null, 29 de Março, 2020
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O Clube


A pandemia provocada pelo coronavírus está a provocar um natural alarme em todo o mundo e a obrigar a comunidade internacional a adoptar planos de contingência,  inéditos em tempo de paz, designadamente, obrigando a quarentenas e a restrições, cada vez mais gravosas, para tentar controlar o contágio. 

A par da Saúde e do dispositivo de segurança, são os “media” que estão na primeira linha para informar e esclarecer as populações, alguns já com as suas redacções a trabalhar em regime de teletrabalho.   

Este “site” do Clube Português de Imprensa , também em teletrabalho, procurará manter as suas actualizações regulares, para que os nossos Associados e visitantes em geral disponham de mais  uma fonte de consulta confiável, acompanhando o que se passa  com os “media”, em diferentes pontos do globo, e em comunhão estreita perante uma crise de Saúde com contornos singulares.

O jornalismo e os jornalistas têm especiais responsabilidades,  bem como   as associações do sector. Se os transportes, a Banca, e o abastecimento de farmácias e de bens essenciais são vitais  para assegurar o funcionamento do  País,  com a maior parte das portas fechadas, a informação atempada e rigorosa não o é menos.  

Contem com o Clube como o Clube deseja contar convosco.  

 


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Opinião
O paradoxo mediático
Francisco Sarsfield Cabral
Em toda a parte, ou quase, a pandemia causada pelo coronavírus fechou em casa muitos milhões de pessoas, para evitarem ser contaminadas. Um dos efeitos desse confinamento foi terem aumentado as audiências de televisão. Por outro lado, as pessoas precisam de informação, por isso o estado de emergência em Portugal mantém abertos os quiosques, que vendem jornais.   Melhores tempos para a comunicação social? Nem por isso,...
No Brasil uma empresa de mídia afixou uma campanha, de grande formato, com uma legenda: “Eu tô aqui porque sou um outdoor. E você, tá fazendo o quê na rua?”. Este é o melhor exemplo que vi nos últimos dias sobre a necessidade de manter a comunicação e reforçar as mensagens. Em Portugal e no estrangeiro sucedem-se adiamentos e cancelamentos de campanhas. Mas há também marcas que resolveram até...
O Covid-19, ou a “peste chinesa”, como já começa a ser conhecido, veio modificar profundamente os hábitos de vida dos portugueses, que não foram excepção  numa Europa assolada pelo contágio de um vírus mutante,  com dramáticas características infecciosas.  Neste quadro  de excepção, os “media”,  os audiovisuais e a Imprensa -- em suporte papel ou digital -- ,...
Breves
Tráfego noticioso

Nas últimas duas semanas, o número de visitas a “sites” de informação registou um crescimento de 78% em termos de “pageviews”, coincidindo com a pandemia do Covid-19, segundo dados disponibilizados pela Marketest.

Nas últimas duas semanas registou-se, também, um crescimento significativo em “sites” de serviços, como supermercados e comida “take-away” (mais 23%).

As principal quebra nos “sites” auditados verificou-se nos segmentos de desporto (menos 31%) e de “lifestyle”  (menos 23%).

No conjunto total de “sites”, e comparativamente à média registada em 2020, registou-se um crescimento de 21 % nos “pageviews”, na semana de 9 a 15 de Março, e de 18% na semana de 16 a 22 de Março.

"Twitter" e jornalismo

O Twitter mostrou-se solidário para com os jornalistas, em plena pandemia, e doou um milhão de dólares ao CJP -- Comité Para a Protecção dos Jornalistas e à IWMF -- Fundação Internacional de Mulheres nos Media

Tanto a IWMF como a CJP têm como principal missão zelar pela segurança de repórteres. Os fundos destinam-se, assim, a fortalecer as organizações, garantindo a continuidade do seu funcionamento.

