Segunda-feira, 24 de Fevereiro, 2020
<
>
O Clube


Três jornais açorianos celebram este ano aniversários redondos. O Diário dos Açores completa século e meio de existência , o que é marcante. O Jornal dos Açores perfaz cem anos, outra vitória sobre o tempo. E o Açoriano Oriental , chega aos 185 anos , uma longevidade qualificada , que o coloca entre os diários mais antigos em publicação. A todos o Clube Português de Imprensa felicita , pela resistência e pelo mérito , numa época em que floresce a falta de memória nas redações. E associa-se neste site às respectivas efemérides.
Houve tempo em que os jornais se felicitavam com júbilo, e parabenizavam os concorrentes aniversariantes. Tempos idos. Agora , ignoram-se como se houvesse um deserto à volta de cada um.
Ser diário centenário num arquipélago de pouca gente, de onde tantos emigraram, e sobreviver em confronto com a agressividade da Internet e dos audiovisuais , é proeza de vulto.
São uma lição que merece relevo, cheia de ensinamentos para outros que desistiram antes de tempo.

ver mais >
Opinião
Neste primeiro semestre, três jornais açorianos comemoram uma longevidade assinalável. Conforme se regista noutros espaços deste site, o Diário dos Açores acabou de completar século e meio de existência;  em Abril, será a vez do Açoriano Oriental,  o mais antigo, soprar 185 velas; e, finalmente em Maio, o Correio dos Açores alcança o seu primeiro centenário. Em tempo de crise na Imprensa,...
O volume de investimento publicitário na imprensa tem estado em queda, mas vários estudos indicam que os leitores de jornais e revistas continuam a ser influenciados pela publicidade que encontram nas páginas das publicações que consomem regularmente. Por outro lado a análise dos dados do mais recente estudo Bareme Impresa, da Marktest, revela que os indivíduos da classe alta têm níveis de audiência de imprensa 40% acima dos...
Graves ameaças à BBC News
Francisco Sarsfield Cabral
A BBC é, provavelmente, a referência mundial mais importante do jornalismo. Foi uma rádio muito ouvida em Portugal no tempo da ditadura, para conhecer notícias que a censura não deixava publicar. E mesmo depois do 25 de Abril, durante o chamado PREC (processo revolucionário em curso) também o recurso à BBC News por vezes dava jeito para obter uma informação não distorcida por ideologias políticas.Ora a BBC News...
Breves
SIC aposta no “online”

A SIC está a preparar, para este ano, o lançamento de um canal de “e-sports” e de uma plataforma de “streaming”.

 “Temos a intenção de construir e de lançar novos canais. Queremos diversificar e procurar outro tipo de públicos. Para isso, vamos apostar na área de e-sports, que, em Portugal, ainda não foi explorada. Tencionamos fazer um canal que, depois,  possa viver noutras plataformas, como o online”, avançou Francisco Pedro Balsemão, em entrevista ao jornal “Público”.

 O Grupo Impresa está em contacto com o Meo, NOS e Vodafone para o desenvolvimento desses projectos.  O objectivo passa, também, por ter conteúdos originais na plataforma de “streaming”. Haverá produtos de acesso gratuito e outros pagos.

 

Imprensa dos EUA

O McClatchy, o segundo maior Grupo de imprensa americano, declarou falência e deverá agora ser gerido por um fundo de resgate. 

O pedido de falência procura eliminar a dívida contraída, que corresponde a mais de meio bilião de dólares, e garantir a sobrevivência dos 30 jornais diários do Grupo.

Americanos vêem mais "Netflix"

Nos Estados Unidos, os serviços de “streaming” são mais populares do que os canais de televisão, segundo um estudo da Nielsen. A “Netflix” continua a ser o serviço mais popular, apesar do crescimento da oferta do mercado.

O “Youtube” e o “Hulu” conquistaram, respectivamente, o segundo e o terceiro lugar. Os serviços de “streaming” gratuitos começam, também, a conquistar os telespectadores, ainda que com alguma timidez

Apesar da adesão a essas plataformas ser mais expressiva entre os  jovens, quase 90% dos americanos com mais de 65 anos são subscritores de, pelo menos, um serviço de “streaming”.

