Quarta-feira, 23 de Outubro, 2019
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O Clube


Retomamos este site do Clube num ambiente depressivo para os media portugueses. Os dados da APCT  que inserimos noutro espaço, relativos ao primeiro semestre do ano, confirmam uma tendência decrescente da circulação impressa, afectando a quase totalidade dos jornais.

Pior: na maior parte dos casos a subscrição digital está longe de compensar essas perdas, havendo ainda situações em vias de um desfecho crítico.


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Opinião
Ainda a nova legislatura não começou e já surgiu o primeiro caso político em torno da RTP. Infelizmente foi causado pelo comportamento recente da Direcção de Informação da estação em relação a um dos programas dessa área com maior audiência, o “Sexta às 9”, de Sandra Felgueiras, que regularmente apresenta investigações sobre casos da actualidade nacional.   O...
O chamado “jornalismo de causas “  voltou a estar na moda. E sobram os temas:  a “emergência climática”,   assumida por António Guterres enquanto secretário geral da ONU,  numa capa caricata da “Time”;  o “feito” de uma adolescente nórdica,   que atravessou o Atlântico num veleiro de luxo -  a pretexto de assim  reduzir o impacto ambiental -, para participar...
As limitações do nosso jornalismo
Francisco Sarsfield Cabral
J.-M. Nobre-Correia, professor emérito de Informação e Comunicação da Universidade Livre de Bruxelas, escreveu no “Público” um artigo bastante crítico da qualidade do actual jornalismo português. Em carta ao director, uma leitora deste jornal aplaudiu esse artigo, dizendo nomeadamente: “Os problemas, com que se defrontam no dia-a-dia os cidadãos, não são investigados, em detrimento de...
Breves
Sky lança canal sem “Brexit”

Foi apurado numa pesquisa recente que 70% dos britânicos estão cansados da interminável saga do Brexit. De forma a dar resposta às necessidades do público, o Grupo de televisão Sky lançou um novo canal de notícias, o "Sky News Brexit-Free", cujo objectivo é cobrir todas as notícias britânicas com excepção do tema “Brexit”. O novo canal emitirá conteúdos durante cinco horas – entre as 17 e as 22 horas –, de Segunda a sexta-feira. Por seu lado, a Sky News, principal canal do Grupo, continuará a emitir sobre o Brexit, cuja aprovação se encontra suspensa até ser validada pelo Parlamento a legislação que implementa o acordo.

Kretinsky accionista do “ProSieben”

O empresário checo Daniel Kretinsky, que já adquiriu participações em várias publicações francesas, alargará as suas aquisições e participações aos meios de comunicação no resto da Europa. A sua holding CMI adquiriu uma participação de, aproximadamente, 4,07% no Grupo audiovisual mais poderoso da Alemanha, a ProSieben, através da Bolsa de Valores. Este investimento, que representa cerca de 120 milhões de euros, está de acordo com a nova estratégia do Grupo para adquirir participações minoritárias em meios de comunicação europeus de grande potencial. 

Revista “Big Time” nas bancas

A revista Big Time chegou recentemente às bancas e será publicada cinco vezes por ano, com o objectivo de "explorar as grandes questões contemporâneas, com personalidades líderes, e viajar pelo mundo para descobrir destinos únicos", explica Clément Boulle, director da publicação. 

A revista compara pontos de vista de grandes líderes empresariais, chefes de estado, cientistas, criadores, sobre os mais variados temas, desde o meio ambiente à tecnologia.

Para a primeira edição, distribuída pela Presstalis, são esperadas vendas entre as 15 e 25 mil publicações. Através de uma campanha de angariação de fundos, já recrutaram mais de 100 pré-subscrições. Como parte de uma segunda campanha de crowdfunding, esperam uma meta de 3 mil assinantes em 2020.

OPA da Cofina à Media Capital

O registo da Oferta Pública de Aquisição (OPA) sobre a Media Capital foi efectuado por por parte do Grupo Cofina Media, no último dia do prazo. 

O pedido de registo foi confirmado à agência Lusa por fonte oficial da CMVM. A Cofina tem a expectativa que o negócio possa estar concluído durante o primeiro trimestre de 2020 e que a aquisição da Media Capital traga sinergias calculadas de 46 milhões de euros.