Apoio à imprensa espanhola

Os impactos económicos do coronavírus estão a devastar o sector mediático espanhol. De acordo com os principais editores de Espanha, o impacto estimado desta crise é de 250 milhões de euros, com quedas publicitárias próximas de 80% e uma perda de 100% das receitas provenientes de eventos e acções especiais. 

Assim, várias associações de imprensa reuniram-se com o ministério das Finanças para elaborar um plano de apoio à indústria mediática.

Entre as medidas muito urgentes estão a suspensão das contribuições para a Segurança Social, o pagamento de ordenados em atraso e a introdução de IVA de 4% sobre publicações e conteúdos digitais.

A abertura de uma linha de financiamento subsidiado para o sector e a suspensão do Imposto Predial para as redacções foram outras das propostas apresentadas.

"Egoísta” digital

"A revista “Egoísta” vai passar a disponibilizar edições anteriores em versão digital e gratuita. A estreia faz-se com o número 64, originalmente publicado em Junho de 2018, que teve o fogo como tema central.

Todas as edições disponibilizadas neste formato poderão ser consultadas ou descarregadas através do "site" da publicação.

Fundada em 2000, a revista “Egoísta”  alia a poesia à imagem, e é a publicação portuguesa com mais prémios internacionais. 

Seminários da "Poynter"

O Covid-19 está a confinar a maioria dos estudantes às suas casas, mas as organizações de jornalismo parecem estar determinadas a zelar  pela formação contínua de novos profissionais. 

Nos Estados Unidos, por exemplo, o Instituto Poynter  está a disponibilizar cursos “online”, totalmente gratuitos, que visam oferecer recursos de ensino a instituições de ensino superior.

Os seminários abordam as bases do jornalismo -- como gramática e noções de economia e matemática -- mas, ainda, questões práticas, como a escrita para rádio e análise de audiências.

As aulas estão abertas a todos os docentes e discentes de comunicação e jornalismo. Os interessados deverão criar uma conta na página “Poyter.com”, especificando a instituição à qual pertencem.

Agenda
06
Abr
16
Abr
SEO para Jornalistas
18:30 @ Cenjor
17
Jun
Congresso Mundial de "Media"
10:00 @ Saragoça
18
Jun
Stereo and Immersive Media 2020
09:30 @ Universidade Lusófona
Connosco
Galeria

Numa altura em que a crise espoletada pelo novo coronavírus começa a afectar, gravemente,  todos os sectores da economia europeia, várias  organizações internacionais de imprensa uniram-se para apelar às autoridades europeias no sentido de declararem o jornalismo como um  serviço essencial.


Numa carta dirigida à Presidente da Comissão Europeia, Ursula Von der Leyen, e aos Presidentes do Parlamento e Conselho europeus, as associações apelaram à garantia da livre circulação de informação, bem como à liberdade de imprensa, que consideram ser medidas essenciais para o combate do Covid-19. 


Poderá ler, a seguir, a tradução parcial e adaptada da carta:


"Nós, organizações que defendem a liberdade de imprensa e a liberdade de expressão, escrevemos-lhe para expressar a nossa profunda preocupação com a possibilidade de os governos tirarem partido da pandemia da COVID-19 para punirem os “media” e para introduzirem restrições no acesso da imprensa às decisões e acções governamentais.

Galeria

Em plena crise do sector mediático, o jornalismo lusófono continua a ser vanguardista na inovação. Os seus profissionais apostam, continuamente, em novos formatos e algumas das fórmulas testadas começam a dar os primeiros frutos.

Lançado, no YouTube, em Março de 2018, pela jornalista Mara Luquet e pelo actor Antonio Tabet, o canal brasileiro de jornalismo MyNews, já completou dois anos e conta com mais de 345 mil subscritores. A iniciativa emprega cerca de 30 pessoas, e atingiu, em 2019, um lucro superior a meio milhão de reais ( 88 mil euros).

Nos seus vídeos institucionais, o canal apresenta-se como um projecto jornalístico livre,  "sem ideologias tendenciosas ", com informação diversa e  plural,  que visa combater a polarização na sociedade brasileira.