Um outro estudo da Nielsen revela que os serviços de “podcast” estão, igualmente, em crescimento. É possível que, até 2023, a audiência duplique.

“Journalismfund” bate recordes

Para o Journalismfund.eu, o ano de 2019 provou ser de consolidação e de crescimento , ao apoiar 119 projectos, integrados por 262 jornalistas, em toda a Europa. 

Um montante total de 920.651 euros foi distribuído entre as três iniciativas que apoia: as subvenções transfronteiriças europeias, o Fundo Pascal Decroos e o Money Trail.

O número de candidaturas bateu, igualmente, o recorde, com um total de 547 candidatos, que apresentaram 269 propostas para um dos três actuais programas de bolsas.


“El País” e “El Mundo”
O Grupo Prisa, detentora do jornal “El País”, está a estudar a possibilidade de comprar o seu principal rival, “El Mundo”, ao unir-se com o Grupo Unión Editorial. A operação afectaria o resto das marcas dos Grupos, passando a coexistir, na mesma empresa, dois jornais generalistas, dois títulos económicos ("Expansión" e "Cinco Días") e dois suplementos desportivos ("As" e "Marca"). A informação é avançada pelo jornal “Hispanidad”, que assegura que a presidente do Banco Santander, Ana Botín, e o presidente da Endesa, Borja Prado, estariam a coordenar operação.
Connosco
Galeria

Faleceu o historiador, escritor, ensaísta e  cronista de imprensa, enquanto comentador político, Vasco Pulido Valente. A informação foi confirmada ao jornal “Público” e ao “Observador” por fonte familiar. 

 Vasco Pulido Valente, distinguiu-se como colunista com textos repartidos por vários jornais, e pela acidez irónica que cultivava nos seus comentários, invariavelmente cáusticos e certeiros em relação a não poucos actores do espaço político-partidário.

 O nome que o tornou célebre (e temido), era o pseudónimo de Vasco Valente Correia Guedes, que nasceu em Lisboa a 21 de Novembro de 1941. Licenciou-se em Filosofia pela Faculdade de Letras de Lisboa e tirou um doutoramento em História pela Universidade de Oxford. No final da década de 60, uma bolsa da Fundação Calouste Gulbenkian permitiu-lhe estudar em Inglaterra, onde se doutorou, sendo um devoto de uma certa cultura académica, típica de Oxford.


Galeria

As “hard news” podem tornar-se pouco atractivas para os leitores, devido à linguagem formal e à utilização de conceitos desconhecidos pela maioria do “comum dos mortais”. 

Por muito que os jornalistas se esforcem para fazer passar a mensagem de forma clara, muitas vezes trabalham em “contra-relógio”, o que torna difícil a tarefa de escrever de maneira apelativa. Foi a pensar nesses profissionais que a jornalista Roy Peter Clark elaborou um pequeno guia, publicado na revista “Poynter”. 

Para a autora, o mais importante é escrever como quem conversa com um amigo num bar. É crucial utilizar linguagem simplificada, dar exemplos e explicar conceitos. Assim, poderá ser útil falar sobre o conteúdo, ainda que em monólogo, e só depois escrevê-lo.

Galeria

Para além da infecção provocada pelo novo coronavírus, identificado na China, estamos, agora, a assistir à disseminação indiscriminada de notícias falsas sobre o tema, conforme refere Ricardo Torres, num artigo publicado na revista “objETHOS”.

De acordo com Torres, o volume e a nocividade das informações propagadas através dos “media” digitais, são o reflexo de formatos comunicacionais imersos num “ecossistema” que favorece a desinformação.

Em temas sensíveis, como a saúde, os riscos da disseminação maciça de informações falsas são ampliados e podem, mesmo, conduzir ao caos social e a um estado de pânico generalizado. 

A OMS tem tentado evitar situações de pânico e insegurança, fortalecendo a posição científica, desmistificando rumores e esclarecendo dúvidas. No entanto, o cenário difuso e hiperbólico, fortalecido pelo sensacionalismo, torna a missão informativa confusa e complexa.

