Sexta-feira, 22 de Fevereiro, 2019
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O Clube


Lançado em Novembro de 2015, este site tem vindo a conquistar uma audiência crescente, traduzida no número de visitantes e de sessões e do tempo médio despendido. É reconfortante e  encorajador, para um projecto concebido para ser um espaço de informação e de reflexão sobre os problemas que se colocam, de uma forma cada vez mais aguda, ao jornalismo e aos  media.

Observa-se , aliás, ressalvadas as excepções , que a problemática dos media , desde a precariedade  dos seus quadros às incertezas do futuro -  quer no plano tecnológico  quer no editorial - , raramente  constitui  tema de debate  nas páginas dos jornais, e menos ainda nas  suas versões  online ou nos audiovisuais. É um assunto quase tabú.


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Opinião
Adoro imprensa…
Manuel Falcão
Sou um apaixonado leitor de imprensa, quer de jornais quer de revistas, e gosto de seguir o que se publica. A edição mais recente da revista Time tem por título de capa "The Art Of Optimism" e apresenta 34 pessoas que são relevantes e inspiracionais, na sociedade norte-americana, mostrando o que estão a fazer. A edição é cuidada e permite-nos ter de forma sintética um retrato daquilo que tantas vezes passa despercebido. O...
Os actuais detentores da Global Media, proprietária do Diário de Noticias e do Jornal de Noticias, além da TSF e de outros títulos, parecem estar a especializar-se como uma espécie  de “comissão  liquidatária” da empresa. Depois de alienarem  o edifício-sede histórico do Diário de Noticias , construído de raiz para albergar aquele jornal centenário,  segundo um projecto de Pardal...
Zé Manel, o talento e a sensualidade
António Gomes de Almeida
Geralmente considerado um dos mais talentosos ilustradores portugueses, a sua arte manifestou-se sob várias facetas, desde as Capas e as Ilustrações de Livros à Banda Desenhada, aos Cartazes, ao Cartoon, à Caricatura e, até, ao Vitral. E será, provavelmente, essa dispersão por tantos meios de expressão da sua Arte que fez com que demorasse algum tempo, antes de ser tão conhecido do grande público, e de ter a...
Jornalismo a meia-haste
Graça Franco
Atropelados pela ditadura do entretenimento, podemos enquanto “informadores” desde já colocar a bandeira a meia-haste. O jornalismo não está a morrer. Está a cometer suicídio em direto. Temi que algum jornalista se oferecesse para partilhar a cadeia com Armando Vara, só para ver como este se sentia “já lá dentro”. A porta ia-se fechando, em câmara lenta, e o enxame de microfones não largava a presa. O...
Há, na ideia de uma comunicação social estatizada ou ajudada pelo governo, uma contradição incontornável: como pode a imprensa depender da entidade que mais se queixa da imprensa? Uma parte da comunicação social portuguesa – televisão, rádio, imprensa escrita — é deficitária, está endividada e admite “problemas de tesouraria”. Mas acima desse, há outro problema, mais grave:...
Breves
Lusa com projecto de fact-checking

A Lusa, em parceria com outras entidades, vai desenvolver um sistema de verificação de factos no âmbito do combate à desinformação. Anunciado publicamente, o projecto prevê o desenvolvimento “de um sistema sofisticado, em parceria com a agência espanhola EFE, destinado a debater o problema das fake news”.

SJ promove debate

O Sindicato dos Jornalistas vai organizar um debate informal, sobre o papel da comunicação social na proteção da democracia e na eliminação ou promoção do discurso do ódio. O debate – inserido no quadro de um projecto do SJ subvencionado pelo Parlamento Europeu – terá lugar no dia 25 de Fevereiro, no Salão Nobre da Casa da Imprensa (Rua da Horta Seca, nº. 20, ao Chiado), entre as 18h30 e as 20h00.

 

Apple News condicionada...

