta quanto a este “novo posicionamento dos profissionais dentro do fluxo de notícias”, e que “é mais perceptível no âmbito local”, dada a proximidade e conhecimento mútuo entre os diversos actores envolvidos.

O que há de novo

O diário francês Libération propõe aos seus leitores mais devotados a possibilidade de uma assinatura vitalícia da respectiva edição digital, pela importância de 400 euros. A oferta é válida entre os dias 17 e 23 de Junho, com a advertência de que só os primeiros 1.000 a inscreverem-se serão abrangidos por ela.
Às 9h.30 do primeiro dia já havia 30 assinantes confirmados.

Segundo Clément Delpirou, director da SFR Presse e co-gestor do Libération, a ideia partiu de “uma reflexão colectiva”, no sentido de fazer algo de “diferente e inovador”, mostrando também que “acreditamos no futuro do nosso jornal”.

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A gestora de fundos de investimento KKR – Kohlberg Kravis Roberts, dos EUA, vai lançar uma OPA de 6.800 milhões de euros sobre uma fatia minoritária do grupo alemão Axel Springer, que detém os diários Die Welt e Bild, além de outras publicações, como Business Insider e Rolling Stone. A KKR ofereceu 63 euros por acção, tendo esta operação o acordo da maior accionista  - a viúva do fundador, Friede Springer -  e do CEO da editora, Mathias Doepfner.

Segundo a Reuters, que aqui citamos, Friede Springer e Mathias Doepfner controlam, entre si, 45,4% da Axel Springer. Dois netos do fundador detêm 9,8% que não participam deste acordo, e podem decidir vendê-los ou reduzir a sua participação. Estão assim disponíveis 44,8%. Se a operação for confirmada, a KKR, Friede Springer e Doepfner vão controlar a empresa, mantendo-se os actuais órgãos de gestão.

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A jornalista mexicana Norma Sarabia foi assassinada a tiro à porta da sua casa, no estado de Tabasco, no sul do país. Dois atacantes que se faziam transportar numa motocicleta dispararam e puseram-se em fuga. Norma Sarabia, que fora durante mais de quinze anos a correspondente do diário Tabasco Hoy, na cidade de Huimangillo, e continuava a trabalhar noutros jornais locais, é a sexta profissional da Imprensa morta no México desde o início do ano.

Segundo a organização Repórteres sem Fronteiras, o México é o terceiro país mais perigoso do mundo para a Imprensa, logo a seguir à Síria e ao Afeganistão, com mais de 100 jornalistas mortos desde o ano de 2000. Foram assassinados 47 durante os seis anos de mandato presidencial de Enrique Peña Nieto, e os primeiros seis meses de López Obrador seguem a mesma tendência.

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O primeiro telejornal francês nasceu há quase 70 anos. Chamado então Journal télévisé, teve a sua primeira emissão a 29 de Junho de 1949 e era dirigido a poucas centenas de espectadores na região de Paris. Durava quinze minutos (das 21h. às 21h.15) e era transmitido cinco dias por semana, todos menos a quarta e o domingo.

Segundo Le Monde, que aqui citamos e lhe dedica um artigo de efeméride, era composto por pequenas reportagens filmadas, nomeadamente sobre a Volta à França, que começava no dia seguinte ao dessa primeira transmissão. Foi o suficiente para levantar uma primeira onda de receio sobre as consequências para o jornalismo impresso  - como era todo naquele tempo:

“Segundo alguns, arrisca-se a causar problemas inquietantes para a Imprensa filmada, ou até para a Imprensa, simplesmente.”  O que era designado como a presse filmé eram as “Actualidades” que passavam regularmente nos espectáculos de cinema, antes do filme principal.
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Foi aprovada na generalidade, pela Assembleia Legislativa de Macau, a proposta de Lei de Bases da Protecção Civil, segundo a qual a difusão de “notícias falsas, infundadas ou tendenciosas” é criminalizada em termos que podem levar a penas até três anos de prisão.  A discussão levou três horas, sobretudo pela imprecisão da terminologia usada no polémico Artigo 25º, que foi criticada por associações de advogados e de jornalistas.

O texto, defendido pelo Secretário para a Segurança, Wong Sio Chak, teve quatro votos contra, do único deputado português na AL, Pereira Coutinho, e de Au Kam San, Ng Kuok Cheong e Sulu Sou.

Segundo o Jornal Tribuna de Macau, “a proposta será agora delegada a uma das comissões permanentes da AL para discussão na especialidade  – uma tarefa a cargo de Ho Iat Seng”.

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O Jornal digital Observador foi distinguido pela revista Marketeer com o Prémio na categoria “Imprensa e Digital — Media”, em 2019. Outros vencedores, na área dos media foram a SIC e a Rádio Comercial.

Os Prémios, organizados pela revista especializada Marketeer, distinguem as marcas em Portugal em 34 categorias, designadamente na área dos meios de comunicação social.

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Um financiamento global de 150 mil euros, volta a ser destinado pela Fundação Calouste Gulbenkian para apoio de Bolsas de Investigação Jornalística. As candidaturas podem ser apresentadas a partir do próximo dia 1 de Junho.

Recorde-se que, tal como na primeira edição o objectivo desta Bolsa será reparti-lo por 10 projectos de investigação jornalística.

A propósito, Isabel Mota, presidente daquela Fundação disse que “o jornalismo de qualidade é vital para uma sociedade democrática esclarecida pelo que acreditamos neste projecto e vamos dar-lhe continuidade este ano”, sublinhando que “o apoio ao jornalismo de investigação nos beneficia a todos” e que “uma sociedade mais informada poderá construir um futuro melhor”.

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Uma caricatura de Bashar al-Assad, realizada por um casal de cartoonistas espanhóis, venceu o Grande Prémio, na categoria Desenho, da 14ª edição do World Press Cartoon. O trabalho de Javier Carbajo e Sara Rojo fora publicado, em Abril de 2018, no jornal ABC, em Espanha.

É também de um espanhol, e na mesma categoria de Desenho, o segundo prémio, sobre Angela Merkel, criado por Joaquín Aldeguer e publicado na revista El Jueves. O terceiro prémio foi para “Martin Luther King”, do cartoonista brasileiro Cau Gomez, publicado em Le Monde Diplomatique.

Segundo o cartoonista português António, director do certame  -  cujos trabalhos estão expostos no Centro Cultural e de Congressos das Caldas da Rainha -  as obras premiadas reflectem "a grande qualidade dos desenhos avaliados e a confluência das opiniões dos cinco elementos do júri" que nesta edição escolheram "trabalhos com uma carga dramática menos evidente que nas duas edições anteriores".

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