Galeria

A era digital e a revolução tecnológica vieram alterar o panorama do jornalismo. Se, anteriormente, os jornalistas apenas tinham de  preocupar-se com o conteúdo produzido na redacção onde trabalhavam, hoje, terão de manter-se competitivos com outras plataformas, e escrever com base nos artigos de outros jornais.

Muitos jornalistas, da chamada “velha guarda”, ainda não  conseguiram adaptar-se à nova realidade, e continuam a depender de uma cultura profissional baseada num jornalismo linear e sequencial, o que impede, por vezes, a tão desejada diversidade dos formatos de apresentação informativa.

O jornalista Carlos Castilho, especializado em “media” digitais, escreveu um artigo para o “Observatório da Imprensa”, no qual reflecte sobre a urgência de adaptação aos novos modelos. 

Galeria

Apesar do grande número de estudos científicos publicados diariamente no Brasil, contactar os responsáveis por essas pesquisas pode ser, particularmente, ingrato. Perante essa realidade, duas jornalistas brasileiras especializadas em ciência, Ana Paula Morales e Sabine Righetti, criaram uma plataforma “online” para servir de “ponte” entre especialistas académicos e a imprensa. 

A Agência Bori é já parceira de 90 revistas científicas, mas quer expandir-se a novas publicações. A plataforma vai, agora, apresentar, semanalmente, três estudos inéditos, com potencial de divulgação e interesse público. Além disso, a equipa da Agência Bori está a realizar “workshops” de “media” para os cientistas que disponibilizam os seus conteúdos.

A Bori funciona através de um sistema de inteligência artificial único,  que agrega artigos de jornais científicos e gera alertas, de acordo com critérios definidos pelos jornalistas. Para ter acesso aos estudos, os profissionais de imprensa podem subscrever, gratuitamente, a plataforma.


Galeria

O “Açoriano Oriental” celebra, em Abril, o 185º aniversário, consolidando o título de  jornal mais antigos em circulação em Portugal e um dos dez mais antigos do mundo.


O jornal foi fundado em 1835, quatro meses  depois de ter sido promulgada, em Portugal, a primeira lei de liberdade de imprensa. 

Coube a Manuel António de Vasconcelos a responsabilidade do lançamento deste diário. No site do “Açoriano Oriental” pode ler-se que o fundador era “ um liberal e um vigoroso defensor dos seus princípios e a fundação do novo jornal inscrevia-se, sem margem para equívocos, nas lutas políticas que se travavam a nível nacional. Era um jornal de combate e debate, esteio e veículo dos princípios constitucionais mais avançados”. 

O estatuto editorial do título revela um forte compromisso com o “passado jornalístico de mérito reconhecido” e que “ persegue o ideal europeu de um jornalismo exigente, em que não têm lugar, nem o sensacionalismo, nem a exploração mercantil de todas as matérias informativas”.

Galeria

O “Diário dos Açores”,  um dos quotidianos mais antigos daquela Região Autónoma, celebra o seu 150.º aniversário, registando já no seu activo, 42 mil edições

No número especial que assinalou de século e meio a dar a conhecer os Açores aos açorianos, à diáspora e ao mundo, o jornal apresentou-se aos leitores com um depoimento de Marcelo Rebelo de Sousa. O Presidente assinalou a "longevidade invulgar" da publicação e sublinhou a importância dos jornais regionais.

O jornal foi fundado por iniciativa de Manuel Augusto Tavares de Resende, a 5 de fevereiro de 1870, representando a vanguarda da informação insular e tendo reportado, em primeira mão, muitos dos acontecimentos que marcaram a história do arquipélago. 

A criação do jornal foi influenciada pelo lançamento, cinco anos antes, do “Diário de Notícias”, e pretendeu lançar um órgão noticioso que aproximasse os micaelenses do mundo. Destacam-se, por exemplo, reportagens sobre guerra franco-prussiana, que rebentou no ano da criação do título.
Manter a periodicidade da publicação foi, particularmente, desafiante devido à escassez de anunciantes. Para angariar assinaturas, conquistar leitores, e garantir a sustentabilidade do “Diário dos Açores”, Tavares de Resende oferecia prémios regulados pela lotaria. 

