Segunda-feira, 22 de Outubro, 2018
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O Clube

Bettany Hughes, inglesa, historiadora, autora e também editora e apresentadora de programas de televisão e de rádio, é a vencedora do Prémio Europeu Helena Vaz da Silva para a Divulgação do Património Cultural 2018.

O Prémio pretende homenagear a personalidade excecional de Hughes, demonstrada repetidamente na sua maneira de comunicar o passado de forma popular e entusiasmante.

A cerimónia de atribuição do prémio terá lugar no dia 15 de novembro 2018 na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa.


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Opinião
Volta e meia defrontamo-nos com a expressão “cord-cutting”, em referência à alteração de comportamentos nos espectadores de televisão. Que quer isto dizer? Muito simplesmente a expressão indica a decisão de deixar de ter um serviço de televisão paga por cabo, para passar a ver TV somente através de streaming – seja na Netflix, na Amazon ou numa das outras plataformas que começam a...

Na edição de 15 de Setembro o Expresso inseria como manchete, ao alto da primeira página, o seguinte titulo: “Acordo à vista para manter a PGR”. Como se viu, o semanário, habitualmente tido por bem informado, falhou redondamente.

Seria de esperar, em tal contexto, que se retratasse na edição seguiste. E fê-lo, ao publicar uma nota editorial a que chamou “O Expresso errou”.

Trump contra o jornalismo
Francisco Sarsfield Cabral
Numa iniciativa inédita, mais de 300 órgãos de comunicação dos EUA manifestaram na quinta-feira repúdio contra os violentos ataques de Trump ao jornalismo.  Como jornalista com muitos anos de profissão, tenho pena de reconhecer que a qualidade do produto jornalístico baixou ao longo das últimas décadas. Mas importa perceber porquê. No século XIX o jornalismo resumia-se a… jornais impressos....
Em meados do séc. XVIII, os parisienses que quisessem manter-se “au courant” àcerca do andamento da Guerra dos Sete Anos (iniciada em 1756) não tinham muitas escolhas. Se fizessem parte, dentre os 600 mil habitantes da capital francesa, da minoria que sabia ler – menos de metade dos homens e uma quarta parte das mulheres – e também estivessem entre os poucos privilegiados que podiam dar-se ao luxo de comprar um jornal, tinham três...
Breves
Fotojornalismo em Portugal

Vai realizar-se, no próximo dia 25, a partir das 18 horas, na sede da Casa da Imprensa, um debate com acesso livre dedicado ao tema "Perspetivas do Fotorjonalismo em Portugal". Numa organização conjunta da Estação Imagem e da Casa da Imprensa o debate terá moderação de Anabela Natário, vice-presidente do Conselho Deontológico do Sindicato dos Jornalistas, e a participação das fotojornalistas Ana Baião (Expresso), Mariline Alves (Grupo Cofina), Patrícia de Melo Moreira (AFP) e Sara Matos (independente).

Google com novo motor de busca

A Google está a desenvolver  um motor de busca que vai permitir verificar as informações dos jornalistas. Esta aplicação vai permitir a este profissionais  que verifiquem o trabalho realizado pelos seus companheiros, em qualquer sítio do mundo, permitindo que os internautas possam conhecer mais dados sobre uma noticia que tenham lido. O motor de busca funciona, por agora, em versão beta, para um número reduzido de meios e de jornalistas, mas deverá ser alargado ao publico em breve. 

Google, Facebook e notícias falsas

O Google e o Facebook apresentaram à União Europeia um código de conduta que previne a desinformação nas suas plataformas. Este código privilegia informação de fontes verificadas, evita a inserção de publicidade em conteúdos identificados como desinformação. A União Europeia, que ameaçou em Abril as duas empresas com uma legislação específica caso estas não conseguissem por fim às mentiras, acolheu com agrado as medidas, embora tenha declarado que verificará no fim do ano, se houve alguns progressos. Este  código foi, no entanto,  criticado por algumas associações que consideraram que este não contém elementos quantificáveis, o que dificulta a sua avaliação.

Prémios de ciberjornalismo

Estão abertas até ao próximo dia 19, as candidaturas para os Prémios de Ciberjornalismo, atribuídos anualmente pelo Observatório do Ciberjornalismo (ObCiber), da Universidade do Porto. Estes prémios distinguem trabalhos publicados online entre 1 de Setembro de 2017 e 30 de Setembro de 2018. A divulgação dos vencedores, será feita durante o VI Congresso Internacional de Ciberjornalismo, que vai realizar-se na Faculdade de Letras da Universidade do Porto, a 22 e 23 de Novembro.