CPJ lamenta morte de jornalista

Um ataque aéreo turco, contra um transporte civil, vitimou o jornalista curdo Saad Ahmed e feriu mais quatro repórteres, segundo fontes do Comité de Protecção de Jornalistas. O ataque ocorreu perto de Ras al-Ain, uma cidade síria na fronteira com a Turquia, que tem sido palco de intensos combates entre as forças turcas e sírias. O CPJ condenou o ataque, através de um comunicado, e confirma que a sua Equipa de Resposta a Emergências está a seguir de perto a situação no norte da Síria.

Agenda
28
Out
Fotojornalismo e Direitos de Autor
09:00 @ Cenjor, Lisboa
01
Nov
1º Congresso Internacional de Rádios Lusófonas
14:30 @ Angra do Heroísmo, Açores
19
Nov
Connections Europe
09:00 @ Marriott Hotel, Amsterdão
21
Nov
Connosco
Galeria

Suspensa a aprovação do acordo no Parlamento britânico até que haja a regulamentação apropriada, a imprensa londrina apresentou-se dividida em relação ao Brexit.

Por um lado, a esperança de evitar um “não acordo” e uma saída abrupta, por outro a exaltação em relação à votação. 

Os media ingleses evidenciaram posições antagónicas em relação aos últimos acontecimentos e isso foi claro pela forma como abordaram a situação. 

Enquanto que o Sunday Express assumiu uma postura pró-Brexit e foi mais hostil com os deputados, acusando-os de atrasarem o processo, o Independent preferiu focar-se nas ruas, onde perto de um milhão de cidadãos se manifestaram para exigir que lhes seja dada a palavra final. Por sua vez, o Observer realçou a derrota do primeiro ministro, que se viu forçado a suspender a aprovação do acordo.

Le Monde publicou, entretanto, um texto no qual é feita uma análise dos media britânicos neste contexto.

Galeria

internet, uma das maiores obras concebidas pela Humanidade, tem vindo a degenerar numa ameaça aos princípios da liberdade.

Actualmente, no sistema capitalista, tudo se tornou numa mercadoria, incluindo os dados dos utilizadores. Como consequência, a perda da privacidade parece algo aceitável e inevitável. 

Na navegação online, facultamos os nossos dados ao Facebook e ao Google, entre outras entidades, em troca de um “acesso gratuito” às suas plataformas. Essas entidades recolhem, analisam e vendem os dados dos utilizadores que, posteriormente, acedem às suas contas repletas de publicidade personalizada e conteúdos patrocinados.

Para Enrique Dans, especialista em tecnologia e inovação, a privacidade é “um bem comum que temos de defender, debater e legislar adequadamente”.

Miguel Ormaetxea, editor do Media-Tics, refere que “o modelo para o qual a Internet deriva, baseado em plataformas, algoritmos, inteligência artificial e sensores, é profundamente antidemocrático”. Num artigo publicado no site, o autor compara-o a “um golpe de Estado silencioso”, que se “apresenta quase benevolente, discreto e bondoso”. 

Galeria

As novas tecnologias têm vindo a alterar rapidamente o panorama jornalístico. 

Segundo a pesquisa do International Center for Journalists  sobre “O estado da tecnologia nas redações globais”, os jornalistas de todo o mundo estão cada vez mais voltados para a tecnologia digital, de forma a fazer face aos desafios da profissão, como as “fake news” ou os ataques aos profissionais. 

Contudo, muitas redacções não têm acompanhado as exigências digitais e não estão a conseguir atender às necessidades dos jornalistas, nas mais variadas áreas tecnológicas e audiovisuais, acabando por não investir o suficiente.

A maioria das redacções identificaram que a sua maior preocupação é a mudança dos modelos de receita, seguida da utilização de inteligência artificial.

Os resultados demonstram que as redacções estão a recorrer a várias ferramentas digitais para proteger as suas comunicações e garantir a veracidade da informação

O estudo, também, identificou que, actualmente, mais de um terço das organizações noticiosas tem verificadores de factos dedicados exclusivamente a essa função. 

A pesquisa foi realizada em 14 idiomas e baseada em respostas de mais de quatro mil editores e jornalistas de 149 países. O estudo tem como objectivo compreender melhor as principais tendências da indústria, numa época de desinformação. 