Galeria

A imprensa açoriana tem razões para estar em festa. Depois do “Diário dos Açores”, em Maio próximo, será a vez do semanário “Correio dos Açores”  celebrar o seu centenário, consolidando uma invejável posição de ser um dos jornais portugueses mais antigos.

 A Wikipedia elucida-nos que o semanário açoriano teve a sua génese no jornal "República", fundado em 1910 por partidários do regime republicano, com Francisco Luís Tavares à cabeça. Passados nove anos, Tavares juntou-se a José Bruno Carreiro para fundar o "Correio dos Açores", mantendo a linha editorial, que visava “patentear ao público a orientação das novas autoridades e a sua motivação perante os sucessivos problemas, derivados do evoluir nacional e internacional."

O periódico foi o órgão da imprensa açoriana que mais se empenhou na "Campanha Autonomista”, constituindo uma tribuna onde se encontravam todas as correntes de opinião. Assim, contribuiu para o Decreto Autonomista, de 16 de fevereiro de 1928, que perspectivava a descentralização de serviços na Junta Geral do Distrito Autónomo de Ponta Delgada. 

Com a ascensão do Estado Novo, a unidade e a autonomia açoriana e, através da mobilização da opinião pública, montou o Primeiro Congresso Açoriano, em 1938, para “delinear o projecto de unidade das ilhas”. 

Outro marco significativo da história do periódico foi a ocupação, em 1975,  “pelos trabalhadores, que se tornaram sócios (do jornal)”, comprado em 1976 por um grupo de personalidades em que se incluía Américo Natalino Viveiros, o actual director.


O que há de novo

O governo chinês, que continua a reprimir a liberdade de imprensa,  expulsou, recentemente, três jornalistas do “Wall Street Journal”, devido a um artigo de opinião sobre a China. O texto em causa, “ A China é o Verdadeiro Doente da Ásia”, é uma reflexão sobre o impacto do surto de coronavírus na economia do país. Nenhum dos jornalistas visados teve qualquer envolvimento no artigo.

O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês, Geng Shuang, assegurou, numa conferência de imprensa, que a manchete tinha intenções racistas. De acordo com o Clube de Correspondentes Estrangeiros da China, o governo não expulsava jornalistas credenciados desde 1998.

Numa declaração pública, a equipa editorial do “Wall Street Journal” disse estar "profundamente decepcionada" com a decisão, e garantiu que a equipa jornalística nunca interfere com a publicação dos artigos de opinião.


Galeria

Os Estados Unidos tencionam tratar os cinco grandes Grupos de “media” chineses como extensões do governo de Pequim, exigindo que  cumpram as regras que regem as embaixadas e os consulados estrangeiros.

Um alto funcionário do Departamento de Estado norte-americano confirmou que a China Global Television Network, China Radio International, China Daily e People's Daily serão designados como "missões estrangeiras", com efeito imediato.

A mudança na designação significa que essas empresas precisarão da aprovação do governo americano para comprar ou alugar espaço de escritório e terão que registar mudanças de pessoal, incluindo novas contratações e despedimentos. 

O funcionário justificou o passo, afirmando que os Grupos são propriedade do governo em Pequim e “parte integrante da máquina de propaganda da República Popular da China".

Galeria

O governo espanhol destituiu Fernando Garea do cargo de presidente da agência EFE, segundo informações adiantadas pelo“El País”.  A decisão foi justificada com a necessidade de renovação dos recursos humanos nas empresas públicas.

Garea, que tomou posse em Julho de 2018, após a chegada de Pedro Sánchez à Moncloa, enviou uma carta aos trabalhadores da agência, a comunicar a decisão do executivo. Na missiva de despedida, Garea enfatizou que "a EFE é propriedade da sociedade como um todo" e que  "uma agência noticiosa pública não é uma agência noticiosa do governo, nem mesmo uma agência oficial".