The New York Times, The Washington Post e The Wall Street Journal recusam-se a integrar os seus conteúdos no Netflix dos media, que a Apple se prepara para lançar, se a empresa mantiver a determinação de impor o seu próprio modelo de negócio. Os principais meios de comunicação americanos, que têm formatos de pagamento a funcionar bem, recusam-se a aceitar as condições da Apple. Os editores mais pequenos irão aderir ao Apple News, pois este é um novo canal para obter receitas, mas o sucesso da plataforma dependerá fortemente da qualidade dos títulos. O canal Apple News deve ser lançado nesta primavera, e custará cerca de US $ 10 por mês, oferecendo acesso ilimitado a jornais e revistas. Segundo o site da Media-tics, a Apple não confirmou esta informação.

API e Google assinam protocolo

A Associação Portuguesa de Imprensa (API) e a Google vão assinar um protocolo com o objectivo de combater a desinformação e promover a literacia dos media junto das comunidades mais vulneráveis em Portugal. Serão várias as iniciativas a desenvolver até 2023, no âmbito deste protocolo, que passam por “várias actividades de formação e esclarecimento junto de escolas e de grupos de seniores de todo o país”. O programa cobrirá todas as regiões do País, incluindo as regiões autónomas, e contará com a “envolvência dos meios de comunicação, sobretudo os regionais e locais, na promoção de workshops e debates relacionados com a literacia para os media”.

Assistentes de voz em crescimento

Um estudo realizado pela Juniper Research (Digital Voice Assistants: Plataformas, Receitas e Oportunidades 2019-2023) estimou que estarão disponíveis no mundo, em 2023, oito mil milhões de dispositivos equipados com assistentes de voz, em comparação com dois mil e quinhentos de 2018. O maior crescimento será em televisores inteligentes (121,3%), seguido por altifalantes inteligentes (41,3%) e wearables (40,2%). O relatório destaca o papel do Alexa, assistente de voz da Amazon, como líder de mercado, apesar de alertar para a iminente entrada de concorrentes chineses, destacando empresas como a Tencent (através do aplicativo WeChat) e o Alibaba.

Agenda
26
Fev
Digital Summit Seattle
09:00 @ Seattle, EUA
02
Mar
LinkedIn para Jornalistas
09:00 @ Cenjor, Lisboa
04
Mar
Simpósio de Radiodifusão Digital da ABU
09:00 @ Kuala Lumpur, Malásia
Connosco
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Um fotojornalista português, Mário Cruz, da Agência Lusa, figura entre os nomeados para o World Press Photo 2019, o mais prestigiado prémio de fotojornalismo do mundo, cuja identidade e trabalhos a concurso foram agora conhecidos. A Fundação organizadora introduziu também uma nova categoria a ser premiada, a História do Ano, destinada a “fotógrafos cuja criatividade e habilidades visuais produziram uma história com excelente edição e sequenciamento, que captura ou representa um evento ou assunto de grande importância jornalística”.

A imagem de Mário Cruz, intitulada “Viver entre o que foi deixado para trás”, mostra uma criança recolhendo material reciclável, deitada num colchão cercado por lixo, enquanto flutua no rio Pasig, em Manila, nas Filipinas.

Os vencedores do concurso serão conhecidos na cerimónia marcada para 11 de Abril, em Amesterdão, na Holanda.

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O júri do World Press Cartoon  - que se realiza, desde 2017, nas Caldas da Rainha -  já analisou, entre 11 e 12 de Fevereiro, as 900 caricaturas e desenhos, recebidas de 68 países e concorrentes à sua edição deste ano, na qual estão presentes 71 novos autores. Estão a concurso desenhos nas categorias de Editorial, Caricatura e Desenho de Humor, publicados entre 1 de Janeiro e 31 de Dezembro de 2018.

Pelo segundo ano, o concurso foi aberto a publicações online profissionalizadas, de reconhecida natureza jornalística. Este facto, bem como a abertura da convocatória mais cedo, explicam, segundo o organizador e presidente do júri, António Antunes, o aumento dos desenhos na edição de 2019 do World Press Cartoon.