Galeria

Os media australianos uniram-se contra as leis que penalizam a divulgação de documentos secretos, considerando que se trata de um retrocesso da liberdade de expressão no país. 

Como forma de protesto, os principais jornais, como o The Australian, The Sydney Morning Herald ou The Australian Financial Review“censuraram” as suas próprias publicações. 

Assim, todas as manchetes surgiram cobertas com tinta preta, tornando o seu conteúdo ilegível. No fundo da página apenas se lê: "Quando o Governo vos esconde a verdade, o que é que está a ocultar?”.

Estas acções surgem, também, aliadas a uma campanha de televisão, promovida pela coligação “Right to Know” – composta por um grupo de órgãos de comunicação social, jornalistas e editores –, durante a qual é transmitida a mesma pergunta. 

A campanha surge depois de, recentemente, a polícia ter realizado buscas na sede da ABC, em Sidney, e na casa de uma jornalista da News Corp, em Camberra.

Desde 2001, o Parlamento australiano aprovou 75 leis que limitam o direito do público de saber, a pretexto de fortalecer a segurança nacional, e que preveem penas de prisão para jornalistas ou informadores que revelem documentos secretos.

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Entre 2006 e 2016, os meios de comunicação, como a imprensa, a rádio e a televisão, perderam público com menos de 35 anos.

A imprensa perdeu 59% dos seus leitores nessa faixa etária.

Segundo o relatório DigitalNewsReport.es, publicado pela Universidade de Navarra, em 2018, os millennials espanhóis consumiam notícias online a partir de três fontes principais: televisão, sites ou aplicações de jornais e redes sociais ou blogs.

O facto de um terço da informação recebida por estes jovens ter origem em redes sociais afecta o circuito de informação.

Ao analisar os seus hábitos de consumo identificaram-se dois fenómenos específicos: que os millennials consomem notícias de forma “acidental”ou indirecta e que partilham mais conteúdos do que publicam.

Devido a essas novas tendências no consumo, surgiram vários medias direccionados para os millennials.

Inicialmente, esses meiosalcançaram milhões de visualizações, mas, em 2016, o Facebook alterou o seu algoritmo e muitas dessas organizações perderam a visibilidade e acabaram por fechar.

O jornalista Francisco Rouco analisou essas alterações, e o seu impacto, num artigo publicado no siteCuadernos de Periodistas”, editado pela APM – Associacion de la Prensa de Madrid, com a qual o CPI mantém um acordo de parceria.

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O Twitter é uma plataforma bastante utilizada na comunidade jornalística.

Segundo um estudo do Pew Research Center, 71% dos utilizadores dessa rede usam-na para se manterem a par das notícias, o que faz com que seja a plataforma que atrai as pessoas mais interessadas nesse tipo de conteúdos.

Apesar de parecer uma plataforma com números positivos para a imprensa, os media utilizam-na, maioritariamente, para gerar tráfico nos seus sites, em vez de recorrerem a uma estratégia para comunicar conteúdos próprios e personalizados para essa rede.

O impacto do Twitter no tráfego dos sites é bastante reduzido, representando apenas cerca de 3% do tráfego total.

Mas isso significa que os media devem circunscrever os esforços e os recursos dedicados à plataforma ou devem adaptar a sua comunicação?

Com base no Relatório de Impacto e Conteúdos de imprensa no Twitter durante 2018, Francesc Pujol realizou uma análise centrada na presença dos media espanhóis nessa rede, que procurará esclarecer o impacto da mesma.

O artigo foi publicado no siteCuadernos de Periodistas”, editado pela APM – Associacion de la Prensa de Madrid, com a qual o CPI mantém um acordo de parceria.

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A crescente dependência de briefings anónimos do governo, por parte dos media britânicos, permite que certas narrativas surjam sem que ninguém assuma qualquer responsabilidade.

Rasmus Nielsen, director do Reuters Institute for the Study of Journalism, considera que os jornalistas britânicos estão a ser "tocados como um instrumento", quando publicam peças baseadas em “leaks” do governo e fontes anónimas.

Numa fase em que a confiança nos media e na informação que transmitem tem vindo a decrescer, os jornalistas devem recusar-se a ser manipulados.

As fontes anónimas fazem parte do jornalismo, é certo. Sem as mesmas não teria havido casos como o Watergate ou os Panama Papers. Contudo, é necessário que os jornalistas filtrem a informação que transmitem e a contextualizem.