Garea destacou, também, o apoio que recebeu de todos os partidos políticos, enquanto presidente da agência: "Em 2018 pedi apoio expresso de todos os partidos para a minha nomeação e consegui-o. Meses depois, consegui que todos assinassem um documento, comprometendo-se a promover a eleição parlamentar dos presidentes da EFE”.


Galeria

A Amazon ultrapassou a Netflix e tornou-se a plataforma de “streaming” com o crescimento mais rápido, no Reino Unido. O sucesso da Amazon prende-se com a aposta em conteúdos desportivos, destacando-se a transmissão, em directo, de jogos da “Premier League”.

A popularidade da Amazon deve-se, ainda, à disponibilização de séries de sucesso, como “Jack Ryan,” “The Marvellous Mrs Maisel” e “The Grand Tour”.


Galeria
A operadora espanhola Movistar continua a trabalhar para melhorar a sua plataforma de televisão e para a consolidar enquanto líder na Europa, ao oferecer aos seus clientes uma experiência única no mercado. A Movistar + é já uma referência em Espanha, graças a tecnologia de ponta e a funcionalidades ergonómicas e intuitivas. Os mais de quatro milhões de famílias que subscrevem o serviço da operadora têm acesso a gravações automáticas e “on demand”, bem com às funcionalidades “See from the Start” e “ Live Control”. Os assinantes têm, ainda, a possibilidade de ver dois programas ao mesmo tempo, em ecrã dividido, o que é, particularmente, popular entre aqueles que acompanham campeonatos desportivos. Além disso, os utilizadores podem, agora, interagir com o serviço de televisão através de um comando de voz, que facilita acções como a sintonização de canais ou a procura de programas.
Galeria

O Spotify tem reunido esforços para se tornar a principal plataforma de “podcasts”, e ultrapassar a Apple. Para o efeito, a empresa sueca tornou os “podcasts” mais centrais no interior da aplicação e assinou acordos exclusivos com empresas de produção, num investimento na ordem dos 400 milhões de dólares.

Um estudo da rede alemã de “podcasts”, zebra-audio.net, mostra que as apostas do Spotify estão, de facto, a surtir efeito. De acordo com os dados da investigação, em Janeiro de 2019, os “podcasts” da Apple representavam 45% de todos os episódios transmitidos  na Alemanha. O Spotify estava bem atrás, com uma taxa de 20%. Em Dezembro, porém, a pontuação das plataformas aproximou-se; a Apple ficou-se pelos 36%, e o Spotify chegou aos 34%.

Segundo especialistas, o sucesso da plataforma prende-se com o facto desta apostar na visibilidade dos “podcasts”, ao recomendar programas que vão ao encontro dos interesses dos seus subscritores.


Galeria

A jornalista portuguesa Sofia da Palma Rodrigues foi distinguida com o Prémio Internacional de Jornalismo Rei de Espanha, na categoria de “Jornalismo Ambiental e Desenvolvimento Sustentável”, pela reportagem “Terra de todos, terra de alguns”. O galardão será entregue, a 23 de Março, por Felipe VI.

O júri destacou “o bom exercício jornalístico do trabalho, que coloca em relevo o valor dos testemunhos diretos dos envolvidos”  que conseguiu reflectir, “com realismo, as consequências da agricultura intensiva”.

Galeria

Instituído pela Comissão Europeia, o Prémio Lorenzo Natali de Jornalismo é este ano é dedicado às práticas jornalísticas sustentáveis. De acordo com o regulamento do concurso, as candidaturas ,deverão ser entregues até 15 de Março,  devendo estar relacionadas com questões de desenvolvimento sustentável, “tais como a luta contra a pobreza e desigualdade, direitos humanos, democracia, juventude, igualdade de género, ambiente e alterações climáticas, saúde, tecnologia e digital, etc.”

O prémio, ao qual podem habilitar-se jornalistas portugueses, obedece três categorias: Grande Prémio (para obras publicadas num “media” com sede num dos países parceiros da UE para o desenvolvimento e a cooperação), Prémio Europa ( destinado a obras publicadas num “media”  com sede num dos países da União Europeia) e Prémio Melhor Jornalista Revelação (para peças desenvolvidas por jornalistas com menos de 30 anos). 

Galeria
ver mais >