Actualmente o My News produz 14 programas, em formatos variados e gratuitos, nos quais se incluem debates, entrevistas e colunas. Os temas mais abordados são a política, a economia e as finanças. 

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O número de pessoas infectadas pelo coronavírus, na China, poderia ter sido reduzido em 86% se as primeiras medidas de contingência, instituídas a 20 de Janeiro, tivessem sido implementadas duas semanas antes, segundo um estudo da Universidade de Southampton.

Da mesma forma, o vírus não teria originado uma pandemia caso os “media” chineses não fossem alvo de censura, apontam os RSF -- Repórteres sem Fronteiras, 

De acordo com uma investigação dos RSF, os primeiros alertas sobre os possíveis impactos do coronavírus foram divulgados a 18 de Outubro. Se a liberdade de imprensa fosse uma realidade na China, os “media” poderiam ter divulgado junto da comunidade internacional os primeiros dados conhecidos sobre o Covid-19 e as suas características de propagação.

Da mesma forma, os agentes de autoridade poderiam ter divulgado, também,  elementos sobre a rápida disseminação do vírus em Wuhan, evitando o turismo naquela área. 

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O “braço-de-ferro” mediático entre a China e os Estados Unidos tem vindo a intensificar-se, mesmo em período de pandemia, provando que a colaboração entre os “media” internacionais é, mais do que nunca, indispensável.

Recentemente, o governo de Pequim expulsou correspondentes dos jornais “Wall Street Journal”, “Washington Post” e “New York Times”, em retaliação a medidas restritivas aplicadas pelos EUA aos “media” chineses. 

Na sequência desses acontecimentos, e perante o actual panorama mundial, os editores dos três jornais redigiram uma carta aberta aos líderes chineses, frisando a sua imprudência e desconsideração pela liberdade de imprensa, numa altura em que a informação fidedigna é imperiosa para a saúde pública e para a manutenção da estabilidade.

Apesar de se assumirem concorrentes as publicações acharam indispensável unirem-se para “falar sobre este assunto numa só voz”, já que consideram que o mundo beneficia ao ter “jornalistas talentosos” a cobrir “uma população duramente atingida por uma das piores pandemias dos tempos modernos”. 



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Depois de a Organização Mundial de Saúde ter declarado o surto do novo coronavírus como emergência pública internacional, as principais editoras científicas do mundo decidiram partilhar, gratuitamente, os seus estudos sobre o Covid-19.

Seguiram-se os jornais, que “derrubaram” a “paywall” em artigos relacionados com a doença. Em Portugal, o “Público” foi pioneiro, juntamente com o  “Observador”. No Brasil, os três principais periódicos do país, “ Folha de S.Paulo”, “O Globo” e “O Estado de S.Paulo”, enveredaram pelo mesmo caminho.

Num texto oportuno publicado no “Observatório da Imprensa”, o jornalista Daniel Dieb analisou essa decisão dos “media”, baseando-se num estudo publicado, em 2016, no “International Journal of Communication”.

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O jornalismo desportivo é, provavelmente, o mais afectado do sector mediático, em época de pandemia. Com os torneios a serem cancelados, e com os atletas a limitarem o contacto com repórteres, poucos são os temas que “sobram” para os jornalistas especializados.

A redução drástica de eventos a cobrir resultou no afastamento natural dos leitores e, também, dos anunciantes, que experimentam as suas próprias dificuldades.

De forma a manterem a edição regular dos títulos, as equipas dos jornais desportivos estão a mostrar-se criativas, recorrendo a agendas de contactos e a especialistas em bem-estar.

Nos Estados Unidos, por exemplo, estes jornais estão a dedicar-se à produção de artigos sobre actividades físicas que podem ser realizadas em casa, sem comprometer a saúde pública.  