Os cartoons vencedores vão ser conhecidos no dia 4 de Maio, numa gala este ano antecipada “para tentar captar os alunos das escolas para a exposição”, que ficará, após a entrega dos prémios, patente no Centro Cultural e de Congressos das Caldas da Rainha.

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O risco da desinformação organizada “só vai aumentar em todas as eleições daqui para a frente”, porque as tecnologias que estão a ser desenvolvidas “vão tornar cada vez mais difícil identificar as informações falsas”.

“Os Estados começam o compreender que não é difícil fazer isto e que não é preciso um grande investimento”  - declarou Marine Guillaume, chefe da missão “Cibersegurança e assuntos digitais” do Ministério dos Negócios Estrangeiros de França, durante uma conferência sobre “Ingerências e desinformação no horizonte das eleições europeias”, promovida pela delegação da Fundação Calouste Gulbenkian em Paris e Notre Europe - Instituto Jacques Delors.

Também presente na conferência, Ricardo Gutierrez, secretário-geral da Federação Europeia de Jornalistas, contou que esteve com alguns dos jovens que produziam informações falsas na Macedónia e que o que faziam “é algo completamente artesanal”.

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Há trabalhos de reportagem que uma só redacção, de um pequeno jornal local, não consegue assumir. É aqui que entra o jornalismo de colaboração. O exemplo citado é o de três diferentes meios de comunicação que se “coligaram” em Las Cruces, no Estado de New Mexico, nos EUA, para fazer jornalismo de investigação e proposta de soluções sobre o inadequado sistema de saúde estadual, na área de comportamento (saúde mental e dependência).

Assim, o jornal digital NMPolitics.net, o diário Las Cruces Sun-News e a rádio KRWG uniram meios humanos, sob a direcção de Heath Haussamen, o editor do primeiro, para produzir, ao longo de um ano, uma série que tomou o título global de Distressed  [à letra, aflitos, angustiados].

“Como editor do projecto, estive imerso em versões destes textos e vídeos. Senti-me indignado. Por vezes chorei. Aprendi muito e senti-me motivado a agir. Espero que todos o façam também”  - declara Heath Haussamen, no artigo que aqui citamos, na International Journalists’ Network.

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Prossegue a 27  Fevereiro o ciclo de jantares-debate subordinado ao tema “Portugal: que País vai a votos?”, promovido pelo CPI, em parceria com o CNC e o Grémio Literário, tendo como orador convidado o Prof. Jorge Soares, que preside ao Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida, desde 2016, preenchendo o lugar deixado vago por morte de João Lobo Antunes.  

Director do Programa Gulbenkian Inovar em Saúde, da Fundação Calouste Gulbenkian, Jorge Soares já fazia parte daquele Conselho, antes de ser eleito para a sua presidência .

O seu currículo é vasto. Presidiu também à  Comissão Externa para Avaliação da Qualidade do Ensino, e, mais tarde,  assumiu a vice-presidência da Comissão de Ética da Fundação Champalimaud, e, a partir de 2016, foi presidente da Comissão Nacional dos Centros de Referência. É Perito Nacional na União Europeia do 3rd Programme “EuropeAgainst Cancer” .

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“Precisamos de tempo para reinventar o jornalismo, porque haverá muitas novas formas de cumprir a nossa missão.”

“O resultado final pode ser uma empresa de menor dimensão do que era habitual, isenta de requisitos ridículos para manter altos níveis de receita e de escala.”  E, à semelhança de outros sectores na economia da era digital, será mais uma empresa de serviços do que uma fábrica de produtos.

A reflexão, aqui citada de Media-tics, é do jornalista norte-americano Jeff Jarvis, docente e director do Tow-Knight Center de Jornalismo, expressa num longo artigo publicado no site Medium.com.

O seu propósito é tão só o de explicar o que faria para tentar salvar um jornal, se tivesse tal responsabilidade. Mas o caminho que faz leva-o a corrigir-se a si próprio, admitindo que não subscreve hoje algumas coisas que disse no seu livro Geeks bearing gifts, de 2015.