M&P com novo grafismo

A actual edição do jornal Meios & Publicidade, tem um novo grafismo, no qual o logótipo aparece numa versão mais simples, semelhante à que já era a adoptada no site e nas redes sociais. As secções do jornal mantêm-se, mas as páginas seguem um arranjo visual que destaca as imagens e melhora a leitura dos textos e dos gráficos. Os espaços de opinião identificam-se melhor na nova versão gráfica do jornal.

Agenda
24
Out
Medientage München
09:00 @ Munique, Alemanha
25
Out
Perspetivas do Fotorjonalismo em Portugal
18:00 @ Casa da imprensa, Lisboa
07
Nov
newsrewired
09:00 @ Londres, UK
10
Nov
LinkedIn para Jornalistas
09:00 @ Cenjor,Lisboa
Connosco
Galeria

O mundo árabe “encheu-se de esperança durante a Primavera de 2011; jornalistas, académicos e a população estavam cheios de entusiasmo por uma sociedade árabe livre nos seus países”, mas as expectativas foram frustradas e “estas sociedades voltaram ao antigo status quo, ou tiveram que enfrentar condições ainda mais duras do que tinham antes”.

É esta a reflexão do último editorial de Jamal Khashoggi, o jornalista saudita interrogado e morto no consulado do seu país em Istambul, segundo apontam cada vez mais as informações que vão chegando. A editora de opinião do jornal The Washington Post, do qual era colaborador regular há um ano, conta que recebeu o texto do seu tradutor e ajudante, um dia depois do desaparecimento. Foi decidido adiar a publicação, na esperança de que ele voltasse e a edição final fosse feita por ambos. Segundo Karen Attiah, o texto “capta na perfeição a sua dedicação e paixão pela liberdade no mundo árabe, uma liberdade pela qual, aparentemente, deu a sua vida”.

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Os sites que usam e abusam da desinformação são sustentados, em última instância, pela mesma publicidade que todos desejam conservar, incluindo os media tradicionais. Postas as coisas nestes termos, a situação parece paradoxal. Mas uma investigação feita pela equipa Décodex, do diário francês Le Monde, revela que, “mesmo sendo apontados a dedo como nocivos ao debate público, os sites de desinformação não têm dificuldades em encontrar parceiros comerciais”.

Em consequência das mutações ocorridas no funcionamento do mercado digital, “em França há centenas de anunciantes que ainda pagam para aparecerem em sites de desinformação”  - sem necessariamente terem consciência disso, como explica Pierre-Albert Ruquier, da empresa Storyzy. Alertadas por Le Monde, pelo menos duas redes publicitárias, Ligatus e Taboola, declararam ter cortado colaboração com um dos mais populares sites desta natureza, o Santeplusmag.com.

Mas há muito trabalho a fazer, porque os actores do mercado têm relutância em intervir a montante do problema  - fazendo-o, sobretudo, quando são apanhados.

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O jornal digital Plaza Pública, da Guatemala, editou e tornou acessível um manual de jornalismo e protocolos de segurança que condensa a sua própria experiência de seis anos de vida. “Assim investigamos (e assim nos cuidamos)” é o título do guia proposto, sobre a investigação jornalística tradicional, métodos de utilização de registos públicos e como trabalhar com dados. Também trata dos procedimentos editoriais internos e dos seus mecanismos de controlo de qualidade.

Fundado em 2011 por iniciativa de um grupo de jornalistas, com o apoio da Universidade Rafael Landívar, Plaza Pública tornou-se uma referência no meio do jornalismo de investigação na América Central. No site da Global Investigative Journalism Network é apresentado como “um laboratório de notícias com uma identidade narrativa baseada em investigações longas e aprofundadas; a sua ênfase incide sobre questões de justiça social e temas que não são habitualmente tratados pelos jornais tradicionais do país”.

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“Nem por aquilo que dá, nem pelo que não dá, nem no modo de apresentação, deve a face descoberta da verdade sofrer agravo. O comentário é livre, mas os factos são sagrados.” Esta afirmação de Charles Prestwich Scott  - que foi durante décadas o director e, mais tarde, o proprietário do Manchester Guardian -  sintetiza bem os termos de um debate que permanece actual, sobre a objectividade da verdade e a liberdade de informação. É aqui citada do prólogo de um relatório divulgado pelo Observatório Europeu do Audiovisual, que faz a leitura comparada dos documentos jurídicos adoptados, em vários países europeus, sobre esta matéria.

Trata-se de conhecer de que modo são legalmente regulados, a nível europeu ou nacional, os princípios do rigor, da objectividade e da imparcialidade, no notíciário e reportagem dos assuntos correntes  - e como são seguidos pelos media no terreno.

“No momento em que a liberdade do comentário desfigura a natureza sagrada dos factos  - afirma o texto -  torna-se apenas desinformação, ou fake news.”

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“Há pessoas que sentem que têm o direito de matar outras porque não concordam com elas. Se estes crimes ficam sem resposta, os assassinos são encorajados. Se ninguém levanta um alarido, então [é porque] não tem importância.”