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Os videojogos estão a ajudar a combater a censura informativa, dado que é possível esconder notícias nestas plataforma, iludindo o escrutínio dos regimes autoritários. O Minecraft,  um videojogo que permite aos utilizadores colaborar na construção de espaços físicos, está a ser uma das ferramentas mais usadas para  a divulgação de informação fidedigna.

A equipa dos RSF -- Repórteres sem Fronteiras, está a actuar neste jogo “online”, onde criou a “A Biblioteca sem Censura”. Qualquer pessoa que visite o espaço tem acesso a notícias censuradas que assume a forma de livros. Pode ler-se tudo, mas não se pode alterar o conteúdo.

O Minecraft foi escolhido pelos RSF por atrair jogadores de todas as idades e estar disponível a nível global, contrariamente a outras plataformas que foram proibidas pelas suas mensagens políticas.

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Os actuais ciclos de notícias estão completamente monopolizados pelo novo coronavírus, mas os perigos desta doença para a indústria não estão a ser, devidamente, divulgados. 

Joshua Benton escreveu um artigo oportuno para o NiemanLab, no qual reflectiu sobre os principais riscos que o COVID-19 implica para a saúde pública e para as redacções americanas, com particular destaque para as equipas que se dedicam ao jornalismo local.

Para Benton, o cancelamento de eventos pode ser prejudicial para os lucros das redacções. Adiar reuniões e festivais significa que muitos jornais vão perder pagamentos adiantados de entidades terceiras. Até porque muitas publicações conseguem obter a maioria dos salários anuais em, apenas, um evento.

O que há de novo

À semelhança do que está a acontecer nas redacções portuguesas, os colaboradores de jornais franceses estão, agora, a produzir os seus textos a partir de casa. 

O jornal francês “Le Monde” não é excepção à regra. Com o agravamento da pandemia no país, a maioria dos jornalistas daquele título foi colocada em regime de teletrabalho

Apesar da reestruturação da redacção, o jornal continua a ser publicado, impresso e distribuído, diariamente, e o “site” Lemonde.fr mantém-se, totalmente, operacional, com informação a ser actualizada ao minuto. 

Os jornalistas do “Le Monde” encontram-se, assim, no mesmo cenário que a maioria dos franceses,  continuando a desempenhar as suas funções de uma forma repartida. 

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Perante o confinamento dos cidadãos em suas casas, devido à pandemia do novo coronavírus, algumas das vantagens habitualmente atribuídas  habitualmente  à rádio tornaram-se, ainda, mais relevantes. 

O fluxo constante de informação e a capacidade de criar laços emocionais e afectivos com a audiência, que permitem aos ouvintes sentirem-se acompanhados, são agora, características, particularmente, apreciadas pela população.

Em Espanha, os directores de algumas das principais emissoras radiofónicas dizem-se empenhados na contenção do novo coronavírus, através do reforço informativo, que visa desmistificar boatos e “fake news”. O serviço público e a segurança dos seus ouvintes estão, agora, no topo da lista de prioridades.

A programação das rádios sofreu, assim, várias alterações. A ausência de competições desportivas obrigou os directores de programas a repensarem as fórmulas de entretenimento e os boletins informativos são, agora, peças centrais das “grelhas” diárias. 

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A Plataforma de Media Privados pediu, ao Governo, a implementação de 13 medidas de apoio aos “media”,  face à crise provocada pelo Covid-19. O documento divide-se em quatro acções de largo espectro e nove diligências específicas.

“Na fase que Portugal atravessa, a indústria dos media é vital para o equilíbrio social e político do País. O papel referencial dos media na informação e no entretenimento (indispensável ao equilíbrio emocional dos cidadãos) faz deste sector um dos prioritários na actual conjuntura”, pode ler-se na carta enviada ao ministro de Estado, da Economia e da Transição Digital e ao Secretário de Estado do Cinema, Audiovisual e Media.

“Por isso, os impactos agudos da crise Covid-19 sobre as receitas das empresas de media e as extraordinárias dificuldades que atravessam em toda a sua cadeia de valor impõem a adopção de medidas específicas de mitigação”, continua o documento.