Num artigo de opinião, publicado no The Guardian, o jornalista Peter Geoghegan debate a forma como Downing Street tem utilizado citações anónimas para definir, regularmente, a agenda de notícias.

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Na sessão de abertura da conferência da Online News Association, "Estratégias globais na luta contra a desinformação", que decorreu em New Orleans foram debatidas as tendências no Brasil e na Índia, e como estas podem ser um alerta para os problemas que os Estados Unidos poderão enfrentar nas eleições de 2020.

O painel de abertura contou com duas oradoras, Shalini Joshi, do PROTO, parceiro TruthBuzz do ICFJ na Índia, e Tai Nalon, a co-fundadora e directora de Aos Fatos, uma agência de fact-checking.

Combater a desinformação em plataformas privadas é mais problemático, pois não há forma de investigar as tendências em circulação. 

Apesar de não apresentarem uma solução única e universal para combater a desinformação, as oradoras promoveram a combinação de esforços e exemplificaram como alguns países têm trabalhado na verificação dos factos.

Patrick Butler abordou os temas visados na sessão de abertura da Online News Association num artigo pelo IJNet.
O que há de novo

O Sindicato dos Jornalistas (SJ) anunciou que se constituiu como parte interessada no negócio da aquisição da Media Capital, por parte do Grupo Cofina, e comunicou à Autoridade da Concorrência (AdC) a sua opinião desfavorável em relação ao mesmo.

O SJ assumiu esta posição "uma vez que é uma entidade que defende os interesses legalmente protegidos dos seus associados, que podem vir a ser afectados por esta operação de concentração", alertando, ainda, para o facto de se estar a verificar um agravamento da concentração dos media “a uma escala sem precedentes”.

Segundo o sindicato, esse possível “controlo absoluto” do mercado de trabalho poderá constituir um grande risco no condicionamento da liberdade de expressão e de emprego, bem como a deterioração das condições de trabalho dos jornalistas. 

A aquisição em causa poderá, ainda, gerar um “domínio hegemónico do mercado de publicidade e de definição unilateral das suas regras”.

O Sindicato mencionou, também, que “por norma, e lamentavelmente, este tipo de fusões tem-se traduzido em cortes de pessoal e emagrecimento de redacções”.
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A redacção do L’Express está prestes a sofrer uma reestruturação, implementada por Alain Weill, CEO da Altice, que adquiriu 51% do Grupo de Imprensa.

A revista tinha perdido cerca de dez milhões de euros no ano anterior e, portanto, será submetida a uma redução de custos que levará a grandes alterações.

Perante esta notícia, os trabalhadores da revista desfilaram junto do edifício da Alticeexibindo cartazes: "#Weill Massacre L'Express" (Weill massacra L’Express).

Alain Weill assume que pretende salvar o L’Express, mas que a publicação necessita de uma intervenção dolorosa.

A direcção tinha assumido, anteriormente, que quarenta despedimentos, dos quais trinta jornalistas, seria o bastante para que o Grupo conseguisse recuperar. 

Posteriormente, 42 jornalistas invocaram uma cláusula que lhes permitia despedirem-se com indemnização devido à alteração do proprietário do jornal. 

Contudo, a direcção anunciou um plano de protecção ao trabalho, que inclui a eliminação de outros 26 cargos e a supressão de departamentos, como por exemplo o da cultura e da investigação.

A jornalista Sandrine Cassine publicou no site do Le Monde um artigo sobre o respectivo plano de trabalho.

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A partir de lições que aprendeu na sua carreira, Peter Copeland definiu três valores fundamentais do jornalismo: rapidez, rigor e imparcialidade.

Copeland foi correspondente da Scripps na América latina, na década de 1980, período durante o qual esteve na Cidade do México. Em meados dos anos 90, tornou-se correspondente no Pentágono e assumiu funções de editor na redacção.

O jornalista, que publicou recentemente o livro "Finding the News: Adventures of a young reporter", considera que o rigor é o requisito básico para o exercício da profsisão. 

Em relação à rapidez, defende que é o factor que garante um ambiente competitivo no sector, para que o jornalismo não se resuma apenas a repórteres a cobrirem histórias.