A reflexão é de Kathleen Carroll  - que dirigiu a Associated Press durante 14 anos e preside agora ao Committee to Protect Journalists -  a respeito dos mais recentes casos de jornalistas assassinados. Carroll louva a abordagem de The Washington Post na cobertura do que se passou com Jamal Khashoggi, acrescentando que todos devíamos estar a perguntar: “O que é que lhe aconteceu? E o que é que vai acontecer aos que lhe fizeram aquilo que fizeram?” Louva também o empenhamento da Reuters em manter o foco sobre o encarceramento, no Myanmar, de dois dos seus repórteres, Wa Lone e Kyaw Soe Oo, por terem documentado o genocídio da minoria Rohingya.

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Já foram mortos em 2018, até este momento, pelo menos 43 jornalistas em todo o mundo, o que ultrapassa o total de 2017  - não incluindo aqui outras 17 mortes cujo motivo não foi esclarecido. O alerta é do Committee do Protect Journalists, que chama a atenção para o facto de haver cada vez mais casos destes em espaços “anteriormente considerados bastiões da liberdade de Imprensa”, como os EUA e a Europa Ocidental, ao mesmo tempo que se desenvolve “uma retórica contra a Imprensa”.

A organização Repórteres sem Fronteiras faz o mesmo balanço sobre o facto de os jornalistas mortos nos primeiros nove meses do ano serem já mais que os de todo o ano anterior  - mas põe o número um pouco acima, declarando um total de 56 até ao dia 1 de Outubro (foram 55 em 2017). A reportagem que citamos é do diário The New York Times, que afirma:

“Este ano, os Estados Unidos tiveram o terceiro lugar no número de jornalistas assassinados em todo o mundo, em parte devido ao ataque contra a redacção da The Capital Gazette, em Annapolis, que deixou cinco jornalistas mortos.”

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Três dos mais famosos jornalistas turcos detidos  - os dois irmãos Ahmet e Mehemet Altan, e a escritora e ex-deputada Nazli Ilicak, foram agora condenados, pelo Tribunal regional de Istambul, a prisão perpétua agravada  - o que significa em isolamento. A acusação é de terem tentado “derrubar a ordem constitucional”, tendo o procurador especificado que Ahmet Altan tinha passado “mensagens subliminares” aos responsáveis pelo golpe falhado de Julho de 2016.

O secretário-geral dos Repórteres sem Fronteiras, Christophe Deloire, denuncia esta sentença como um “autêntico linchamento judiciário”, acrescentando que “a comunidade internacional deve redobrar esforços para pôr fim à arbitrariedade total que prevalece na Turquia”. Há um último recurso ainda possível, ao nível do Tribunal de Cassação.

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O diário espanhol Público lançou uma ferramenta digital destinada a informar o leitor sobre o modo e os motivos da criação dos seus conteúdos, a fim de combater a desinformação. Cada notícia passa a ser acompanhada pelo símbolo t (de TJ Tool), que abre uma janela com o “Mapa de Transparência”, conduzindo a um gráfico que classifica o processo da sua criação.

A equipa responsável por esta inovação identificou oito indicadores de Transparência Editorial: a política editorial do Público, a razão por que se publica a notícia, nome, autor, lugar, data, documentos de apoio e documentos de contexto; cada indicador tem uma pontuação, sendo a soma de todas as percentagens a avaliação final de rigor do texto. A informação é da Asociación de la Prensa de Madrid, com a qual mantemos um acordo de parceria.

O que há de novo

O empresário checo Daniel Kretinsky manifestou interesse em adquirir uma participação minoritária (de 40% a 49%) das acções no Grupo Le Monde detidas por Matthieu Pigasse  - que este está disposto a ceder. A notícia foi recebida como um anúncio “brutal” pelo Pôle Indépendance, que agrupa os accionistas minoritários  - sociedades de redactores, assalariados, leitores e fundadores do grupo -  que pedem uma reunião com os accionistas maioritários, bem como com o alegado comprador.

O industrial milionário Daniel Kretinsky, que dirige a empresa de energia EPH e detém o maior grupo de media checo, Czech Media Invest, já adquiriu as revistas Marianne e Elle (esta com outros títulos do grupo Lagardère, como Télé 7 Jours, France Dimanche, Ici Paris e Public) e prossegue a ofensiva entre os media de França, apontando agora para Le Monde.

Segundo fonte oficial checa, aqui citada do próprio jornal visado, Daniel Kretinsky, a quinta fortuna da República Checa, “tem um importante plano de negócios e deseja viver, um dia, na capital francesa; e fala muito bem a vossa língua”. 

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Estão abertas até ao próximo dia 2 de Novembro as candidaturas ao Prémio de Comunicação "Pela Diversidade Cultural".