O caderno de medidas, desenvolvido pela Plataforma de Media Privados, apresenta, assim,  um “quadro de acção específico para os media”, que visa “contribuir para a formatação de uma matriz geral de emergência aplicável a todo o tecido empresarial”.

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Em plena crise provocada pelo coronavírus o desaparecimento de um jornalista, ainda que antigo director do “Diário de Notícias”, não mereceu muitas linhas na Imprensa do dia. 

João Gomes faleceu, aos 86 anos, e soube-se por uma nota publicada no portal do PS, partido do qual  foi um dos fundadores e antigo deputado constituinte.

João Gomes, enquanto jornalista, antes do “Diário de Notícias” esteve noutros jornais,  como foi o caso do e “Portugal Hoje”, tendo também participado ou exercido funções na revista “Flama”, além dos jornais “República”, “Luta”, “Diário de Lisboa” e “Correio do Minho”.

No “Diário de Notícias” sucedeu na Direcção a Victor Cunha Rêgo,  nomeado imediatamente a seguir à suspensão do matutino quando ocorreu o 25 de Novembro, antes dirigido por Luís de Barros e José Saramago, também falecidos.

João Gomes nasceu em Lisboa em 1934, e foi um dos primeiros jornalistas a incluir uma formação superior no seu currículo, obtida na Escola Superior de Jornalismo de Lille (França).

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A maioria dos portugueses encontra-se, agora, confinada às suas casas, na sequência da declaração estado de emergência. Assim, o tempo passado em frente aos ecrãs aumentou, exponencialmente, e começaram a verificar-se falhas na rede.

Perante o aumento substancial do tráfego cursado nas redes fixas e móveis, o Governo aprovou um decreto-lei que permite às operadoras portuguesas condicionarem os serviços de “streaming”, como a Netflix e a HBO. O objectivo é assegurar o funcionamento eficaz de “comunicações prioritárias”.

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Com Portugal em estado de emergência, os portugueses estão a passar mais tempo com o ecrã ligado. Segundo medições da GfK o consumo televisivo diário disparou para um valor recorde de para 7h07m. 

Em comparação com a semana anterior, quando se iniciou o isolamento social, o tempo passado em frente à televisão aumento cerca de 1h34m.
No “share”, o Cabo atingiu o máximo do ano, com 38,8%. Na emissão aberta, a SIC  liderou com 19,2%, a RTP1 registou 12,5% e a TVI ficou-se pelos 12,4%.

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A crise no sector mediático teve um forte impacto em toda imprensa, mas os jornais locais, ainda muito dependentes do formato em papel, foram, de longe, os mais afectados. A já débil situação dos títulos regionais agravou-se, agora, devido aos efeitos do novo coronavírus.

No Reino Unido, cidades como Milton Keynes, perderam o seu único jornal impresso, à medida que o impacto económico do Covid-19 se vai acentuando. Assim, Grandes Grupos de “media” deixaram de entregar os seus jornais gratuitos, na sequência do colapso do mercado publicitário local.

Houve, assim, um círculo alargado de leitores, que ficou privado, das suas fontes de notícias locais, indispensáveis para assegurar informação fidedigna às camadas mais idosas da população.

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A imprensa portuguesa está a atravessar tempos difíceis, agora que as receitas publicitárias se encontram em queda, e que a aplicação de medidas sanitárias se reflecte no sector.

Perante a situação de incerteza, a administração do “Observador” fez chegar ao Governo um documento onde defende a criação de um programa de apoio às empresas de “media”, baseado na concessão de empréstimos sem garantias adicionais, isentos de imposto de selo e com uma taxa de juro inferior a 1%.

De forma a garantir a neutralidade  e objectividade dos montantes a conceder, o “Observador” propôs “que os empréstimos tenham como referência um dado valor em euros  por trabalhador que a empresa mantenha activo ou, em alternativa, sejam calculados com base num múltiplo da massa salarial”.

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