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A era digital trouxe muitas oportunidades para o jornalismo de investigação de alto impacto. Mas também é verdade que as fontes de informação que proporcionam a denúncia de casos embaraçosos para os poderes ou os grandes interesses corruptos [os whistleblowers  - à letra, os que sopram o apito de alarme] se colocam em situação de risco.

“Esta é também a era em que estão a ser presos, porque as agências de segurança desenvolveram técnicas de intercepção sem precedentes. A luta não é igual quando o adversário é uma agência de segurança nacional.”

Num encontro sobre jornalismo de investigação, recentemente realizado em Perugia, Itália, foi elaborado um documento em doze pontos  -  como recomendações aos jornalistas que fazem a divulgação desse material sensível e assumem, portanto, a primeira responsabilidade de protecção das suas fontes.

Os “Princípios de Perugia”, assim intitulados, foram redigidos por Julie Posetti, do Instituto Reuters, e por Suelette Dreyfus e Naomi Colvin, da ONG europeia Blueprint for Free Speech.
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Num ambiente mediático saturado de notícias, os leitores valorizam mais as que lhes são pessoalmente pertinentes  - e isto não pode ser definido, numa redacção, medindo os clicks.

“As pessoas abrem frequentemente artigos que são divertidos, ou triviais, ou estranhos, sem sentido cívico evidente. Mas mantêm uma noção clara da diferença entre o que é trivial e o que é importante. De modo geral, querem estar informadas sobre o que se passa à sua volta, a nível local, nacional e internacional.”

A reflexão é de Kim Christian Schroder, um investigador dinamarquês que passou metade do ano de 2018 em Oxford, fazendo para o Reuters Institute um estudo sobre a relevância das notícias para os leitores  - e o que isso aconselha às redacções.

“Na medida em que queiram dar prioridade às notícias com valor cívico, os jornalistas fazem melhor em confiar no seu instinto do que nesse sismógrafo de pouca confiança que são as listas dos textos ‘mais lidos’.”

O que há de novo

A fronteira entre factos e opiniões “tornou-se perigosamente ténue” e mesmo os jornalistas “não são imunes aos erros”, pelo que, “neste caminho perigoso para as sociedades democráticas”, temos de “reunir vontades para combater notícias falseadas ou falsificadas”  -  afirmou Luísa Meireles, directora de Informação da Agência Lusa, na conferência “Combate às fake news – uma questão democrática”, realizada na Culturgest.

“Os jornalistas estão na primeira fila deste combate, porque não podem deixar de estar”  - sublinhou.

Também presente na sessão, a jornalista espanhola Mar Marín, delegada da Agência Efe em Lisboa, admitiu a “incapacidadedos meios tradicionais para atacar o problema” e disse que “o analfabeto mediático é um alvo perfeito para propagar a mentira”, acrescentando que “os cidadãos parecem não estar conscientes da magnitude da ameaça”.

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Foi condenado em França, a dez meses de prisão efectiva, um homem julgado pela autoria de ameaças de morte dirigidas, por escrito, contra dois jornalistas de Le Monde. O caso remonta a 2014, quando Gérard Davet e Fabrice Lhomme, autores de um trabalho sobre um homem de negócios da Córsega, Michel Tomi, designado como "o padrinho dos padrinhos", foram alvo de ameaças por esse motivo  - extensivas à família próxima de ambos (respectivas mulheres e filhos).

"Continua a escrever porcarias nesse teu jornal podre e vamos tratar de ti muito em breve. Vivam os corsos e até breve"  - dizia a carta recebida por Gérard Davet, assinada "os amigos de Tomy".

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Foi alcançado finalmente um acordo para aquisição das revistas francesas da Mondadori, pelo Grupo Reworld Media, proprietário da Marie France, do Auto Moto, do Be e ainda do Journal de la Maison, de acordo com um comunicado agora conhecido .

A transacção envolveu uma verba de 70 milhões de euros, correspondendo a um total de 30 títulos temáticos, entre os quais Science & Vie, Closer, Grazia, Télé Star, Autoplus, Biba, Dr Good, conforme a informação divulgada no site Le Monde.