O terceiro valor, que considera fundamental, é a imparcialidade e justiça, pois entende que até uma criança de dois anos percebe o que é justo. 

Para o autor, a objectividade e a justiça para com as pessoas envolvidas e com a própria história, são o mais importante.

Quase 40 anos depois, o jornalista relata no livro a sua primeira história e relembra a sua carreira, que o levou a 30 países, em cinco regiões do mundo, para dar testemunho do que viu.

Copeland falou com a IJNet sobre o seu livro e reflectiu sobre o estado actual da profissão.

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Ouest France celebrou o seu 75º aniversário com a tiragem de 1,2 milhões de exemplares de uma edição de coleccionador.

Esta edição é dedicada, especialmente, aos leitores fiéis da publicação e relembra a história do jornal e os seus valores, dando, ainda, voz aos colaboradores, leitores e a personalidades diversas.

Cada assinante recebeu um segundo exemplar da edição para oferecer a um vizinho ou familiar, que beneficiará da assinatura gratuita do jornal durante um mês, em formato papel e digital. A oferta é limitada a 15 mil pessoas.

Segundo Olivier Porte, director de vendas e marketing do jornal, o objectivo é converter 15 a 20% dessas subscrições gratuitas em subscrições pagas.

A edição especial apresenta Tintin na primeira página e anuncia, também, uma iniciativa: o "rendez-vous avec Ouest-France”. 

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A National Geographic Society assinala 130 anos e, para celebrar a efeméride, vai inaugurar, este mês, uma exposição no Museu de História Natural e Ciência da Universidade do Porto, subordinada ao tema “Um século e Tanto”.

A mostra estará patente até 19 de Julho de 2020, contando com nove secções, que darão oportunidade aos visitantes de conhecerem o passado, presente e futuro daquela organização.

A exposição incluirá, ainda, uma secção dedicada a capas de edições internacionais e nacionais da revista, que representam momentos icónicos dos últimos três séculos.

Devido ao importante papel da fotografia para a National Geographic, a mostra incluirá uma selecção de imagens organizadas por temas, entre as quaism, a “Rapariga Afegã”, uma das mais célebres capas publicadas.

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Uma das famílias mais poderosas de Itália entrou em desacordo recentemente. Em causa está o futuro do GEDI – Gruppo Editoriale.

Em 2012, Carlo De Benedetti cedeu a participação maioritária e a administração do GEDI aos seus filhos.

Agora, o fundador anunciou que quer recuperar a empresa, acusando-os de incompetência na gestão do negócio.

O magnata já fez uma oferta para comprar 30% do Gruppo, com o propósito de relançar e assegurar o futuro da empresa, que detém publicações como o La Repubblica e La Stampa, vários diários regionais e, também, revistas como L'EspressoNational Geographic Italia e The Scienze.

 

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O 1º Congresso Internacional de Rádios Lusófonas vai decorrer em Angra do Heroísmo, nos Açores, entre 1 e 3 de Novembro.

A iniciativa pretende reunir agentes do sector da radiodifusão da actualidade, em particular, da rádio dirigida à comunidade lusófona, com o objectivo de analisar a presente situação do sector e debater o futuro.

O Congresso contará com vários oradores, entre os quais Agostinho Teixeira, representante da Rádio Bandeirantes no projecto “Comprova”, que será o apresentador do painel “Fake News ou velhas mentiras?”.
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Dois anos depois de o grupo Bayard ter manifestado a intenção de lançar uma revista semanal com o jornal La Croix, esta chegou às bancas.

La Croix L’Hebdo não é um suplemento do jornal diário, mas substitui a edição de sábado e de domingo do jornal. 

A revista, que custa 3,80 euros, tem cerca de 60 páginas e é publicada todas as sextas-feiras, ficando disponível durante a semana nos postos de venda. Os assinantes da versão em papel do jornal passam a receber a revista no mesmo dia.

La Croix L’Hebdo procura, intencionalmente, tratar poucos assuntos, abordando-os, contudo, de uma forma mais aprofundada.

Com o lançamento da revista, o grupo Bayard pretende aumentar o número de assinantes em cerca de 15 mil e esperam alcançar uma meta de vendas de sete mil unidades por semana.

A jornalista Chloé Woitier escreveu sobre o lançamento da revista num artigo publicado no site do jornal Le Figaro.

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