O Prémio é organizado pelo Alto Comissariado para as Migrações e pretende "premiar trabalhos, publicados e/ou difundidos nos meios de comunicação tradicionais e digitais, com um contributo relevante para a promoção da diversidade cultural, o combate à discriminação em razão da origem racial e étnica, cor, nacionalidade, ascendência, território de origem ou religião e, em particular, para a integração das comunidades imigrantes, refugiadas e ciganas presentes em Portugal".

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A importância do fotojornalismo como testemunha da verdade e parte do processo de cura de sociedades dilaceradas por conflitos violentos foi o tema de um painel em que quatro profissionais  - um deles o português João Pina -  partilharam ideias e experiências. Decorreu entre os dias 3 e 5 de Outubro, em Medellin, na Colômbia, no âmbito do Prémio y Festival Gabriel García Márquez de Periodismo, promovido pela Fundação com o nome do famoso jornalista e escritor.  

O debate, intitulado “Fotojornalismo, memória e busca da verdade”, reuniu Stephen Ferry, dos EUA, João Pina, Natalia Botero, da Colômbia, e Álvaro Ybarra, de Espanha. Pelo seu trabalho publicado, sobre diversos conflitos na América Latina, todos contribuiram para um melhor conhecimento de uma história de violência, mas também para a posterior construção da paz nesses países.

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Pedro Mexia passa a ser o novo director da revista literária semestral Granta em Portugal, sendo o director no Brasil o escritor e diplomata Gustavo Pacheco. A notícia é dada pelo director cessante, Carlos Vaz Marques  - que exercia estas funções desde o seu lançamento em 2013 -  em editorial de despedida no número que chega às bancas no próximo dia 26.

“Chega ao fim, com este número, por vontade minha, a minha ligação à Granta. Depois de dez edições em Portugal e mais duas já dos dois lados do Atlântico, publicadas simultaneamente em Portugal e no Brasil, é tempo de me dedicar a outros projectos”, aponta Carlos Vaz Marques, considerando que “a Granta já se implantou como uma publicação sólida”.

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A jornalista Maria Flor Pedroso foi nomeada, pelo conselho de administração da RTP, para o cargo de Directora de Informação da Televisão da estação pública. A informação foi divulgada em comunicado da mesma administração, iniciando assim o processo formal de recolha de pareceres junto da ERC e do Conselho da Redacção, para ficar confirmada.

Esta substituição surge depois de Paulo Dentinho, que desepenhava aquelas funções, ter colocado, no dia 10, o seu lugar à disposição.  “A administração da RTP decidiu aceitar a disponibilidade e substituir Paulo Dentinho como Director de Informação da RTP”  - diz o mesmo comunicado.

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Cada utilizador português das redes sociais dedica, em média, cerca de hora e meia por dia a este tipo de plataformas, com o Facebook em primeiro lugar, em termos de “notoriedade espontânea top of mind”, enquanto o Instagram, que triplicou os valores de 2017, subiu à segunda posição, seguido pelo Twitter.

Estes dados são da mais recente edição do estudo Os Portugueses e as Redes Sociais, conduzido pela Marktest Consulting, segundo o qual “três em cada quatro utilizadores indicam aceder às redes sociais entre as 20h e as 22h, sendo os fins-de-semana os dias em que mais tempo despendem nesta actividade”.

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Vai terminar, no próximo mês de Novembro, a edição espanhola da revista mensal GEO, especializada em grandes reportagens sobre destinos de viagens e turismo. As “causas económicas” invocadas pela empresa Zinet Media atingem também outra publicação que detém, a revista gastronómica trimestral Beef!, que vai continuar, mas sendo “externalizada”.

A GEO, presente em Espanha desde há 31 anos, e a Beef!, com apenas três anos, eram neste momento feitas pelos mesmos dois jornalistas, o director e a chefe de redacção. Foram ambos despedidos, segundo as fontes referidas pela Asociación de la Prensa de Madrid, que aqui citamos, e com a qual mantemos um acordo de parceria.
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A publicidade na televisão continua a cair, enquanto plataformas como a Netflix, a Amazon ou a Movistar+ multiplicam o número dos seus assinantes. As grandes cadeias ainda se aguentam, mas as pequenas começam a render-se e entregam-se a quem as possa salvar a troco de aproveitar a situação. As estações públicas atravessam um “deserto de incerteza sobre o seu próprio futuro”.

Esta reflexão é a abertura de um texto publicado na Media-tics, onde se faz uma avaliação da história de vinte anos de Internet no jornalismo e nos meios de comunicação. O tema central é o da “migração da televisão para o ambiente digital”, a crescente mudança de hábitos dos consumidores e as consequências para todos. O autor, Miguel Ossorio Vega, adverte que a tempestade mal começou e que as estações vão ter de escolher bem as estratégias que seguem.
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