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Ficou concluída uma negociação demorada. A Prensa Ibérica confirmou a aquisição do Grupo Zeta, depois de ter chegado a um acordo com os bancos credores do conglomerado catalão, segundo o site media-tics.

A Prensa Ibérica pagará 40 milhões de euros por Zeta, dos quais 30 serão para a Banca e 10 para a família Asensio, proprietária até agora do Grupo que foi perdendo gradualmente influência.

O acordo foi possível graças ao facto de a Banca ter aceite uma quitação de 70% da dívida que a Zeta mantinha com várias entidades.

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As receitas de publicidade da imprensa espanhola melhoraram tangencialmente em 2018, segundo dados divulgados por El Español, baseado numa amostragem de quase 80 jornais membros da Asociación de Medios de Información (AMI.).

De acordocom o relatório conhecido, os jornais facturaram 673,8 milhões de euros em publicidade durante o ano passado, o que significou uma melhoria de 1,4 por cento face a 2017.

Na distribuição das receitas, verificou-se que o digital cresceu 18,3%, fixando-se em 230,7 milhões de euros, enquanto a publicidade em papel caiu 6 por cento por cento para 443,1 milhões, de acordo com o site da M&P.

Na análise conjuntural, observou-se que os jornais nacionais, regionais, desportivos e económicos de Espanha viram as receitas totais cair.

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A holding Controlinveste apresentou, no dia 11 de Fevereiro, um pedido de insolvência, estando assim aberto o caminho para a sua liquidação. Esta entidade registava, no balanço de 31 de Janeiro, dívidas no valor de 548 milhões de euros, sendo principais credores o BCP, com 406 milhões de euros, e o Novo Banco, com 142 milhões.

Segundo o Correio da Manhã, será constituída uma nova holding, a Olivedesportos SGPS, para gerir os negócios do empresário Joaquim Oliveira, sendo criada uma empresa fora desta entidade, a Olivemedia, para gerir a participação que a Controlinveste tem na Global Media  - que detém o Diário de Notícias, o Jornal de Notícias e a TSF.

Quer o jornal acima citado, quer o Expresso, referem que "os bancos reconhecem que a maior parte da dívida de Joaquim Oliveira é incobrável e vão assim procurar recuperar parte das dívidas através das empresas saudáveis do empresário, como a Olivedesportos".
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O Conselho da Europa divulgou um relatório preocupante sobre a situação da liberdade de Imprensa, que “piorou significativamente” nos seus Estados-membros em 2018. Homicídios impunes, actos de intimidação e detenções arbitrárias são alguns dos ataques mais frequentes.

Elaborado por doze organizações parceiras, incluindo os Repórteres sem Fronteiras e o Comité para a Protecção de Jornalistas, o estudo indica que, durante o ano findo, houve 140 violações sérias à liberdade de Imprensa em 32 dos 47 Estados-membros, concluindo que a mesma “está no momento mais frágil desde o final da Guerra Fria”.

Segundo o mesmo documento  - que aqui citamos do Observador -  o número de ataques a jornalistas tem aumentado “continuamente”, com as ameaças de morte a duplicarem no último ano, e não tem havido progressos em casos antigos de impunidade pelo assassinato de jornalistas.
Até ao final do ano passado, 130 jornalistas estavam detidos em Estados-membros do Conselho da Europa, dos quais 110 na Turquia, um “recorde mundial” do Mediterrâneo, segundo o estudo.

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O diário francês L’Humanité foi colocado sob administração judicial pelo Tribunal do Comércio de Bobigny, em Paris, podendo prosseguir actividade até nova decisão. Está prevista uma segunda audiência para 27 de Marco, sendo o período de observação de seis meses.

O conhecido jornal comunista, em dificuldades financeiras, declarou-se no final de Janeiro em cessação de pagamentos e fez apelo à solidariedade dos seus leitores. Foi marcada para 22 de Fevereiro um jornada de apoio a L’Humanité.

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